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CONHEÇA 7 DICAS PARA TER UM PASSEIO TRANQUILO COM SEU CÃO

dicas

 

01 – Antes de sair com o cachorro, é importante que tudo seja feito tranquilamente: pegar e colocar a guia, passar pelo portão, sair na rua.

02 – Se o cachorro estiver agitado, pare

tudo até que ele se acalme, largue

a guia e só retome tudo quando ele estiver mais tranquilo.

03 - Pode parecer impossível acalmar seu cachorro desta forma, ainda mais se ele já é agitado por natureza. Mas com tempo e um pouco de paciência e treino, a tendência é que ele perceba que a recompensa (no caso, o passeio), o faz bem, e passe a se comportar.

04 - Já na rua, lembre-se que você nunca deve andar com o cão sem a guia.

05 - Uma técnica para evitar um passeio com puxões o tempo todo é o “ziguezague”: quando o cachorro começar a puxar em alguma direção que ele deseja, o dono deve frustrá-lo, virando-se rapidamente para o lado contrário. Dessa forma, o cachorro irá notar que o passeio fica chato e vai se comportar, começando a prestar mais atenção no dono para saber em que direção ir.

06 - Quando notar que o cão está se comportando, recompense-o. Faça um elogio, um carinho ou dê algum petisco a ele.

07 - No verão, é importante levar água para hidratar seu companheiro e ter um passeio tranquilo e saudável.

 

FONTE: http://labovet.com.br/7-dicas-para-ter-um-passeio-tranquilo-com-seu-cao

Quem já não ficou fã de um cão dos desenhos animados?

A lista de cãezinhos é imensa, mas nesta edição vamos falar um pouquinho desses famosos divertidos. Você se lembra deles? Quem já não ficou fã de um deles?

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PLUTO
Esse atrapalhado Bloodhound é o animal de estimação do Mickey, criado na década de 30. Seu nome, inspirado no planeta, na época recém descoberto, só foi escolhido algum tempo depois da sua criação. Antes, o Pluto era um cão de caça, e se chamava Rover.

 

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SCCOBY DOO
O cão que dá nome à grande animação de Hanna-Barbera é um comilão nato. Ele e seu
melhor amigo, o Salsicha, são os únicos medrosos que fazem parte da equipe que caça fantasmas, mesmo que seja contraditório. Seu nome completo é Scooberty Cornelius Doo. Também possui um bordão que repete sempre no fi nal de cada episódio ‘Scoobydooby-
doo’.

 

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Snoopy é da raça Beagle e aparece nas histórias em quadrinhos de “Peanuts”,
criado por Charles Schulz. Aspirante a escritor, Snoopy gosta de deitar no
telhado de sua casa. Seus melhores amigos são seu dono, Charlie Brown,
e um pássaro amarelo chamado “Woodstock”.

 

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MUTTLEY
Esse tirador de sarro pode despertar uma imediata antipatia.
Sua risada e seu vício anormal por medalhas fazem dele um animal peculiar. Mas é impossível não rir dele. Mutley é um vira lata e não fala, apenas emite alguns ruídos
característicos. Quando está furioso, Muttley solta grunhidos para mostrar sua reprovação.

 

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CORAGEM
O cão do rabugento Eustácio (ou Eustáquio, em algumas traduções) à primeira vista
parece ser um medroso. Mas com certeza, é o morador mais inteligente da fazenda localizada no desértico “Lugar Nenhum”, no Kansas. Coragem está sempre alerta aos perigos que
rodeiam o rancho.

Feliz dia mundial do sol

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Já reparou como o seu cão adora tomar sol? Isso tem um motivo: o sol serve de conforto para eles. Mas não é só isso, ele é também uma fonte de vitaminas. A tão famosa vitamina D que é super importante para fazer o corpo aproveitar melhor o fósforo e o cálcio, que tanto ajuda no fortalecimento dos ossos e no bom desenvolvimento dos filhotes.

Trinta minutos de sol diários já são o suficiente para a saúde do seu pet. Mas lembrem que, apesar de muito saudável, não devemos exagerar com a exposição ao sol, principalmente se o seu amigo for branquinho. O melhor horário é antes das 10 da manhã e após as 16 horas.

Tomando os devidos cuidados, seu cão vai te agradecer, afinal, um passeio gostoso ou uma brincadeira ao ar livre sempre são bem-vindos.

Feliz dia mundial do Sol!

 

Um pouquinho do Sul do Brasil

Um roteiro muito bacana que fizemos foi pelo Sul do Brasil. Vamos contar um pouquinho pra vocês e pra começar…. Gramado-RS!

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Imagem Divulgação

A cidade é conhecida principalmente por seu festival de cinema e seu famoso chocolate.Nossa primeira parada foi o Lago Negro, chamado assim pelas árvores importadas da Floresta Negra na Alemanha. Após um passeio pelos arredores do lago seguimos para a casa dos colonos, onde é possível comprar produtos das quinze colônias alemãs e italianas espalhadas pela cidade, como geléias, vinhos, queijos, cachaças, embutidos entre outros. Não se pode falar de Gramado sem citar as lojas de chocolate espalhadas pelo centro. A cidade figura como uma das melhores produtoras do Brasil. Ao cair da noite o friozinho da Serra Gaúcha torna a Rua Coberta, também no centro da cidade, um local perfeito para se aquecer e desfrutar dos vários cafés e restaurantes que a cercam.

Lá ficamos hospedados num hotel muito legal e que adora receber os nossos pets. Fica a dica de um ótimo lugar para se hospedar em Gramado, quando forem por lá.

Hotel Canto Verde: para saber todas as informações sobre o Canto Verde é só acessar o nosso site. Segue o link pra ficar bem fácil: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/rio-grande-do-sul/gramado/hotel-canto-verde

Boa viagem e bom passeio!

 

Como você transporta seus cães quando sai pra passear de carro?

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Imagem Divulgação

Quem nunca saiu para passear de carro com o seu pet? Esse é um costume muito comum, principalmente para os amantes de viagem ao lado do seu melhor amigo. Até aí está tudo certo, mas não podemos esquecer a segurança e o conforto do nosso amiguinho. Hoje existem no mercado várias opções destinadas ao transporte dos seus cães com segurança, assim como acessórios para proteger o estofado do seu carro. Vamos conhecer?

CINTOS DE SEGURANÇA: esse é um item obrigatório de segurança. Eles são compatíveis com o plug do cinto do carro e mantém o animal seguro durante os passeios.

CADEIRINHA PET: ela é indicada para cães de até 10 quilos e deve ser usada junto com o cinto de segurança. Além de proteger o seu cãozinho, evita o contato direto com o banco do carro.

TELA DE PROTEÇÃO: perfeita para aqueles que têm um cãozinho que adora ir para o banco da frente. Isso é muito bom pois pode evitar acidentes indesejáveis.

CAPA PARA BANCO: para quem quer evitar que o banco do seu carro fique cheio de pelos, a capa protetora resolve muito bem. Ela é impermeável e ajuda a manter o estofado sempre limpo.

Agora é só procurar a opção que melhor te atende, arrumar as malas e pegar a estrada na companhia de quem sempre está ao seu lado.

DE MALAS PRONTAS PARA A VIAGEM? DICAS BÁSICAS PARA QUEM VAI VIAJAR COM SEU PET

Antes de viajar faça uma visita ao veterinário para verificar a saúde de seu animal. Animais com menos de 4 meses que ainda não completaram a vacinação só devem viajar em caso de extrema necessidade. Se possível, evite horários de muito calor ou trânsito. Se a viagem for longa, faça paradas de 2 em 2 horas para seu animal se exercitar e fazer suas necessidades. Ofereça água quando achar conveniente.

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Seu estilo de vida afeta o bem-estar do pet. Como melhorar a rotina dele?

iStock

 

Patrícia Guimarães - Colaboração para o UOL, em São Paulo

 

Todo dia é aquela correria. Acordar cedo, enfrentar o trânsito, cumprir muitos compromissos, voltar para casa exausto e ainda ajeitar tudo para o dia seguinte. Não bastasse tudo isso, soma-se o fato de que 45,9% da população brasileira é sedentária, segundo dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2016. Resultado: animais de estimação cada vez mais privados do contato com o mundo externo e, muitas vezes, confinados em casas ou apartamentos.

Entre os problemas que o sedentarismo pode provocar nos animais está a obesidade, que pode levar a uma série de outras complicações. Entre elas estão doenças hormonais; possibilidade de desenvolvimento de diabetes; doenças respiratórias; doenças articulares e ósseas. “Um cachorro muito pesado, por exemplo, tem dificuldade de se posicionar para fazer xixi. Um animal que passa muito tempo deitado pode ter problema de densidade óssea ou problema dermatológico”, explica o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, Rodrigo Mainardi.

Mas, apesar de bastante grave e comum, a obesidade está bem longe de ser o único problema. “Você pode ter um animal que consome a quantidade calórica compatível com o tanto de energia que ele gasta; então ele pode ser até esguio. Mas ele pode ser um animal que se lambe muito; que faz de tudo para chamar a atenção; late muito dentro de casa; exige carinho de uma forma insistente. São sinais de um desconforto psicológico que indicam a necessidade de que haja uma atividade física maior”, explica Mainardi.

Sua vida é entediante? Imagine a do seu cão

É cada vez mais comum que cães passem, em média, de 8 a 12 horas em casa, sozinhos. Quando um cão deixa de ir à rua, ele não é privado apenas dos benefícios ligados aos aspectos físicos que uma caminhada pode trazer. Ele é impedido também de se favorecer do bem-estar psicológico de ver outros animais, de sentir outros cheiros e de conhecer novos espaços. Tudo isso pode fazer com que o cão adoeça.

Assim como ocorre com os humanos, os animais precisam de estímulos diferentes, como explica a veterinária comportamentalista e pós-doutorada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e fundadora da Psicovet Daniela Ramos. “Uma pessoa sedentária vai ao trabalho, vê os amigos…mas um animal sedentário fica em casa 24 horas; então, do ponto de vista emocional, o impacto é muito grande porque o ambiente dele fica extremamente monótono”, afirma.

Segundo a especialista, essa monotonia pode levar ao tédio, que é um dos gatilhos para o estresse crônico nos animais.

Para a médica veterinária especializada em comportamento canino Karine Drummond Pedrosa, o tédio pode levar a atitudes até mesmo como a automutilação ou agressividade. “É comum acontecer a mutilação quando o animal não tem atividade. Ele se lambe até formar uma lesão. É uma forma que ele encontra de gastar energia “, explica.

Dar uma voltinha nem sempre é o bastante

Os especialistas explicam que na natureza os caninos desenvolveram a capacidade de fazer grandes caminhadas para que pudessem sobreviver e que, mesmo domesticados, eles conservam essa natureza. Por essa razão, aquela voltinha do xixi e do cocô ali na esquina nem sempre é suficiente.

Obviamente cada cão tem sua particularidade e, por isso, animais de menor porte podem gastar bastante energia, por exemplo, em uma brincadeira de bolinha em que interagem com seus tutores. Isso significa que sair todos os dias não precisa ser uma regra absoluta para eles. Já os animais maiores precisam de passeios mais longos para queimar calorias e gastar a energia acumulada depois de um dia inteiro em casa.

Nos dias de chuva, ou quando é impossível sair com o animal, alguns truques podem ajudar. “Ao invés de dar a ração para o cão em um potinho, coloque-a dentro de um brinquedinho ou amarre-a em um pano de modo que ele vai ter trabalho para comer. Assim, no lugar de comer aquela porção de ração do pote em menos de cinco minutos e se deitar, ele vai comer aquela mesma ração em 10 ou 15 minutos”, ensina Mainardi.

“A pessoa pode ensinar truques como sentar, dar a pata, rolar. Pedir que o cão se acalme e se sente antes de ser recompensado. Isso tudo ajuda na questão da ansiedade e é importante fazer um trabalho cognitivo com o animal”, orienta Pedrosa.

Dicas para um passeio ideal

Ramos e Pedrosa deram algumas dicas:
-  o tutor deve escolher um equipamento que não machuque o animal. Existem peitorais de diferentes tipos e eles são mais indicados do que enforcadores;
-  fique atento aos horários de passeio, principalmente nos dias muito quentes para evitar que o animal tenha as patas queimadas;
-  animais albinos (e raças com pré-disposição a problemas de pele, como o boxer) precisam de protetor solar, converse com o veterinário;
-  é recomendado levar uma garrafa de água para o animal;
-  o passeio deve ter, no mínimo, entre 20 e 30 minutos;
- deve haver comunicação entre o tutor e o cão durante a caminhada. Essa comunicação vai contribuir para que o passeio seja controlado e prazeroso para os dois;
-  é importante socializar o cão e deixar que ele cheire também outros animais ou chegue perto de pessoas. Mas antes sempre pergunte se o outro animal reagiria mal ou se a pessoa se incomodaria.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/16/seu-estilo-de-vida-pode-afetar-a-vida-do-seu-bichinho-ja-pensou-nisso.htm

Tapiraí – Uma cidade repleta de cachoeiras e natureza exuberante.

Tapiraí é uma cidade repleta de cachoeiras com natureza exuberante.

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Lá é o local ideal para quem gosta de aventura e turismo ecológico. A cidade tem 80% da sua área tombada como Área de Proteção Ambiental, sendo a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil. A vida selvagem está tão bem preservada que a cidade é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.  Durante o inverno, o “fog” torna a paisagem única. A cidade é repleta de cachoeiras, mata preservada, pousadas charmosas e boa comida. Para se hospedar, indicamos a Pousada Vilarejo do Quim, na estrada da Cachoeira do Chá. Para quem quer somente um lugar para passar o dia e curtir os deliciosos prazeres da culinária mineira, procure pelo Aracê Refúgio Ecológico e Gastronômico que fica próximo à Cachoeira do Alecrim. Lá a cachorrada tem diversão garantida e você pode almoçar ao lado do seu cão.

Para conhecer o Vilarejo: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/sao-paulo/tapirai/vilarejo-do-quim

Para conhecer o Aracê: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/sao-paulo/tapirai/arace-refugio-ecologico-e-gastronomico

 

Estudos Revelam Que Cães Adoram Viajar

Bem como nós, os cães adoram mudar de ambientes. Foi o que revelou uma pesquisa feita por cientistas britânicos.

Os cientistas avaliaram indicadores de estresse de 29 cães.

Tanto no ambiente de casa ou num canil e quando os animais saíram para viajar, os pesquisadores mediram os níveis dos hormônios de estresse (corticosteroides) e epinefrina (adrenalina), o comportamento deles (agitação, inquietação, bocejos, etc), e a saúde física (pele, temperatura do corpo e nariz, alimentação).

De acordo com o estudo, os cães apresentam alguns sinais de excitação mais fortes fora de casa. Com isso os níveis de cortisol aumentam, é verdade, mas não quer dizer que estejam estressados.

É uma consequência da empolgação e dos exercícios físicos (eles se movimentam mais nos canis). E só. Os outros dados (saúde e comportamento) não indicaram estresse maior longe de casa.

Pois é, não é só você que curte aproveitar o feriadão e as férias para fugir da rotina em um lugar diferente. Seu cachorro também gosta. E de preferência num espaço aberto para correr, cheio de outros cães.

Fonte: primopet.com.br

Feriado: Dicas Para Viajar de Carro Com Seu Pet

Kasia/Creative Commons

Kasia/Creative Commons

“Feriado a vista! Eba! Vamos viajar!”

Pelos no banco, vômito no chão, cachorro andando para lá e para cá dentro do carro. Esse cenário não é divertido. Para alguns animais, a viagem pode ser uma tortura.

Katherine McAdoo/Creative Commons

Katherine McAdoo/Creative Commons

Você sabe como evitar enjoos?

A cinetose (enjoo do movimento) atinge grande parte dos animais em passeios de carro. “O problema é causado pelo conflito dos órgãos sensoriais e o sistema vestibular (labirinto). Isso ativa a produção dos neurotransmissores, que por usa vez, atuam em diversos receptores do sistema nervoso, causando náuseas e vômito”, explica o médico veterinário Ricardo Duarte, professor da FMU e gastroenterologista da clínica All Care Vet. “A cinetose é um reforço negativo, semelhante à dor. É um sofrimento para o animal”, afirma.

Falou em enjoo, já pensamos naquele medicamento humano próprio para quem sofre nas viagens. Porém, quando o assunto é bicho, devemos dar preferência por remédios desenvolvidos especificamente para eles. “Além disso, [medicações humanas] podem causar efeitos colaterais indesejáveis”, esclarece Dr. Duarte “O único princípio ativo capaz de bloquear o sistema sensorial responsável pelo enjoo do movimento é o citrato de marapitant. A substância pode ser administrada com segurança mediante orientação do veterinário, de acordo com o peso do animal”, recomenda.

Existe um comprimido chamado Cerenia, que é fácil fácil de dar aos animais, pois tem sabor agradável (palatável), não causa sedação e age rapidamente, em até duas horas.

Há vários outros produtos no mercado que podem lhe ajudar a transportar seu peludo com segurança e sem sujar seu carro. Veja alguns:

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

- capa protetora de acento. Há vários modelos no mercado. A mais recente foi lançada pela Mopar, criada especialmente para pets chiques que andam de SUV. O produto é feito em parceria com a Cooperárvore, programa de responsabilidade social da Fiat Chrysler Automobiles (FCA). Todas as capas evitam que os animais transitem pelo carro, que caia pelo nos bancos.Mas o que garante a segurança do cão é o uso do cinto de segurança canino.

Foto: www.worldtravelguide.com

Foto: www.worldtravelguide.com

- caixa ou bolsa de transporte. A mais aconselhável é a de material rígido. Nela, o pet deve conseguir se movimentar, ao ponto de dar uma volta em torno do próprio corpo.

- cadeirinha ou assento para transporte. Se seu pet é pequeno, você pode optar pela cadeirinha. Ela é fixada no encosto do banco traseiro. Não se esqueça: o que dará a segurança é o uso do cinto de segurança que deve ser conectado na própria cadeirinha.

Neil Bird/Creative Commons

Neil Bird/Creative Commons

- cinto de segurança. Há dois tipos de cinto de segurança, o que prende no próprio cinto do carro e o que prende no engate do cinto. Em ambos os casos, sugere-se que o cinto para pets seja conectado a uma coleira peitoral, para aumentar o conforto e evitar estrangulamento do animal.

Código de Trânsito para transporte de animais

Timo/Creative Commons

Timo/Creative Commons

Não existe regulamentação federal específica determinando como o transporte de animais deve ser feito. Por outro lado, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece o que não pode.

O artigo 252 proíbe transportar animais à esquerda do motorista ou acomodado entre seus braços ou pernas. Nada de levar cachorro no colo, ou na janelinha do motorista.Essa infração média dará quatro pontos na habilitação e multa no valor de R$ 85,13. Já o artigo 235 do CTB define que o transporte de animais não pode ser feito na parte externa do veículo, mesmo que dentro de caixas de transporte. Essa infração é grave e o condutor autuado receberá cinco pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69.

Na falta de legislação específica, o ideal é escolher o produto que melhor se adapta a seu pet e colocá-lo no banco de trás, para garantir mais segurança a todos que estão no carro. Não é recomendado que o animal seja transportado solto, circulando livremente pelo veículo, pois isso pode tirar a visibilidade e atenção do condutor. Para isso tem o artigo 169: dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança pode configurar infração leve, com três pontos na habilitação e multa de R$ 53,20.

Mesmo com todas essas orientações, seu bichinho não gosta de andar de carro?

É importante associar o passeio de carro com algo positivo. Cães que andam de carro somente para ir ao veterinário, passam a ter medo do veículo. Por isso, acostume levá-lo a locais legais e divertidos.

bulldog1/Creative Commons

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Antes de sair de casa, faça um treinamento para seu pequeno andar de carro. Comece o treino com o veículo parado. Dê um brinquedo que ele goste muito. Quando ele estiver mais calmo, ligue o carro, aguarde uns 5 minutos e então saia para dar uma pequena volta. Quanto mais passeios curtos ele fizer, melhor. Leve-o para comprar pão, ir ao supermercado ou mesmo ir à farmácia. Sempre que chegar em casa, dê um petisco ou brinque de algo que ele goste muito. Isso fará com que ele associe o carro a algo legal.

Mas se o problema do seu pequeno for ansiedade e agitação dentro do carro, só inicie o passeio quando ele estiver bem calmo. Enquanto ele estiver agitado e andando no carro, ignore-o e não saia com o carro. O mesmo vale para aqueles que choram. Nada de broncas, ignorar ainda é a melhor opção.

Você também pode treinar seu pet na caixinha ou bolsa de transporte, para se sentir bem e seguro . Para isso, dentro de casa, deixe a caixa aberta, com um cobertor e um brinquedo dentro. Não force a entrada. Deixe-o cheirar e se sentir a vontade para explorar a nova caverninha. Quando ele entrar, dê um petisco ou algo que ele goste muito de comer. Quando ele já estiver bem adaptado, treine fechar a portinha, dar um petisco pela grade e abrir a portinha. Aumente, aos poucos, o tempo que a portinha ficará fechada. Quando for transportá-lo no carro, deixe sempre esse cobertor e um brinquedinho para que ele se sinta mais confortável.

Chris Goldberg/Creative Commons

Chris Goldberg/Creative Commons

Se a viagem for longa, faça pequenas paradas para dar água e levar seu pequeno para fazer xixi, ou trocar a fraldinha da caixinha de transporte. Agora você já pode passear tranquilo com seu pet, seja para visitar aqueles parentes no interior ou ir até um parque para passear.

Fonte: vida-estilo.estadao.com.br