Archive for Mundo Animal

O QUE O RABINHO DO SEU CÃO ESTÁ DIZENDO?

curiosidades

Você já deve ter reparado o quanto o seu cão abana o rabinho não é? Já parou pra

pensar o que ele está querendo te dizer? Um rabinho abanando nem sempre é sinal de
felicidade, portanto fi que atento aos sinais que o seu cão está dando e evite até uma
possível briga dele com outro animal.

01 – CONTENTE: Rabinho baixo, abanando de forma rápida e curta.

02 – FAZENDO NOVOS AMIGOS: Rabinho baixo, abanando devagar com extensão longa e curta.

03 – COM MEDO: Rabinho entre as pernas.

04 – ATENTO: Rabo alto, reto e duro.

05 – ATENÇÃO NEGATIVA: Rabo alto, reto, duro e com pelos eriçados.

06 – FELIZ: Rabo alto, abanando de forma rápida e extensa.

 

Fonte: htt p://www.bolsademulher.com/pet/aprenda-a-decifrar-o-que-o-rabo-do-seu-caozinho-esta-lhe-contando

CONHEÇA 7 DICAS PARA TER UM PASSEIO TRANQUILO COM SEU CÃO

dicas

 

01 – Antes de sair com o cachorro, é importante que tudo seja feito tranquilamente: pegar e colocar a guia, passar pelo portão, sair na rua.

02 – Se o cachorro estiver agitado, pare

tudo até que ele se acalme, largue

a guia e só retome tudo quando ele estiver mais tranquilo.

03 - Pode parecer impossível acalmar seu cachorro desta forma, ainda mais se ele já é agitado por natureza. Mas com tempo e um pouco de paciência e treino, a tendência é que ele perceba que a recompensa (no caso, o passeio), o faz bem, e passe a se comportar.

04 - Já na rua, lembre-se que você nunca deve andar com o cão sem a guia.

05 - Uma técnica para evitar um passeio com puxões o tempo todo é o “ziguezague”: quando o cachorro começar a puxar em alguma direção que ele deseja, o dono deve frustrá-lo, virando-se rapidamente para o lado contrário. Dessa forma, o cachorro irá notar que o passeio fica chato e vai se comportar, começando a prestar mais atenção no dono para saber em que direção ir.

06 - Quando notar que o cão está se comportando, recompense-o. Faça um elogio, um carinho ou dê algum petisco a ele.

07 - No verão, é importante levar água para hidratar seu companheiro e ter um passeio tranquilo e saudável.

 

FONTE: http://labovet.com.br/7-dicas-para-ter-um-passeio-tranquilo-com-seu-cao

MICROCHIP PARA PETS

POUCO MAIOR QUE UM GRÃO DE ARROZ, GARANTE MAIS SEGURANÇA PARA SEU ANIMAL!

A identificação animal é uma preocupação antiga nos Estados Unidos e Europa, por isso fazem uso do microchip para poder indentifi cá-los, uma vez que nestes países o abandono é crime e levado a sério. Em São Paulo, o microchip é obrigatório para cães e gatos que irão viajar, participar de exposições e ainda para animais comercializados nascidos no município.

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COMO FUNCIONA

Quando um animal se perde ou até mesmo é roubado, pode ser identificado facilmente por meio de seu microchip. Para isso, usa-se um scanner portátil que rapidamente reconhece o
número de identifi cação do animal e consequentemente os dados de contato dos seus tutores (telefone e endereço). O microchip é aplicado no animal através de uma seringa própria para isso e o procedimento se assemelha a uma injeção normal, sem necessidade de sedação
ou anestesia. A partir do 10º dia de vida do seu pet, você já pode fazer a aplicação do microchip, porém a indicação é que seja feita junto com a vacina Múltipla, que ocorre por volta dos 3 meses de idade.

A durabilidade e eficiência do microchip superam as expectativas de vida dos animais em geral, sendo necessária apenas uma aplicação. Embora o uso do microchip seja mais
comum em gatos e cachorros, é possível fazer a aplicação em ratos, coelhos, morcegos, peixes, aves, cavalos, bois e até serpentes. Ao adotar ou comprar um animal, informe-
se se ele já possui um microchip e, caso ele já possua, procure a companhia responsável pelos registros para fazer a alteração dos seus dados de contato, do contrário ficarão registradas as antigas informações. É necessário reconhecer a importância do uso do microchip em pets, principalmente para evitar mais animais abandonados em abrigos ou nas ruas. Grandes centros de Zoonoses já possuem a leitora para identificação dos animais
que aparecem perdidos nos abrigos a fim de diminuir esse número, devolvendo os animais identificados para seus tutores. Infelizmente, como o uso do microchip não é obrigatório, são raras as vezes em que recebem um animal identificado, aumentando o número de pets
abandonados em abrigos e de famílias que buscam desesperadamente por um animal perdido, portanto não perca mais tempo, identifique o seu animal.

Quem já não ficou fã de um cão dos desenhos animados?

A lista de cãezinhos é imensa, mas nesta edição vamos falar um pouquinho desses famosos divertidos. Você se lembra deles? Quem já não ficou fã de um deles?

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PLUTO
Esse atrapalhado Bloodhound é o animal de estimação do Mickey, criado na década de 30. Seu nome, inspirado no planeta, na época recém descoberto, só foi escolhido algum tempo depois da sua criação. Antes, o Pluto era um cão de caça, e se chamava Rover.

 

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SCCOBY DOO
O cão que dá nome à grande animação de Hanna-Barbera é um comilão nato. Ele e seu
melhor amigo, o Salsicha, são os únicos medrosos que fazem parte da equipe que caça fantasmas, mesmo que seja contraditório. Seu nome completo é Scooberty Cornelius Doo. Também possui um bordão que repete sempre no fi nal de cada episódio ‘Scoobydooby-
doo’.

 

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Snoopy é da raça Beagle e aparece nas histórias em quadrinhos de “Peanuts”,
criado por Charles Schulz. Aspirante a escritor, Snoopy gosta de deitar no
telhado de sua casa. Seus melhores amigos são seu dono, Charlie Brown,
e um pássaro amarelo chamado “Woodstock”.

 

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MUTTLEY
Esse tirador de sarro pode despertar uma imediata antipatia.
Sua risada e seu vício anormal por medalhas fazem dele um animal peculiar. Mas é impossível não rir dele. Mutley é um vira lata e não fala, apenas emite alguns ruídos
característicos. Quando está furioso, Muttley solta grunhidos para mostrar sua reprovação.

 

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CORAGEM
O cão do rabugento Eustácio (ou Eustáquio, em algumas traduções) à primeira vista
parece ser um medroso. Mas com certeza, é o morador mais inteligente da fazenda localizada no desértico “Lugar Nenhum”, no Kansas. Coragem está sempre alerta aos perigos que
rodeiam o rancho.

10 DICAS PARA QUEM QUER TER UM PET

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1ª – Antes de adquirir um pet é preciso pensar bem. Questione a sua família se todos estão de acordo. Verifique também se há alguém para cuidar dele quando você for viajar e não puder levá-lo.

2ª - Se possível, dê preferência para adoção de animais em abrigos.

3ª - Informe sobre as características e necessidades da espécie que escolheu.

4ª - Mantenha seu pet dentro de sua propriedade e faça passeios regularmente, sempre com coleira e guia.

5ª - Recolha as sujeiras e dejetos e jogue-as em local adequado.

6ª - Cuide da saúde psicológica do seu pet. Ela é tão importante quanto a saúde física. Dê a ele carinho e atenção.

7ª - Eduque seu novo amigo, mas lembre-se, faça isso sempre respeitando as limitações do seu pet.

8ª - Leve-o frequentemente ao veterinário e mantenha suas vacinas em dia.

9ª - Para maior segurança, identifique seu novo amigo com uma plaqueta e registre-o no Centro de Zoonoses ou em órgão similar (RGA).

10ª - Castre fêmeas e machos. Esta é a principal medida para o controle da procriação e não possui contra-indicações.

 

VOCÊ SABE O QUE É O RGA?

REGISTRO GERAL ANIMAL

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O Registro Geral Animal é um documento que funciona como uma carteira de identidade para bichinhos de estimação, principalmente cães e gatos. Ele é uma ferramenta utilizada para se o animal se perder e for encontrado, ser encaminhado para seu dono.

Quando registrado, o bichinho recebe uma coleira com a plaqueta e o RGA. Portanto, nem sonhe em tirá-la para não ser pego desprevenido. Em São Paulo o RGA é obrigatório para cães e gatos. Como nossa própria identidade, o RGA é único e permanente. Existem mudanças possíveis de serem feitas no caso de adoção, venda ou troca de dono, podendo ocorrer a mudança do endereço e do responsável pelo animal no sistema. Escrita junto à plaqueta de registro do animal também deve estar o telefone do dono, facilitando qualquer contato em caso de perda. Mesmo ainda não sendo muito popular, o RGA deve ser uma obrigação do dono para com o animal, isto porque os casos de animais perdidos nas grandes cidades são muito comuns. Além disso, tal controle ajudará as autoridades a desenvolverem políticas públicas mais voltadas para os bichinhos, a partir do momento em que conseguem manter um banco de dados com o controle de quantos animais existem por região.

“É recomendado que
junto do RGA de seu
animal você também
utilize uma plaqueta
com seu número de
telefone para facilitar
o contato em caso do
animal se perder.”

Obter o registro é muito fácil. Ele é realizado no Centro de Controle de Zoonoses ou outros estabelecimentos veterinários credenciados. Para tal, você precisará dos seguintes documentos:

CPF do dono / RG / comprovante de residência / Atestado de vacina emitido e assinado por um veterinário ou pela prefeitura de sua cidade no máximo 12 meses antes do registro.

 

Nunca se esqueça de guardar os comprovantes de vacinação do seu bichinho de estimação.
Fazendo assim, você garante uma maior segurança para seu animal e maior tranquilidade para sua família, prevendo quaisquer problemas caso seu pet resolver dar uma escapadinha.

 

Fonte: http://www.estimacao.com.br/como-fazer-rga-registro-geral-animal/

Feliz dia mundial do sol

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Já reparou como o seu cão adora tomar sol? Isso tem um motivo: o sol serve de conforto para eles. Mas não é só isso, ele é também uma fonte de vitaminas. A tão famosa vitamina D que é super importante para fazer o corpo aproveitar melhor o fósforo e o cálcio, que tanto ajuda no fortalecimento dos ossos e no bom desenvolvimento dos filhotes.

Trinta minutos de sol diários já são o suficiente para a saúde do seu pet. Mas lembrem que, apesar de muito saudável, não devemos exagerar com a exposição ao sol, principalmente se o seu amigo for branquinho. O melhor horário é antes das 10 da manhã e após as 16 horas.

Tomando os devidos cuidados, seu cão vai te agradecer, afinal, um passeio gostoso ou uma brincadeira ao ar livre sempre são bem-vindos.

Feliz dia mundial do Sol!

 

Um pouquinho do Sul do Brasil

Um roteiro muito bacana que fizemos foi pelo Sul do Brasil. Vamos contar um pouquinho pra vocês e pra começar…. Gramado-RS!

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Imagem Divulgação

A cidade é conhecida principalmente por seu festival de cinema e seu famoso chocolate.Nossa primeira parada foi o Lago Negro, chamado assim pelas árvores importadas da Floresta Negra na Alemanha. Após um passeio pelos arredores do lago seguimos para a casa dos colonos, onde é possível comprar produtos das quinze colônias alemãs e italianas espalhadas pela cidade, como geléias, vinhos, queijos, cachaças, embutidos entre outros. Não se pode falar de Gramado sem citar as lojas de chocolate espalhadas pelo centro. A cidade figura como uma das melhores produtoras do Brasil. Ao cair da noite o friozinho da Serra Gaúcha torna a Rua Coberta, também no centro da cidade, um local perfeito para se aquecer e desfrutar dos vários cafés e restaurantes que a cercam.

Lá ficamos hospedados num hotel muito legal e que adora receber os nossos pets. Fica a dica de um ótimo lugar para se hospedar em Gramado, quando forem por lá.

Hotel Canto Verde: para saber todas as informações sobre o Canto Verde é só acessar o nosso site. Segue o link pra ficar bem fácil: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/rio-grande-do-sul/gramado/hotel-canto-verde

Boa viagem e bom passeio!

 

Como você transporta seus cães quando sai pra passear de carro?

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Imagem Divulgação

Quem nunca saiu para passear de carro com o seu pet? Esse é um costume muito comum, principalmente para os amantes de viagem ao lado do seu melhor amigo. Até aí está tudo certo, mas não podemos esquecer a segurança e o conforto do nosso amiguinho. Hoje existem no mercado várias opções destinadas ao transporte dos seus cães com segurança, assim como acessórios para proteger o estofado do seu carro. Vamos conhecer?

CINTOS DE SEGURANÇA: esse é um item obrigatório de segurança. Eles são compatíveis com o plug do cinto do carro e mantém o animal seguro durante os passeios.

CADEIRINHA PET: ela é indicada para cães de até 10 quilos e deve ser usada junto com o cinto de segurança. Além de proteger o seu cãozinho, evita o contato direto com o banco do carro.

TELA DE PROTEÇÃO: perfeita para aqueles que têm um cãozinho que adora ir para o banco da frente. Isso é muito bom pois pode evitar acidentes indesejáveis.

CAPA PARA BANCO: para quem quer evitar que o banco do seu carro fique cheio de pelos, a capa protetora resolve muito bem. Ela é impermeável e ajuda a manter o estofado sempre limpo.

Agora é só procurar a opção que melhor te atende, arrumar as malas e pegar a estrada na companhia de quem sempre está ao seu lado.

Seu estilo de vida afeta o bem-estar do pet. Como melhorar a rotina dele?

iStock

 

Patrícia Guimarães - Colaboração para o UOL, em São Paulo

 

Todo dia é aquela correria. Acordar cedo, enfrentar o trânsito, cumprir muitos compromissos, voltar para casa exausto e ainda ajeitar tudo para o dia seguinte. Não bastasse tudo isso, soma-se o fato de que 45,9% da população brasileira é sedentária, segundo dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2016. Resultado: animais de estimação cada vez mais privados do contato com o mundo externo e, muitas vezes, confinados em casas ou apartamentos.

Entre os problemas que o sedentarismo pode provocar nos animais está a obesidade, que pode levar a uma série de outras complicações. Entre elas estão doenças hormonais; possibilidade de desenvolvimento de diabetes; doenças respiratórias; doenças articulares e ósseas. “Um cachorro muito pesado, por exemplo, tem dificuldade de se posicionar para fazer xixi. Um animal que passa muito tempo deitado pode ter problema de densidade óssea ou problema dermatológico”, explica o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, Rodrigo Mainardi.

Mas, apesar de bastante grave e comum, a obesidade está bem longe de ser o único problema. “Você pode ter um animal que consome a quantidade calórica compatível com o tanto de energia que ele gasta; então ele pode ser até esguio. Mas ele pode ser um animal que se lambe muito; que faz de tudo para chamar a atenção; late muito dentro de casa; exige carinho de uma forma insistente. São sinais de um desconforto psicológico que indicam a necessidade de que haja uma atividade física maior”, explica Mainardi.

Sua vida é entediante? Imagine a do seu cão

É cada vez mais comum que cães passem, em média, de 8 a 12 horas em casa, sozinhos. Quando um cão deixa de ir à rua, ele não é privado apenas dos benefícios ligados aos aspectos físicos que uma caminhada pode trazer. Ele é impedido também de se favorecer do bem-estar psicológico de ver outros animais, de sentir outros cheiros e de conhecer novos espaços. Tudo isso pode fazer com que o cão adoeça.

Assim como ocorre com os humanos, os animais precisam de estímulos diferentes, como explica a veterinária comportamentalista e pós-doutorada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e fundadora da Psicovet Daniela Ramos. “Uma pessoa sedentária vai ao trabalho, vê os amigos…mas um animal sedentário fica em casa 24 horas; então, do ponto de vista emocional, o impacto é muito grande porque o ambiente dele fica extremamente monótono”, afirma.

Segundo a especialista, essa monotonia pode levar ao tédio, que é um dos gatilhos para o estresse crônico nos animais.

Para a médica veterinária especializada em comportamento canino Karine Drummond Pedrosa, o tédio pode levar a atitudes até mesmo como a automutilação ou agressividade. “É comum acontecer a mutilação quando o animal não tem atividade. Ele se lambe até formar uma lesão. É uma forma que ele encontra de gastar energia “, explica.

Dar uma voltinha nem sempre é o bastante

Os especialistas explicam que na natureza os caninos desenvolveram a capacidade de fazer grandes caminhadas para que pudessem sobreviver e que, mesmo domesticados, eles conservam essa natureza. Por essa razão, aquela voltinha do xixi e do cocô ali na esquina nem sempre é suficiente.

Obviamente cada cão tem sua particularidade e, por isso, animais de menor porte podem gastar bastante energia, por exemplo, em uma brincadeira de bolinha em que interagem com seus tutores. Isso significa que sair todos os dias não precisa ser uma regra absoluta para eles. Já os animais maiores precisam de passeios mais longos para queimar calorias e gastar a energia acumulada depois de um dia inteiro em casa.

Nos dias de chuva, ou quando é impossível sair com o animal, alguns truques podem ajudar. “Ao invés de dar a ração para o cão em um potinho, coloque-a dentro de um brinquedinho ou amarre-a em um pano de modo que ele vai ter trabalho para comer. Assim, no lugar de comer aquela porção de ração do pote em menos de cinco minutos e se deitar, ele vai comer aquela mesma ração em 10 ou 15 minutos”, ensina Mainardi.

“A pessoa pode ensinar truques como sentar, dar a pata, rolar. Pedir que o cão se acalme e se sente antes de ser recompensado. Isso tudo ajuda na questão da ansiedade e é importante fazer um trabalho cognitivo com o animal”, orienta Pedrosa.

Dicas para um passeio ideal

Ramos e Pedrosa deram algumas dicas:
-  o tutor deve escolher um equipamento que não machuque o animal. Existem peitorais de diferentes tipos e eles são mais indicados do que enforcadores;
-  fique atento aos horários de passeio, principalmente nos dias muito quentes para evitar que o animal tenha as patas queimadas;
-  animais albinos (e raças com pré-disposição a problemas de pele, como o boxer) precisam de protetor solar, converse com o veterinário;
-  é recomendado levar uma garrafa de água para o animal;
-  o passeio deve ter, no mínimo, entre 20 e 30 minutos;
- deve haver comunicação entre o tutor e o cão durante a caminhada. Essa comunicação vai contribuir para que o passeio seja controlado e prazeroso para os dois;
-  é importante socializar o cão e deixar que ele cheire também outros animais ou chegue perto de pessoas. Mas antes sempre pergunte se o outro animal reagiria mal ou se a pessoa se incomodaria.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/16/seu-estilo-de-vida-pode-afetar-a-vida-do-seu-bichinho-ja-pensou-nisso.htm