Como você transporta seus cães quando sai pra passear de carro?

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Imagem Divulgação

Quem nunca saiu para passear de carro com o seu pet? Esse é um costume muito comum, principalmente para os amantes de viagem ao lado do seu melhor amigo. Até aí está tudo certo, mas não podemos esquecer a segurança e o conforto do nosso amiguinho. Hoje existem no mercado várias opções destinadas ao transporte dos seus cães com segurança, assim como acessórios para proteger o estofado do seu carro. Vamos conhecer?

CINTOS DE SEGURANÇA: esse é um item obrigatório de segurança. Eles são compatíveis com o plug do cinto do carro e mantém o animal seguro durante os passeios.

CADEIRINHA PET: ela é indicada para cães de até 10 quilos e deve ser usada junto com o cinto de segurança. Além de proteger o seu cãozinho, evita o contato direto com o banco do carro.

TELA DE PROTEÇÃO: perfeita para aqueles que têm um cãozinho que adora ir para o banco da frente. Isso é muito bom pois pode evitar acidentes indesejáveis.

CAPA PARA BANCO: para quem quer evitar que o banco do seu carro fique cheio de pelos, a capa protetora resolve muito bem. Ela é impermeável e ajuda a manter o estofado sempre limpo.

Agora é só procurar a opção que melhor te atende, arrumar as malas e pegar a estrada na companhia de quem sempre está ao seu lado.

DE MALAS PRONTAS PARA A VIAGEM? DICAS BÁSICAS PARA QUEM VAI VIAJAR COM SEU PET

Antes de viajar faça uma visita ao veterinário para verificar a saúde de seu animal. Animais com menos de 4 meses que ainda não completaram a vacinação só devem viajar em caso de extrema necessidade. Se possível, evite horários de muito calor ou trânsito. Se a viagem for longa, faça paradas de 2 em 2 horas para seu animal se exercitar e fazer suas necessidades. Ofereça água quando achar conveniente.

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Seu estilo de vida afeta o bem-estar do pet. Como melhorar a rotina dele?

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Patrícia Guimarães - Colaboração para o UOL, em São Paulo

 

Todo dia é aquela correria. Acordar cedo, enfrentar o trânsito, cumprir muitos compromissos, voltar para casa exausto e ainda ajeitar tudo para o dia seguinte. Não bastasse tudo isso, soma-se o fato de que 45,9% da população brasileira é sedentária, segundo dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2016. Resultado: animais de estimação cada vez mais privados do contato com o mundo externo e, muitas vezes, confinados em casas ou apartamentos.

Entre os problemas que o sedentarismo pode provocar nos animais está a obesidade, que pode levar a uma série de outras complicações. Entre elas estão doenças hormonais; possibilidade de desenvolvimento de diabetes; doenças respiratórias; doenças articulares e ósseas. “Um cachorro muito pesado, por exemplo, tem dificuldade de se posicionar para fazer xixi. Um animal que passa muito tempo deitado pode ter problema de densidade óssea ou problema dermatológico”, explica o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, Rodrigo Mainardi.

Mas, apesar de bastante grave e comum, a obesidade está bem longe de ser o único problema. “Você pode ter um animal que consome a quantidade calórica compatível com o tanto de energia que ele gasta; então ele pode ser até esguio. Mas ele pode ser um animal que se lambe muito; que faz de tudo para chamar a atenção; late muito dentro de casa; exige carinho de uma forma insistente. São sinais de um desconforto psicológico que indicam a necessidade de que haja uma atividade física maior”, explica Mainardi.

Sua vida é entediante? Imagine a do seu cão

É cada vez mais comum que cães passem, em média, de 8 a 12 horas em casa, sozinhos. Quando um cão deixa de ir à rua, ele não é privado apenas dos benefícios ligados aos aspectos físicos que uma caminhada pode trazer. Ele é impedido também de se favorecer do bem-estar psicológico de ver outros animais, de sentir outros cheiros e de conhecer novos espaços. Tudo isso pode fazer com que o cão adoeça.

Assim como ocorre com os humanos, os animais precisam de estímulos diferentes, como explica a veterinária comportamentalista e pós-doutorada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e fundadora da Psicovet Daniela Ramos. “Uma pessoa sedentária vai ao trabalho, vê os amigos…mas um animal sedentário fica em casa 24 horas; então, do ponto de vista emocional, o impacto é muito grande porque o ambiente dele fica extremamente monótono”, afirma.

Segundo a especialista, essa monotonia pode levar ao tédio, que é um dos gatilhos para o estresse crônico nos animais.

Para a médica veterinária especializada em comportamento canino Karine Drummond Pedrosa, o tédio pode levar a atitudes até mesmo como a automutilação ou agressividade. “É comum acontecer a mutilação quando o animal não tem atividade. Ele se lambe até formar uma lesão. É uma forma que ele encontra de gastar energia “, explica.

Dar uma voltinha nem sempre é o bastante

Os especialistas explicam que na natureza os caninos desenvolveram a capacidade de fazer grandes caminhadas para que pudessem sobreviver e que, mesmo domesticados, eles conservam essa natureza. Por essa razão, aquela voltinha do xixi e do cocô ali na esquina nem sempre é suficiente.

Obviamente cada cão tem sua particularidade e, por isso, animais de menor porte podem gastar bastante energia, por exemplo, em uma brincadeira de bolinha em que interagem com seus tutores. Isso significa que sair todos os dias não precisa ser uma regra absoluta para eles. Já os animais maiores precisam de passeios mais longos para queimar calorias e gastar a energia acumulada depois de um dia inteiro em casa.

Nos dias de chuva, ou quando é impossível sair com o animal, alguns truques podem ajudar. “Ao invés de dar a ração para o cão em um potinho, coloque-a dentro de um brinquedinho ou amarre-a em um pano de modo que ele vai ter trabalho para comer. Assim, no lugar de comer aquela porção de ração do pote em menos de cinco minutos e se deitar, ele vai comer aquela mesma ração em 10 ou 15 minutos”, ensina Mainardi.

“A pessoa pode ensinar truques como sentar, dar a pata, rolar. Pedir que o cão se acalme e se sente antes de ser recompensado. Isso tudo ajuda na questão da ansiedade e é importante fazer um trabalho cognitivo com o animal”, orienta Pedrosa.

Dicas para um passeio ideal

Ramos e Pedrosa deram algumas dicas:
-  o tutor deve escolher um equipamento que não machuque o animal. Existem peitorais de diferentes tipos e eles são mais indicados do que enforcadores;
-  fique atento aos horários de passeio, principalmente nos dias muito quentes para evitar que o animal tenha as patas queimadas;
-  animais albinos (e raças com pré-disposição a problemas de pele, como o boxer) precisam de protetor solar, converse com o veterinário;
-  é recomendado levar uma garrafa de água para o animal;
-  o passeio deve ter, no mínimo, entre 20 e 30 minutos;
- deve haver comunicação entre o tutor e o cão durante a caminhada. Essa comunicação vai contribuir para que o passeio seja controlado e prazeroso para os dois;
-  é importante socializar o cão e deixar que ele cheire também outros animais ou chegue perto de pessoas. Mas antes sempre pergunte se o outro animal reagiria mal ou se a pessoa se incomodaria.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/16/seu-estilo-de-vida-pode-afetar-a-vida-do-seu-bichinho-ja-pensou-nisso.htm

Por que você não deve deixar seu animal de estimação no carro?

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Não é raro que as pessoas deixem seus cães dentro do carro, e isso ocorre em vários países. Isso é comum de acontecer em qualquer situação: dias frios, dias quentes, com tempo chuvoso ou ensolarado. Os cães ficam presos em automóveis parados na rua, em estacionamentos abertos e até de grandes estabelecimentos, como shoppings.

Um hábito especialmente frequente, e ainda mais perigoso, é deixar cachorros presos nos carros durante paradas de viagem. Pense: quantas vezes, numa lanchonete ou posto de gasolina na estrada, você não viu um cachorro latindo ou dormindo, sozinho, dentro de um carro?

Embora possa parecer tranquilo prender seu cachorro por apenas alguns minutos, enquanto vai ao banheiro e toma um café, na realidade isso é muito perigoso. Os cachorros funcionam de forma muito diferente da nossa com relação ao suor e à temperatura corporal. Eles suam e se refrescam por meio das patas e da língua para fora, ofegantes, com a respiração curta. Se houver apenas ar quente disponível, levará apenas alguns minutos para seu cão sofrer um colapso ou mesmo morrer. Isso pode acontecer em 15 minutos.

Os carros chegam a temperaturas elevadíssimas, independentemente do clima externo. Por exemplo, em dias muito frios os carros podem ficar muito quentes por conta do sol; já no verão, mesmo à sombra, o carro fica quente – especialmente no Brasil em países tropicais.

Deixar o ar condicionado ligado parecer resolver o problema, mas também pode ser perigoso. Além de poder não ser suficiente em certos casos, o ar condicionado pode ter alguns problemas. Ele pode desligar sozinho, ou ainda pior – pode passar por problemas que o levam a trocar a temperatura baixa do ar pela alta. Isso já ocorreu antes, e cães morreram ao permanecerem por menos de 30 minutos dentro de um carro cujo ar condicionado passou por essa falha.

Você pode estar aliviado, lembrando das vezes que deixou seu animal de estimação no carro. Você deixou frestas das janelas abertas, então tudo bem.

Mas deixar as janelas do carro abertas também não funciona. Afinal, se você não abrir muito, provavelmente não fará diferença e o animal correrá os mesmos riscos. Se abrir o bastante, seu cão pode fugir, dependendo do seu tamanho, ou mesmo morder pessoas que passem na rua. Você será responsável e poderá sofrer um processo, além de colocar em risco a integridade de outras pessoas.

Você nunca deve, em hipótese nenhuma, deixar seu cachorro preso num carro. Porém, em alguns casos, isso deve ser ainda mais enfatizado. É o caso de todos os cães braquicefálicos, como o buldogue francês.

Os cães braquicefálicos têm uma porção de problemas. Eles têm essa denominação pelo fato de sua mandíbula superior não ser proporcional ao resto da cabeça e corpo, trazendo problemas na traqueia, palato mole, narinas e ofego. Esses problemas geram uma obstrução na respiração e, portanto, um problema de calor – a hipertermia. Basicamente, eles não conseguem abaixar a temperatura corporal.

Como a respiração dos cães de raças como o buldogue francês não respiram bem, eles também não ofegam adequadamente. Ao ofegar os cães se refrescam e regulam a temperatura corporal, mesmo em tempos quentes. Com todas essas funções comprometidas, deixar um cão braquicefálico preso no carro é ainda mais perigoso, e as chances de morte são grandes.

Por Animais Amigos - http://www.animaisamigos.com/

7 DICAS PARA PLANEJAR UMA VIAGEM COM SEU PET

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Com a chegada das férias de fim de ano as viagens ficam mais presentes na rotina dos brasileiros, mas aqueles que têm seu pet não precisam deixar o animalzinho para trás. Com as dicas abaixo do Renato Costa, veterinário parceiro da Zoetis, companhia global de saúde animal, o passeio será tranquilo e inesquecível.

Confira:

1- Verifique a carteira de vacinação do seu animal

Foto via Istock/ AnatoliYakovenko

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“As vacinas são muito importantes e precisam estar em dia”, explica o veterinário. Não apenas pela obrigatoriedade da vacinação contra raiva para viagens interestaduais ou internacionais, mas, sobretudo, pois seu destino pode, eventualmente, ser uma área de alta incidência de algumas doenças virais de fácil contágio como a parvovirose e a cinomose em cães ou a rinotraqueíte em gatos. A vacinação contra estas e outras doenças devem estar sempre atualizadas e ao planejar uma viagem devemos nos certificar de que nossos amigos estejam protegidos para poderem aproveitar.

2- Cuidado se for à praia ou campo

Foto via Istock/ arekmalang

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A dirofilariose ou verme do coração como é conhecida, requer atenção especial principalmente em viagens nestas regiões onde é mais frequente. A doença é transmitida por um mosquito e pode levar a óbito, caso não seja tratada. Para evitar este mal, de acordo com Renato Costa, existem remédios de uso mensal, que podem ser aplicados pelo próprio dono como o Revolution da Zoetis, “além do verme do coração, o Revolution também combate pulgas, carrapatos e vermes intestinais”.

3- Viagem sem vômitos e enjoos

Foto via Istock/ nata789

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“não são todos os animais que vomitam na viagem, mas a maioria, mesmo sem expelir nada sente o chamado enjoo do movimento. Para estes casos indicamos o Cerenia, ele ajuda o animalzinho a não ter desconfortos com o enjoo e previne o vômito. O Cerenia tem duração de 12 horas, então é necessário se programar se a viagem for longa”.

4- Faça paradas para água e outras necessidades do animal

Foto via Istock/ damedeeso

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De acordo com Renato Costa, água é indispensável, principalmente em dias quentes de verão. “É importante fazer paradas regulares para que o animal beba água faça suas necessidades. Assim, a viagem se torna tranquila para o animal e ele vai poder aproveitar melhor com seu tutor”.

3- Leve objetos que ele goste

Foto via Istock/ Eriklam pet

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“Brinquedos, cobertores, o que dê para levar que seja familiar é sempre válido.Isso diminuirá o estresse de mudança de ambiente”.

4- Não se esqueça de ver documentos necessários para viagens de avião fora e dentro do país

Foto via Istock/ humonia

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“Para ambas as viagens é necessário a carteira de vacinação em dia e atestado de saúde que deve ser solicitado para o veterinário no máximo três dias antes da viagem”.

5- Se a viagem for de carro, não deixe o animal solto no veículo

Foto via Istock/ Dirima pet

Foto via Istock/ Dirima

“Além de provocar acidentes e poder lhe render uma multa, também é perigoso para o animal. Deixe-o dentro de caixas de transporte próprias para estes fins ou preso ao banco pela coleira própria para viagens. Existem várias opções no mercado para levar o cão ou gato dentro do carro em segurança”, orienta Renato Costa, veterinário parceiro da Zoetis.

 

Texto por: Agência com edição Eliria Buso

Foto destaque via Istock/ AnatoliYakovenko

Tapiraí – Uma cidade repleta de cachoeiras e natureza exuberante.

Tapiraí é uma cidade repleta de cachoeiras com natureza exuberante.

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Lá é o local ideal para quem gosta de aventura e turismo ecológico. A cidade tem 80% da sua área tombada como Área de Proteção Ambiental, sendo a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil. A vida selvagem está tão bem preservada que a cidade é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.  Durante o inverno, o “fog” torna a paisagem única. A cidade é repleta de cachoeiras, mata preservada, pousadas charmosas e boa comida. Para se hospedar, indicamos a Pousada Vilarejo do Quim, na estrada da Cachoeira do Chá. Para quem quer somente um lugar para passar o dia e curtir os deliciosos prazeres da culinária mineira, procure pelo Aracê Refúgio Ecológico e Gastronômico que fica próximo à Cachoeira do Alecrim. Lá a cachorrada tem diversão garantida e você pode almoçar ao lado do seu cão.

Para conhecer o Vilarejo: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/sao-paulo/tapirai/vilarejo-do-quim

Para conhecer o Aracê: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/sao-paulo/tapirai/arace-refugio-ecologico-e-gastronomico

 

Diversão de cães é garantida em parque paulista

Nada mais justo do que proporcionar lazer ao seu fiel companheiro de quatro patas. Diversão de cães é assunto sério!

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Além de todos os cuidados que os cães merecem é importante se preocupar com o lazer, para que os bichinhos não fiquem estressados. Diversão de cães pode ser feita de muitas maneiras, como brincadeiras e passeios pelos parques de São Paulo. Os passeios com cães garantem que os peludos se tornem melhor comportados em casa, além de ficarem mais familiarizados com situações e ambientes novos.

Mesmo que os cães vivam em uma casa grande é importante que eles tenham um espaço maior para se movimentar, melhorando assim o desenvolvimento físico e mental. A diversão de cães traz benefícios também para seus donos, que têm oportunidade de fazer novas amizades num momento de lazer.

Os melhores parques para passear com cachorros

Os parques mais disputados para passear com os pets são o Parque do Ibirapuera e o Parque Villa-Lobos. Por lá desfilam cães das mais diversas raças e tamanhos, principalmente nos finais de semana. Entre os gramados e áreas verdes do Ibirapuera é possível deixar o animal sem coleira, com exceção das raças american staffordshire, pitbull, bullterrier, mastin napolitano, e rotteweiler que precisam estar munidos de guia curta, coleira, enforcador e focinheira. O parque conta com cachorródromo, que fica mais afastado da área principal. O Villa-Lobos tem amplo espaço, oferece pouca sombra mas tem bebedouro e aula de adestramento aos sábados.

No Parque da Juventude há muito espaço para brincadeiras e também cachorródromo, um cercadinho sem sombra que os peludos adoram. Mais próximo à região dos jardins ficam o Parque Trianon, um recanto da natureza em plena avenida Paulista para os cães relaxarem; e o Parque Buenos Aires, na Avenida Angélica, área sob a sombra de uma enorme figueira para os companheiros de quatro patas. Na Praça Roosevelt os bancos de madeira, a terra batida e as plantas dividem o espaço com um cachorródromo.

Outros lugares para levar os pets

Ruas arborizadas e praças também são ótimos lugares para fazer passeios com cães. Muitos shopping centers, bares, hotéis e até restaurantes permitem a presença de animais de estimação.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/diversao-cao/

Os Riscos do Seu Cão Usar Roupinhas

Se você acha que cobrir seu animal de estimação com roupinhas quentes vai protegê-lo do frio, saiba que, além de deixá-lo desconfortável, isso pode ser um perigo e tanto.

Se o bicho é gordinho ou tem pêlos longos, deixe as roupas de lado e, no máximo, providencie um edredom
Foto: Dreamstime

Chega o inverno. E aí, com a melhor das intenções, você resolve vestir o seu cão com roupas para dias de temperatura mínima, como se ele já não fosse munido por natureza de pelagem, curta ou longa, não importa. Antes de montar um guarda-roupa completo para o seu bicho passear nesta estação, alto lá. Bom senso, por favor, até por questões de saúde.

De acordo com o veterinário Mário Marcondes, muita gente peca pelo exageroquando resolve encapotar o pobre animal e faz de um passeio com o cachorro um desfile de modelitos fashion. “Além de inútil, tanta roupa pode botar o cão em risco”, alerta o veterinário. “O cachecol, por exemplo, às vezes provoca acidentes quando ele, tentando se desvencilhar da peça, acaba se enforcando.”

Cães de pelagem longa definitivamente não precisam de roupa nenhuma, por mais frio que esteja o clima. Os que estão acima do peso, mesmo que sejam de uma raça de pelagem curta, também não. “A própria gordura corporal já os deixa aquecidos”, justifica o veterinário José Manuel Mourino. Se você teimar em agasalhar seu pet peludo ou gordo, só vai contribuir para uma bela hipertermia, quando a temperatura do corpo sobe além da conta.

As raças de pêlo curto até podem aderir à moda, desde que você note que, de fato, seu cachorro sente frio. No caso, escolha uma única peça e – muito importante também – observe se ela não atrapalha os movimentos do bichinho. Aliás, o ideal é que o animal seja acostumado à novidade aos poucos. E, se perceber que não quer mesmo saber de sair vestido, o melhor é não insistir. Para alguns, o contato do tecido com o corpo pode provocar um coça-coça sem fim e até mesmo uma doença de pele, se houver predisposição. “O que tem que prevalecer sempre é o conforto”, conclui Mourino.

Não se esqueça:

· Tecidos sintéticos e de lã costumam causar alergias. Prefira os de algodão ou malha macia.

·  Sapatos? Nem pensar! Além de incômodos, fazem o cão perder o tato, que no caso é sentido principalmente por meio das patas.

· Se o bicho é gordinho ou tem pêlos longos, deixe as roupas de lado e, no máximo, providencie um edredom ou travesseiro, só para dar aconchego na hora da soneca em noites mais frias.

Como saber se o seu cão está sentindo frio:

· Se o cãozinho estiver com ataques de tremedeira, ele, realmente, está sentindo frio.

· Se as orelhas e as patas estiverem bem mais frias do que o normal.

Fonte: Saúde Abril

Cães e Bebês

Há muitas pessoas que acham extremamente inadequado que cães e bebês dividam o mesmo lar, em principal por causa de bactérias e possíveis doenças, acham mais apropriado ter um cãozinho quando o filho for um pouco maior, já estiver andando, mas é possível sim ter cães e bebês em casa.

Alguns acham que devido ao fato do bebê ser extremamente vulnerável a qualquer tipo de germe e bactéria, pois seu sistema imunológico está ainda se formando, deixar o bebê exposto ao contato físico com um cão pode ser muito perigoso. Está errado, saiba que é exatamente o oposto disso.

Um estudo feito pelo Hospital Universitário Kuopio, da Finlândia, constatou que os bebês que conviviam com cães em casa amadurecem o sistema imunológico mais rápido, exatamente porque o cão leva na sua pelagem germes e bactérias, mas ao contrário do que se pensa, isso ajuda o sistema de defesa do bebê a se desenvolver mais rápido. Bebês que convivem com cães tem 44% menos chances de ter infecções de ouvido e 29% menos chances de precisarem tomar antibióticos.

 

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/caes-bebes-dicas-convivencia/

Tipos de Brinquedos Para Cachorro

Brincar é um comportamento canino natural. Embora alguns cães vão brincar mais do que outros, os brinquedos são itens essenciais para todos os cães. Na verdade, problemas de comportamento podem se desenvolver quando os cães não utilizam seus comportamentos instintivos.

Opções de brinquedos para cães são quase infinitas, por isso, escolher um brinquedo pode ser complicado. Alguns donos acabam por comprar um monte de brinquedos e estes acabam juntando poeira porque não são interessantes para seu cachorro. A preferência do cão por um brinquedo específico depende de seu estilo. Experimente alguns tipos diferentes de brinquedos com seu cão e aprenda como ele gosta de brincar. Se você já tem muitos brinquedos, deixe a maioria deles inativos por um tempo e volte a usá-los no futuro. Alguns meses mais tarde, o seu cãozinho vai pensar que eles são novos. Você pode usar a seguinte lista como um guia para escolher os melhores brinquedos. É importante lembrar que todos os brinquedos podem representar um risco se o seu cão ingeri-los, então a brincadeira deve ser supervisionada, especialmente com mastigadores. Não importa o quão durável parece ser um brinquedo, ainda existe a possibilidade das peças serem mastigadas e ingeridas.

1. Bolas

Uma bola é um brinquedo obrigatório para qualquer cão que gosta de buscar coisas. Existem bolas de muitas variedades, começando por bolas de tênis básicas ou bola de borracha, até bolas com luz intermitente. Algumas bolas tem ranhuras ou furos com guloseimas. Ao escolher uma bola para seu cão, selecione uma que é grande o suficiente para que ele não a engula. O tamanho básico de uma bola de tênis funciona bem para a maioria dos cães, mas há também bolas extra grandes para cães gigantes e mini bolas para cães pequenos. Em geral, evite deixar as bolas de tênis próximo de seu cão sem supervisão. Acredite ou não, o material das bolas de tênis podem desgastar os dentes e as peças podem levar à asfixia ou obstrução gastrointestinal se ingerido.

Disco de brinquedo2. Discos

Cães que amam bolas também tendem a adorar discos e outros brinquedos de jogar e buscar. O disco é um pouco mais versátil do que uma bola quando se trata de jogar e buscar, porque você pode variar a velocidade do disco e fazer com que ele mude de direção, desafiando ainda mais o seu cão. Há até mesmo um esporte, que envolve a busca de discos. Discos podem ser feitos de borracha, plástico, uma corda ou outro material.

3. Bichos de Pelúcia

Muitos cães adoram brinquedos de pelúcia. Eles vão achar que eles são filhotes ou encará-los como presas. Brinquedos de pelúcia geralmente contêm espumas e preenchimentos. Os cães muitas vezes podem rasgá-los e o conteúdo do bichinho de pelúcia se espalha por toda a parte. Muitos cães parecem estar tentando “matar” a sua “presa”. Depois que o brinquedo é “morto” podem às vezes ainda carregá-los e sacudí-los. Supervisione seu cão quando ela brinca com brinquedos de pelúcia para mantê-lo longe de engolir qualquer espuma, que pode levar à obstrução gastrointestinal. Se você está cansado de limpar a sujeira dos bichos de pelúcia, experimente um brinquedo sem preenchimento. Estes são basicamente como bichos de pelúcia com espuma, mas sem preenchimento. Os Brinquedos de pelúcia não vão durar muito, mas ainda podem dar muita diversão para seu cachorro.

Corda de brinquedo4. Cordas

Brinquedos de corda são feitos de corda trançada e as vezes tem partes de borracha ou de plástico. Eles podem ser usados ​​para jogar e buscar, cabo-de-guerra ou simplesmente mastigar. Muitos cães adoram brinquedos de corda, enquanto outros não têm nenhum interesse. A ação de mastigar um brinquedo de corda pode realmente ser bom para os dentes do seu cão, pois cria uma ação de quase uma escovação. No entanto, cães com uma mordida forte podem facilmente destruir os brinquedos de corda e podem ingerir pedaços. Isso pode levar à obstrução gastrointestinal grave. Nunca deixe o seu cão brincar com brinquedos de corda sem supervisão. Quando o seu brinquedo de corda começar a desmanchar, é hora de jogá-lo fora.

Comedor brinquedo para cachorro5. Comedor-brinquedo

Toda casa que tem um cachorro deveria ter um brinquedo como esse. Eles oferecem diversão, estimulação mental e são uma ótima maneira para os cães canalizarem sua energia. Os comedores-brinquedo vêm em várias formas e tamanhos e são feitos geralmente de borracha ou plástico. Podem ser preenchidos com guloseimas, croquetes, manteiga de amendoim entre outros alimentos. Este tipo de brinquedo proporciona horas de diversão para o seu cão.

Estas foram algumas dicas de brinquedos que seu cãozinho pode vir a gostar de brincar. O mais importante de tudo é estimular e se divertir com seu amigo sem colocar em risco a sua saúde.

Fonte: Blupet