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Cães e Gatos também gostam de Picolé



Chico, do Cansei de Ser Gato.


Django, o gato da repórter, aprovou o sorvete.

É para virar moda. Depois que a “paleta mexicana de atum” foi postada na fanpage do Chico, o gatinho que cansou de ser gato e tem mais de 314 mil likes no Facebook, muitos donos de bichanos estão fazendo em casas o sorvete de sachê. A receita é simples, e nós, do Viver Bem, testamos e mostramos passo a passo para vocês.



A ração em sachê nos copinhos, antes de ir ao freezer.

Anote aí: você vai precisar de 1 copo plástico descartável, 1 palitinho (também valem colheres e garfinhos descartáveis) e 1 pacotinho de ração sachê.

Despeje todo o conteúdo do pacotinho
dentro do copo; depois, coloque o palitinho bem ao centro. Leve-o para o freezer; quatro horas depois, o picolé está pronto.

Depois de congelado, é hora de “rasgar” o copinho para retirar o sorvete de dentro. É importante deixar o picolé um tempinho fora do congelador antes de oferecer para o animal, justamente para que ele não queime a língua. Eles adoram. Nós testamos a receita com um gato, mas existem comidas na mesma consistência à venda para cachorros.

Fonte: gazetadopovo.com.br

7 Cuidados Essenciais ao Viajar com Animais de Estimação no Carro

O mercado de pets brasileiro é um dos maiores do mundo. São mais de 98 milhões de animais domésticos, o que coloca o país em quarto lugar em população total de bichos de estimação, de acordo com a Anfalpet (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação).

O gasto médio do brasileiro com seus animais foi de R$ 350 ao mês em 2011 – número bastante expressivo se comparado inclusive ao salário mínimo atual de R$ 678. Os dados também apontam para o crescimento do mercado de pets nos últimos anos. De acordo com a consultoria Gouvêa de Souza, a estimativa de gastos com pets em 2012 ficou na casa dos R$ 12,7 bilhões, um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior.

Estes índices demonstram a importância dos bichos de estimação para a indústria nacional e apontam oportunidades para o setor de turismo com pets. Neste contexto, é papel dos agentes de viagens saberem como orientar os clientes que desejam viajar com seus mascotes.

Confira a seguir as dicas para quem vai levar o pet em uma viagem de carro e auxilie os viajantes!

1. Leve seu bicho ao veterinário antes da viagem
O primeiro passo é levar o animal ao veterinário, para ter um acompanhamento profissional adequado. Ele deve atestar se o bicho está com boas condições de saúde e com as vacinas em dia – em especial a anti-rábica, que só é válida se tomada com no mínimo 30 dias antes da viagem e tem prazo de validade de 12 meses.

2. Acostume seu pet a passear de carro
Antes de embarcar para uma viagem mais longa, o animal de estimação deve estar acostumado a andar de carro. Leve seu bicho para passear de automóvel sempre que possível e lembre-se de não associar os passeios a situações estressantes, como a ida ao veterinário por exemplo. O bicho precisa se sentir confortável e confiante dentro do carro.

3. Evite os enjoos desnecessários
Alguns cachorros e gatos sentem enjoos com o balançar do veículo. Para evitar o desconforto, é recomendável oferecer uma refeição leve três horas antes da partida. Evite alimentar o animal durante a viagem e lembre-se de sempre mantê-lo hidratado. Caso seu bicho já tenha antecedentes de enjoo nas viagens, busque orientação do veterinário sobre a medicação adequada. Atenção: em hipótese alguma faça a automedicação do seu bicho de estimação.

4. Faça o transporte adequado do seu mascote
Transportar animais sem cinto de segurança no carro é proibido, conforme o Artigo 252, II, do Código de Trânsito. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) estabelece que os bichos devem ser transportados de forma a não desviar a atenção do condutor do veículo, já que podem causar acidentes.

Além disso, alguns pets podem saltar para fora do automóvel em movimento quando as janelas estão abertas. Portanto, o transporte adequado faz parte tanto para sua segurança, quanto para a do seu animal.

Nas viagens ou passeios de automóvel, o pet deve viajar com cintos de segurança específicos para animais ou dentro de uma caixa de transporte. Neste caso, o bichinho já deve estar habituado com esta situação. Se o animal for filhote, a dica é acostumá-lo desde cedo com as caixas de transporte.

Vale lembrar que a caixa de transporte deve ser ventilada e estar de acordo com o porte do animal – ela deve permitir que o seu bicho de estimação consiga deitar, ficar em pé e dar uma volta em torno de si. Elas podem ser compradas em pet shops, sob a orientação de um veterinário.

5. Paradas de descanso a cada duas horas, no máximo
Os donos devem parar a cada duas horas para garantir o conforto do animal. Aproveite para dar uma volta com o bicho, sempre com coleira, e veja se ele precisa fazer suas necessidades ou tomar água. Também é indicado que seu animal tenha uma placa de identificação, com nome e telefone, caso ele venha a se perder. E atenção: jamais deixe seu animal sozinho dentro do carro, mesmo com a janela aberta, pois a hipertermia (aumento excessivo da temperatura corporal) pode levar o animal à morte.

6. Faça uma bagagem apropriada para seu bichinho
Não é só você que deve ter sua mala de viagem, o pet também precisa ter a bagagem dele com os produtos e objetos necessários aos seus cuidados. Nela devem conter o pote de água e comida, brinquedos, ração e guloseimas, remédios e roupinhas em caso de viagens para locais mais frios.

7. Viagem internacional pede cuidados especiais
Para viagens internacionais, solicite ao veterinário o Certificado Sanitário, que contêm dados como raça, nome do animal, origem (caso tenha pedigree) e carteira de vacinação. Também verifique a necessidade do CZI (Certificado Zoos Sanitário Internacional), emitido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura e consulte o consulado do país de destino para saber se há outras exigências específicas.

Fonte: amadeus1a.com.br

Cães Bagunceiros – Como Lidar com um Pet Destruidor

Cães bagunceiros são amigos indiscutivelmente divertidos na hora de brincar mas, para quem convive diariamente com um pet muito agitado, a animação constante pode trazer questões complicadas, e mesmo a realização das tarefas mais simples do dia-a-dia pode se tornar uma missão quase impossível.

Não é incomum que os donos de cães bagunceiros cheguem em casa e se deparem com um cenário de guerra; objetos espalhados pelo chão, roupas reviradas e sapatos comidos estão entre as traquinagens mais comuns dos pets caninos – que pulam, correm, latem e ficam elétricos por certo tempo a cada vez que a campainha da casa toca ou uma visita aparece.

Todos estes comportamentos podem parecer fofos e engraçadinhos em desenhos e vídeos da internet, no entanto, essa animação pode ter motivações relacionadas a diferentes fatores – que podem tanto exigir um adestramento mais focado como tratamentos específicos para diferentes síndromes caninas.

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Leia Mais: Cachorro Uivando – O que isso significa?

 

Em boa parte das vezes, as bagunças de um pet podem ser feitas pelo simples fato de ele querer brincar ou chamar a atenção, e há uma série de técnicas simples para amenizar a agitação do cão e determinar limites para ele. Mas há também casos de hiperatividade, ansiedade da separação e obsessões, que podem causar um comportamento destrutivo por parte do animal e necessitar de tratamentos que podem incluir medicamentos variados.

Neste artigo, você conhece um pouco mais sobre as técnicas para lidar com cachorros muito bagunceiros e acalmá-los, além de ficar por dentro dos principais sinais que podem indicar uma condição especial por trás da agitação do seu pet.

 

Como lidar com cães bagunceiros

 

Embora seja muito gostoso chegar em casa e ser recebido por um cão feliz e animado em lhe ver, nem só de festa é feita a vida de quem tem um pet canino que gosta de bagunçar a casa, e os problemas começam, justamente, quando a agitação do animal ultrapassa (e muito) a alegria pontual de encontrar com seu dono.

Andando por todos os cantos da casa, pulando, correndo e, consequentemente, tendo efeito em tudo que se passa a sua volta, os cães muito agitados podem impedir que ações simples e cotidianas – como assistir televisão tranquilamente, estender as roupas no varal e limpar a casa, por exemplo – sejam muito dificultadas, já que não há espaço onde o cão não apareça e imponha sua presença querendo atenção.

Enquanto os pets mais calmos precisam de apenas alguns minutinhos de brincadeiras para que o comportamento agitado seja amenizado, os mais ativos parecem ter uma pilha infinita, e que precisa ser gasta. Muitos dos donos de cães com esse tipo de personalidade acabam recorrendo ao confinamento do animal em algum ambiente da casa para poderem ter algum tempo de sossego; no entanto, o que é usado como solução, na maioria das vezes, intensifica o problema – já que, quanto mais os cachorros ficam presos, mais vontade eles têm de sair de onde estão, correr e brincar.

Para evitar a continuidade desse tipo de comportamento, as técnicas mais básicas de adestramento devem ser postas em prática logo de cara, pois, embora a animação seja grande, os cães são muito inteligentes, e costumam responder rápido a treinamentos quando estes são administrados da maneira correta.

A velha técnica de recompensar o animal quando ele obedece a um comando e dar uma bronca quando ele não é obediente ainda é a mais simples e eficiente, e pode ser realizada com a ajuda de produtos disponíveis no mercado pet. Loções e sprays próprios para o adestramento de cães (que soltam um gosto amargo na boca do animal, dando uma sensação ruim) podem ser encontrados facilmente em pet shops, e funcionam bem como maneira reprimir as desobediências caninas, contudo, sempre consulte um veterinário antes de fazer uso de qualquer tipo de produto no seu pet.

 

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O importante para que o cão processe a informação é que seu dono deixe bem claro quais são os tipos de comportamento corretos e os equivocados. Para recompensar as ações positivas do pet, muito carinho, afagos, palavras de incentivo e petiscos dão conta do recado; enquanto as bagunças são tratadas com broncas (verbais, em tom grave; NUNCA físicas), acessórios próprios (como os sprays descritos anteriormente) ou algum tipo de som.

Como têm o ouvido muito mais sensível que o dos humanos, os cães costumam responder bem a estímulos sonoros como forma de repreensão e, em alguns casos, até as antigas e populares “biribinhas” podem ajudar nesse processo, quando estouradas ao lado do pet em resposta ao mal comportamento. Vale lembrar que esse tipo de “punição” só deve ser feito com o uso artifícios leves e em cães pouco medrosos, já que sons mais altos podem prejudicar a audição dos animais e os pets mais assustados. Lembre-se, também neste item, de consultar o seu veterinário acerca deste tipo de forma de repreensão.

Além disso, investir na compra de brinquedos interativos pode ser uma boa opção; já que este tipo de atividade pode entreter um cão por horas e ser um ótimo meio de gastar bastante energia.

Manter uma rotina de atividades físicas para o cachorro é outro fator extremamente relevante para diminuir os níveis de agitação dos cães e, além das brincadeiras usuais em casa, caminhadas e corridas por parques e outros locais abertos também são indicados como forma de acalmar os ânimos caninos. A contratação de um adestrador especializado não fica de fora das possíveis soluções, e pode ajudar a acelerar o processo de aprendizado e melhoria do comportamento do pet.

Para os que ainda vão adotar ou comprar um pet canino e desejam evitar a exigência de qualquer uma dessas medidas, a prevenção da bagunça deve começar antes de levar o animal para casa: na hora da escolha da raça do seu cãozinho de estimação.

A maioria das raças de cães tem características e personalidades bem definidas, assim como seus níveis de energia; portanto, quem deseja ter um animalzinho em casa deve optar por um filhote que tenha uma “média de animação” mais próxima da sua (ou menor), já que os cachorros muito agitados que vivem com pessoas desanimadas podem – além de precisar de adestramento – ficar doentes em função do sentimento de pouca atenção que recebem de seus donos.

 

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Diagnóstico da bagunça canina

 

Quando todo tipo de treinamento, bronca e passeio não adiantam, é hora de investigar o que se passa com o cão bagunceiro e, para isso, a consulta do pet com um médico veterinário é a única solução. Podendo passar por apenas mais um cachorro muito animado, o pet com hiperatividade não pode ser controlado e ensinado com a mesma facilidade dos demais, já que a agitação e falta de concentração são tão grandes que até adestradores podem ter dificuldade em dar os comandos mais básicos.

É comum que os proprietários de cães com hiperatividade creiam que a agitação fora do normal de seus pets existe por ainda serem filhotes ou não adestrados. No entanto, esse quadro não melhora ao longo dos anos, e é só quando se aproximam da fase adulta que a maioria dos animais hiperativos é notada como tal.

Comportamentos agressivos, automutilação, destrução de obejtos e móveis da casa e correr constantemente em círculos são sinais bastante característicos do comportamento de cães que se encaixam no perfil e – assim como nos casos dos cães mais agitados mas não hiperativos – os exercícios também estão entre as principais indicações para baixar o nível de agitação do animal.

Podendo ter diversas possibilidades de causa (como fatores genéticos e até hormonais – incluindo o hipertiroidismo, por exemplo), a hiperatividade em cães só pode ser diagnosticada por um profissional, que precisará realizar exames clínicos – e, em boa parte dos casos, laboratoriais – para definir o problema com certeza.

Relativamente comum, o quadro já conta, inclusive, com exames específicos para o seu diagnóstico, que incluem a administração de medicamentos ao pet e a observação de seu comportamento em um ambiente preparado. Constatada a hiperatividade canina, caberá ao médico veterinário definir as melhores formas de tratamento, que são elaboradas de acordo com o grau e a quantidade de sintomas apresentadas pelo animal.

A administração de remédios homeopáticos (como os famosos florais de Bach) está entre as principais indicações nestes casos, e seus resultados tem sido bastante satisfatórios em tratamentos do tipo. A acupuntura para cachorros também pode ser uma boa maneira de ajudar o pet a se acalmar, além de também poder ser indicada como um complemento no processo do controle da hiperatividade canina.

Medicamentos alopáticos também podem ser prescritos para casos mais graves – como quando o animal pratica a automutilação – e, assim como todos os tipos de medicação, só podem ser dados aos pets com a recomendação de um profissional, pois, por serem muito agressivos, podem causar malefícios aos cães quando administrados sem necessidade ou de maneira incorreta.

Fonte: cachorrogato.com.br

Cuidados Para Ter um Pet Saudável

Acompanhamento veterinário

Assim como é natural que as crianças tenham acompanhamento pediátrico, os pets também precisam de um “médico de confiança”. As visitas ao médico veterinário devem ser parte da rotina de saúde do pet, para que seja possível prevenir ou até detectar precocemente doenças que possam ameaçar sua saúde e seu bem-estar. Por isso, é importante que desde cedo a família busque orientação para encontrar uma clínica ou um profissional que possa assistir ao animal sempre que necessário.

Alimentação

Os animais possuem exigências nutricionais específicas para cada fase da vida. Os filhotes devem comer alimentos especialmente elaborados para eles até o final da fase de crescimento, que pode variar de acordo com o porte entre as diferentes raças. A quantidade total de alimento a ser oferecida por dia deve ser calculada, e nos primeiros meses é importante dividi-la em várias porções ao longo do dia, com o tempo os intervalos devem ser aumentados de forma que o cão se alimente 2 ou 3 vezes. Quando uma ração balanceada de boa qualidade é utilizada, não há necessidade de administrar nenhum outro tipo de alimento, é recomendado evitar comidas caseiras, pães e bolachas, pois podem atrapalhar o apetite do filhote e desequilibrar a quantidade de nutrientes ingerida.

A água deve sempre ser deixada à vontade, e no caso de gatos a ingestão de água é ainda mais importante, e após adultos alguns podem ter predispoisição a apresentar problemas urinários. Como gatos gostam da água o mais fresca possível, para incentivar o consumo é interessante utilizar recipientes grandes, de preferência mais de um espalhado pela casa ou utilizar algum bebedouro com água corrente.

Higiene de rotina

O banho é fundamental, afinal cuidando da higiene deles, estaremos zelando pela nossa saúde também. A frequência de banho varia de acordo com a necessidade de cada raça, algumas precisam de banhos semanais, outras mensais. De modo geral não é recomendado dar banhos com um intervalo muito curto, duas vezes por semana por exemplo, a não ser que o pet esteja realizando algum tratamento, pois pode ressecar muito a pele e os pelos, predispondo a doenças.

Banhos em filhotes precisam de maior cuidado e atenção. É importante não levá-los a locais que possam ter contato com outros cães antes que tenham tomado todas as vacinas, pois podem adquirir doenças. Antes do primeiro banho converse com o veterinário que está acompanhando o seu filhote para saber se o momento é adequado ao banho. Existem estabelecimentos especializados, mas se optar por dar banho em casa, faça com que esse momento seja o mais agradável possível, com carinho, atenção e paciência, pois os filhotes não estão habituados e se assustam com o barulho dos secadores. Alternativamente pode ser realizado o “banho a seco”, que é a limpeza da pele e dos pelos com produtos especiais destinados a este fim, sem a necessidade de imergir o cãozinho na água, pode ser realizado em filhotes muito novinhos ou em raças que não precisam de banhos frequentes.

Dicas para a higiene em casa:

  • Separe utensílios para serem exclusivos do pet, como toalhas e escovas;
  • Utilize água morna, mais para fria;
  • Cuidado para que ele não sinta frio durante o banho, pois pode ficar doente;
  • Use sempre produtos específicos para animais, para garantir pele e pelos bonitos e saudáveis;
  • Proteja sempre os olhos e os ouvidos do animal para que não entre água e sabão;
  • Seque primeiro com a toalha e depois com o secador, mantendo-o distante do pelo e cuidado com a temperatura para não queimar seu cãozinho, aproveite para penteá-lo;
  • A frequência de escovação dos pelos varia de acordo com o tipo de pelo. Os mais peludos precisam ser escovados com maior frequência, no mínimo semanalmente. Além de ser uma expressão de carinho, a escovação remove os pelos velhos, desembaraça, ativa a circulação e também remove restos de pele morta. Crie esse hábito desde cedo para que o animal se acostume;
  • Limpe com cuidado a região dos olhos, utilize algodão seco ou embebido em água filtrada. Nunca utilize qualquer produto ou colírios sem consultar o médico veterinário;
  • limpeza da orelha deve ser feita com cuidado, limpe somente a parte mais externa, se houver secreção pode utilizar um produto específico para este fim, mas nunca utilize cotonetes ou qualquer objeto dentro do conduto auditivo, pois além do risco de machucar o cãozinho, você pode acidentalmente empurrar a secreção para o fundo predispondo a infecções;
  • Escove os dentes do seu animal, existem escovas e pastas específicas para cães, as pastas para humanos podem intoxicá-los;
  • As unhas devem ser cortadas sempre por um profissional, pois precisam de um cortador específico.

Vacinação

A vacinação é fundamental nos pets assim como nas crianças, pois existem doenças gravíssimas e que podem facilmente serem prevenidas quando a vacinação é feita de maneira adequada. Assim como a gripe para os humanos, as doenças virais de cães e de gatos são facilmente transmitidas pelo ar ou por objetos contaminados. Desta forma, mesmo que o pet não saia de casa ele deve ser vacinado. Existem algumas doenças, como Raiva e Leptospirose, que são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas aos humanos, por isso além de preservar a saúde do pet, a vacinação é imprescindível para proteger também a família.

A escolha do protocolo de vacinação depende dos riscos aos quais o animal está exposto. Por ser a zoonose muito importante, a vacina contra a Raiva é obrigatória por lei. Com exceção à Raiva, a grande maioria das doenças é diferente em cães e em gatos, por isso as vacinas devem ser específicas. Para cães as vacinas “V8″ ou “V10″ são fundamentais, já para os gatos as “V3″ ou “V4″ são muito importantes. A escolha da mais adequada deverá ser feita pelo médico veterinário de sua confiança.

A primeira dose de vacina é administrada entre os 45-60 dias de vida, e são necessárias até 2 doses de reforço com intervalo mensal neste período. Depois de adulto a vacinação passa a ser anual. Guarde bem a carteirinha de vacinação do seu pet para não perder as datas das próximas doses e deixá-lo desprotegido.

Vermifugação

Os parasitas intestinais são uma ameaça constante ao dia a dia dos pets, pois oferecem grandes riscos não somente à saúde deles, mas também da família. A boa notícia é que é fácil preveni-los com algumas medidas simples. Existem muitas espécies de vermes, as mais comuns e mais importantes são o Ancylostoma spp., o Toxocara spp. e o Dipylidium caninum, pois estes vermes são zoonoses, podem ser transmitidos dos animais aos seres humanos. Os filhotes podem adquirir verminoses no útero da mãe ou mesmo através do leite durante a amamentação, por isso a vermifugação precisa começar desde cedo. Outra forma de adquirir verminose é através do solo ou de objetos contaminados, enquanto passeiam, cheiram o ambiente, lambem as patas e assim acabam ingerindo os ovos ou as larvas que são microscópicas. Nós também podemos carregar pra dentro de casa pelo sapato. Por isso, mesmo que o animal não passeie é importante manter a vermifugação em dia. Outra forma de adquirir verminoses é através da ingestão de outros animais ou insetos que podem atuar como “hospedeiros intermediários”, como roedores, bovinos, ovinos, para animais que têm hábito de caça ou que se alimentam de carne crua. Além de outros prejuízos, a pulga também transmite o verme Dipylidium caninum, quando o animal se coça e acidentalmente ingere pulgas, ingere a larva que está dentro dela, por isso a prevenção de pulgas também é importante na prevenção contra vermes.

“As visitas ao médico veterinário devem ser parte da rotina de saúde do pet, para que seja possível prevenir ou até detectar precocemente doenças que possam ameaçar sua saúde e seu bem-estar. Por isso, é importante que desde cedo a família busque orientação para encontrar uma clínica ou um profissional que possa assistir o animal sempre que necessário.”

Animais com vermes eliminam constantemente ovos nas fezes, contaminando o ambiente. Para os seres humanos, os riscos mais comuns são adquirir o “Bicho Geográfico” (larva migrans cutânea), causado pela larva do Ancylostoma spp., que penetra na pele quando pisamos em solo contaminado, a Larva migrans visceral que é causada pela ingestão acidental das larvas de Toxocara spp. em alimentos ou objetos contaminados (inclusive mão suja), as larvas migram e podem se alojar em diversos órgãos, inclusive no olho. A Dipilidiose, assim como nos Cães e gatos é transmitida através da ingestão de pulgas, mais facilmente em pessoas que dormem com seus pets, pode causar desconforto abdominal e diarreia.

Outro parasita intestinal muito comum é o protozoário Giardia sp. e tanto aos pets quanto aos humanos ele é transmitido através da ingestão de água, de alimentos ou de objetos contaminados. A Giárdia sobrevive por longos períodos no ambiente, favorecendo que os animais adquiriam a infecção novamente.

Algumas medidas preventivas contra parasitas intestinais:

  • Vermifugue seu pet rotineiramente, de maneira preventiva, a cada 3 meses, impedindo que eles tenham infestações mais graves, ou converse com o seu veterinário sobre o melhor protocolo;
  • Sempre vermifugue todos os pets ao mesmo tempo;
  • Não alimente o pet com carne crua;
  • Faça a prevenção contra pulgas mensalmente;
  • Remova as fezes do ambiente o mais rápido possível e higienize o ambiente com produtos à base de cloro ou amônia quaternária;
  • Higienize diariamente comedouros e bebedouros.

Controle de parasitas externos

Pulgas e carrapatos são um incômodo constante aos nossos pets e além de causarem muita coceira, podem transmitir sérias doenças a eles. Existem muitas espécies de pulgas, as que parasitam cães e gatos normalmente não picam humanos, elas ficam andando sobre o corpo do animal e picam muitas vezes ao dia, causando muita coceira e alguns animais podem ser alérgicos a estas picadas, o que acentua ainda mais o incômodo. Elas também são responsáveis pela transmissão do verme Dipylidium caninum, conforme comentamos anteriormente, e existem outras doenças transmitidas por elas, como a Anemia Felina e a Bartonelose. É importante saber que a pulga que vemos nos pets é a adulta, porém ela está constantemente colocando seus ovos microscópicos que caem no chão, onde se desenvolverão em novas pulgas em até 1 ano. Estas formas jovens que estão no ambiente são resistentes aos produtos de limpeza convencionais. Por isso, uma infestação por pulgas não está relacionada a uma má higiene da residência, é necessário o uso de produtos específicos para acabar com esta praga. Os carrapatos se fixam na pele dos cães onde ficam por vários dias se alimentando de sangue. Durante este tempo, ele pode transmitir algumas doenças muito sérias que colocam em risco a vida do cão, como a Erliquiose e a Babesiose. Não é comum infestação por carrapatos em gatos. A espécie mais comum em cães urbanos é o Rhipicephalus sanguineus, conhecido como carrapato marrom, uma característica muito diferente deste carrapato é que ele passa a maior parte da sua vida em ninhos no ambiente, onde ele muda de tamanho. Este carrapato gosta de locais altos, a fêmea sobe as paredes em busca de um refúgio para colocar seus ovos, dentro de casa elas podem fazer os ninhos em janelas, batentes de porta, interruptores de luz e até no estrado da cama, no quintal podem ficar nos muros, casinha do cachorro ou telhados. Estes parasitas também são resistentes aos produtos de limpeza convencionais, uma vez que o cão apresente carrapato é importante tratar todo o ambiente com produtos específicos.

Moscas e mosquitos além de coceira também podem transmitir doenças, como o Verme do Coração. Comum em regiões litorâneas, ele é transmitido pela picada de mosquitos, e a Leishmaniose, uma doença muito grave que também pode acometer em humanos. Ela é transmitida pela picada de uma espécie de mosca.

Para prevenir os pets destes e de outros riscos, é importante utilizar mensalmente produtos contra pulgas e carrapatos. Existem opções em formato de pipeta, aplicadas na região do dorso do animal ou coleiras, que tem uma durabilidade maior. Em caso de pets que viajam com frequência, é importante conversar com o veterinário para saber quais medidas adicionais devem ser tomadas, pois existem algumas doenças que são mais comuns em determinadas regiões.

Jogos Para Cães

Movimentação e jogos para cachorros são fatores importantes no desenvolvimento do cão. Um cachorro sedentário é um cachorro sem saúde. O dono deve levar uma rotina de atividades com seu cão e segui-la sempre que possível.

Jogar com o seu cachorro também ajuda o dono, pois é sempre bom fazer exercícios. Tente manter sempre seu cão ativo e disposto, assim ele manterá todos os hormônios necessários para o bem estar em funcionamento, e a própria circulação sanguínea para manter a saúde do animal sempre cem por cento.

Jogos para Cães

 

Os jogos para cães ideais dependem da raça ou das habilidades. Alguns cães tem inclinações maiores a certas atividades devido à sua raça, mas isso não os impede de se divertirem com todo tipo de atividade possível. Alguns jogos que seu cão iria gostar:

  • Jogos de Caçar: Mesmo sem ser uma raça específica de caça, todo cão gosta de exercer sua curiosidade farejando e perseguindo coisas. A caça pode ser feita em qualquer tipo de terreno, tanto grande quanto pequeno, perseguindo brinquedos ou até animais.
  • Jogos de buscar ou rastrear: Talvez a mais comum das atividades. Pode ser com arremesso, ou simplesmente o dono esconder um objeto e fazer o cão procurar. Desenvolve muito os instintos do cão e o diverte muito.
  • Jogos de Pastorear: Atividade mais comum para cães próprios para o trabalho de pastoreio, mas libera muita energia e trás o cão de volta ao ambiente natural dele.
  • Jogos de agilidade: São jogos que exigem adestramento e cuidado. Constam em atividades onde o cão desempenha funções, como saltar, ou realizar comandos ordenados pelo dono. Aqui entram atividades competitivas, como o Canicross e o Flyball.
  • Jogos de frisbee: Típico jogo para se jogar na praia, o cão deve correr para pegar um disco lançado pelo dono, é uma atividade que ajuda a desenvolver a atenção do animal.

Ficar dentro de casa não é uma boa opção

Para os jogos para cães, seu cão precisa de espaço e ar livre. Além da importância da alimentação saudável dos cães, brincar com seu animalzinho é ótimo para sua saúde. Quem quer um cão deve sempre estar disposto a exercitá-lo como se deve. O cão preso em um mesmo lugar acaba tornando-se um animal entediado e estressado, e vai querer liberar sua energia de alguma maneira. E isso não é bom para seus móveis. Tenha sempre em mente que um cão feliz é um dono mais feliz ainda.

 

FONTE: cachorrogato.com.br

Donos de Primeira Viagem Devem Mudar Hábitos Antes de Adotar Cão ou Gato

A decisão de levar um animal de estimação para casa vai além de se decidir sobre sexo, porte ou raça do novo mascote. Antes de recebê-lo em casa, é preciso tomar alguns cuidados e até mudar hábitos.

O primeiro deles, orienta a veterinária Adriana Oliveira Reis, é livrar a casa de qualquer veneno “caseiro”, como os que combatem ratos, baratas ou formigas. O dono “de primeira viagem” também precisa verificar se as plantas ornamentais da casa são tóxicas ou não, pois elas podem matar.

“Filhotes são muito curiosos. Tudo para eles é novidade”, diz a veterinária Giuliana Tessari, da Pet Center Marginal. “Um filhote vê um fio elétrico e vai querer brincar. E muita gente costuma deixar o carregador de celular ligado direto na tomada, por exemplo. É um risco. Já se o novo animal for um adulto, ele vai ver o fio e provavelmente não vai ligar tanto”, completa Giuliana, que sugere ainda colocar rede de proteção nas janelas, principalmente no caso de gatos.

Depois de preparar a casa para a chegada do novo morador, é hora de montar o enxoval, seja para filhote ou adulto. Ração adequada, vasilhas e uma caminha para dormir estão entre os itens essenciais. Para a gerente de marketing Suemi Fucato, de 43 anos, este foi um dos preparativos mais divertidos e mais caros também.

Nos preparativos para adoção, Suemi também começou a ler livros e blogs sobre gatos. “Eu queria estar preparada e saber o tamanho da ‘encrenca’ que me esperava”, conta, aos risos. Foi graças a essa busca por informação que ela se livrou da planta ornamental que tinha em casa. “Não sei se era venenosa ou não, mas não quis arriscar.”

Primeiras noites

Quem leva um filhotinho de cachorro para casa precisa se preparar para o choro das primeiras noites de casa nova. A veterinária Giuliana sugere pegar uma camisa usada pelo dono e colocar na caminha dele para que o filhote não se sinta tão só. “Não tem jeito, na primeira noite ele vai chorar mesmo porque estava acostumado à companhia dos irmãos ou da mãe. Já gatos não têm esse problema”.

Para tornar a noite mais confortável, Giuliana também sugere encher uma garrafa plástica com água morna e colocá-la dentro da camisa. “Só precisa ter cuidado com a temperatura, que deve ser de, mais ou menos, 38º C. A água não pode estar muito quente”, alerta.

Por mais que o primeiro impulso seja ir para perto do filhote logo que ele começar a choramingar ou levá-lo para dormir na cama com o dono, a veterinária Giuliana orienta que isso só deve ser feito se for se tornar uma rotina.

Saúde
Receber o bichinho com comida, água e carinho não é essencial, mas não é suficiente, de acordo com a veterinária Adriana Oliveira Reis. Cuidar da saúde do cão ou do gato é imprescindível para garantir o bem-estar. Entre as orientações da profissional está uma visita ao veterinário para os primeiros cuidados médicos, como vermifugação e vacinas.

“O animal precisa ter o acompanhamento do veterinário porque as vacinas não são dadas de uma vez”, esclarece Adriana, que ainda sugere a castração. “Cachorros e gatos vivem por muitos anos, e é preciso cuidar do bem-estar deles durante toda a vida.”

Fonte: petrede.com.br

Como Viajar com Seu Animal

É nessas horas que surge a dúvida cruel: levo ou não o cachorro (ou gato)? Devemos analisar cada caso e cada animal. Levemos em consideração alguns pontos:

 Distância: viagens muito longas são bastante estressantes para o animal. A mudança de ambiente também é um fator de estresse. Muitos cães ressentem-se da viagem e estranham o novo local.

Podem ocorrer episódios de diarreia e/ou inapetência. Mas rapidamente o animal adapta-se às novas condições. Os gatos estranham muito mais um novo ambiente do que os cães. Regra geral: evitar viagens muito longas.

 Clima: viajar com o animal no verão, principalmente de carro, é algo preocupante. O cão e o gato não suam, e a temperatura corpórea irá se elevar muito em ambientes fechados (por ex.: viagens de carro). Se for levar o animal, programe viajar em horários mais frescos e pare frequentemente para oferecer-lhe água.

 Meio de transporte: os mais comuns são o carro e o avião. Nem todas as empresas de ônibus aceitam levar animais. Se a distância for grande, mas a viagem for feita por via aérea, o fator estressediminui. Os cães e gatos viajam bem de avião, porém, existem regras impostas pelas companhias aéreas que devem ser conhecidas com antecedência, como: dimensões e tipo de caixa de transporte, necessidade de sedação, reserva, número de animais por voo, etc..

 Idade e condições de saúde: evite viajar com animais idosos, principalmente aqueles cujas condições de saúde requerem cuidados (animais cardiopatas, por exemplo). Animais com menos de 4 meses que ainda não completaram a vacinação, só devem viajar em caso de necessidade e não devem ficar expostos a outros animais ou à rua.

Analise esses aspectos e decida:

O animal vai!

Escolha o meio de transporte baseando-se na distância. Viajar de avião é menos estressante para o animal do que passar várias horas dentro do carro.

 De avião:
Documentos:
 para embarcar em viagens nacionais ou internacionais você precisa de: atestado de saúde fornecido pelo veterinário (no máx. 3 dias antes da viagem) e certificado de vacinação antirrábica (a vacinação deve ter sido feita 30 dias ou mais antes da viagem).

Para viagens nacionais, a partir de julho de 2006, cães e gatos foram dispensados da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), bastando atestado de saúde e de vacinação.

No caso de viagens para o exterior, de posse desses documentos, o proprietário deverá ir ao Ministério da Agricultura, que lhe fornecerá um atestado Certificado Zoo Sanitário Internacional. Para viagens fora do país, também é necessário informar-se no Consulado do país de destino quais as exigências para a entrada do animal. Alguns países aceitam apenas o atestado do Ministério da Agricultura ou exigem um visto consular para a entrada do animal. Há países que exigem que o animal cumpra um período de quarentena no aeroporto. Países da Europa em geral, solicitam um exame sorológico para confirmação da vacinação antirrábica, que deve ser feito com bastante antecedência (3 meses antes da viagem). Há restrições quanto ao número de animais que estão imigrando em alguns países. Portanto, informe-se antes para evitar surpresas no desembarque.

Obs. Para entrar com um animal no Brasil, há necessidade do Certificado Zoo Sanitário Internacional e do Visto consular.

Onde o animal será transportado: na maioria das companhias, o animal irá no compartimento de carga dentro de uma caixa de transporte, cujas medidas e características variam com a companhia aérea. Informe-se sobre o tipo de caixa e medidas antes de comprá-la. Algumas companhias permitem que os animais viajem com os donos. Raças pequenas e gatos são tolerados junto com os passageiros, em alguns casos. Há restrições quanto ao número de animais por voo, portanto, deve-se fazer uma reserva para viajar com o animal. Clique aqui saiba mais sobre o transporte aéreo de animais.

 De carro:
Documentos: para viagens nacionais, a partir de julho de 2006, cães e gatos foram dispensados da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), bastando levar atestado de saúde e de vacinação.

Onde o animal será transportado: sempre no banco de trás e com a cabeça dentro do veículo, com a guia presa ao cinto de segurança ou usando um equipamento próprio para animais. O motorista pode ser multado se o cão estiver na janela do carro ou sozinho no banco da frente. Pode ser usada caixa de transporte, desde que a temperatura não esteja elevada. No caso de gatos, o uso da caixa de transporte é indicado para diminuir o estresse do animal. Os animais não podem ser transportados soltos dentro da caçamba de veículos utilitários (caminhonetes, pick-ups, etc.). Existem cintos de segurança para cães em lojas especializadas (pet shops).

Muitos animais costumam vomitar com o movimento do carro. Consulte o veterinário quanto a medicar o cão contra vômitos antes da viagem. Não alimente o cão ou gato antes de viajar. Leve água e faça paradas regularmente.

O animal fica!

Em alguns casos, deixar o animal é bem menos estressante. Se tiver alguém conhecido com quem ele possa ficar, melhor ainda. Se não tiver, existem hotéis para cães e gatos que aceitam os animais desde que estejam com a vacinação em dia. Procure referências do hotelzinho onde você irá deixar o seu animal. Conheça antes as instalações. O ideal é que o cão tenha espaço para circular dentro do canil, e uma área para ele se exercitar e tomar sol. Leve a comida que ele está acostumado, brinquedos e a “cama” dele. Isso diminuirá o estresse de mudança de ambiente. Alimentação fornecida pelo hotel poderá causar diarreia. Deixe o telefone do seu veterinário no canil/hotel, para casos de emergência.

O animal irá sentir falta do dono nos primeiros dias, mas se for tratado com carinho, ele se acostumará a essa situação provisória.

Fonte: webanimal.com.br

Cães de Companhia: Conheça e Entenda as Melhores Raças

Afinal, o que são cães de companhia?

 De maneira geral, divide-se os cães de raça em quatro grandes grupos: os de caça, os de guarda, de competição e, é claro, os de companhia. Este último grupo, do qual estamos falando hoje, é composto por raças que possuem um perfil de acompanhante, criando uma relação com seus donos e proporcionando a eles bons momentos. Apesar de ser um grupo heterogêneo, com diferentes tipos de cães, todos possuem características comuns, como o tamanho pequeno, a fácil socialização e a boa relação com pessoas.

As estrelas do grupo

Embora existam muitas raças de cães de companhia disponíveis no mercado, algumas são mais populares por sua aceitação. Separamos aqui alguns dos mais famosos cães de companhia, bem como suas características e principais cuidados.

Poodle

Ele pode ser vários tamanhos e cores. Mesmo assim, é fácil identificar um Poodle: a pelagem crespa e fofa denuncia sua raça, mesmo quando a tosa característica não está presente. São cães extremamente inteligentes, carinhosos e muito ativos. Por tempos, foram os maiores representantes dos cães de companhia, sendo famosos mundo à fora, principalmente na França. Por serem extremamente agitados, podem se tornar cães obsessivos, que exigem atenção constante.

 

Yorkshire

Por muito tempo os Yorkshire foram os cães de companhia da moda e estavam presentes em muitos lares brasileiros. Embora tenham dado espaço a outras raças recentemente, são preferência de muitos donos que garantem: eles são carinhosos ao extremo. Mesmo assim, é um engano imaginar que por seu tamanho e temperamento eles são frágeis. Na verdade, eles são ativos, espertos e muito vivazes, com muita energia para gastar além do colo do seu dono.

Maltês

Pequeno, branquinho e fofo: é assim que a maioria das pessoas enxerga o maltês. Sua personalidade, porém, vai muito além destas características. Reservado, ele mantém certa distância de pessoas estranhas e possui uma grande capacidade de adaptação a locais e situações diferentes. Ativo, alegre, dócil e muito companheiro é fiel ao seu dono e possui gostos estabelecidos e refinados. Desde pequeno é preciso controlar sua tendência ao latido, que pode incomodar com o passar do tempo.

Lhasa Apso

Seu pelo longo esconde uma característica diferente da maioria dos cachorros: ele se dá muito bem sozinho. O Lhasa Apso pode passar o dia dormindo, observando uma janela e passeando com seus brinquedos normalmente, mesmo quando o dono não está por perto. É muito calmo e adora um carinho, sendo indicado para quem gosta de sossego. Pode ser um pouco teimoso, mas este traço de personalidade não chega a incomodar o dono, que geralmente se rende ao seu comportamento quieto e amigável.

Chihuahua

Esses pequeninos são uns dos mais desejados cães de companhia, principalmente por seu tamanho. Podem ser de várias cores, bem como podem apresentar pelagens curtas ou longas. É comum vermos exemplares desfilando em bolsas de marca, um status conquistado por sua aparência frágil. Mas se engana quem só vê fofura nesta raça: eles também são ativos, interessados, curiosos e agitados. Quando o dono conquista sua confiança ganha um amigo inseparável e eterno.

Fonte: adimaxpet.com.br

Ideias para Deixar seu Cão Mais Feliz

Idéias para deixar seu cão mais feliz!
por Revista Cães&Cia 

Você sente prazer em ver o seu cão contente? Aqui vão dicas para proporcionar a ele mais momentos prazerosos

“Levar em conta o lado emocional e comportamental dos animais de estimação é uma obrigação moral de seus donos”, defende o estudioso de comportamento animal Nestor Calderón, professor universitário colombiano de etologia, bioética e bem-estar animal. Ele será um dos palestrantes do 34º Congresso Mundial para Veterinários de Pequenos Animais (WSAVA), cuja primeira edição brasileira acontecerá em São Paulo no final de julho.

Enriquecimento ambiental é o tema que Calderón abordará no congresso mundial. Tudo a ver com as recentes discussões internacionais sobre senciência – capacidade que as espécies animais têm de sentir sensações e sentimentos, como prazer, alegria, medo e estresse – e com a crescente percepção da necessidade de se proporcionar ambientes domésticos mais estimulantes e diversificados para os cães.

Quando se compara a vida moderna com a vida na Natureza, percebe-se como são mais pobres os estímulos proporcionados aos cães domésticos urbanos. Por exemplo: em vez de realizar muito esforço físico e mental para capturar uma presa que sirva como refeição, o cão de estimação ganha um prato pronto de comida, sem fazer nada. Uma cama confortável o espera em local bem protegido em vez de ser necessário procurar onde se abrigar. Quatro paredes reduzem sensivelmente a necessidade de usar os sentidos para se proteger dos predadores. Sonecas em sofás macios substituem caminhadas e atuações no pastoreio, em caçadas e em outras funções exercidas originalmente pelas raças caninas, sem falar na tendência crescente à solidão dos cães urbanos.

Saciar a mente

O enriquecimento ambiental tem como finalidade contribuir para o bem-estar do cão e prevenir os problemas comportamentais típicos de um ambiente pobre em estímulos, cuja lista não é pequena (veja quadro Problemas por falta de estímulos). Para conseguir resultados, procura-se oferecer estímulos diversos e modificações ambientais que promovam a atividade mental e física do cão no local em que ele vive. E avaliam-se constantemente os resultados.

Há diversas tipos de enriquecimento ambiental usados para estimular as várias capacidades do cão. Muitos dos estímulos sugeridos como sendo de um determinado tipo, na verdade atuam beneficamente em mais de uma capacidade. Lembre-se que os enriquecimentos com objetos e alimentos podem trazer algum tipo de risco, por se tratarem de novidades na vida do cão. Ao introduzi-los, portanto, convém ser prudente e só deixar o cão sozinho com a novidade depois de uma fase inicial, de observação atenta.

Dicas que valem ouro

Enriquecimento social : Proporcionar mais interação ao cão no ambiente onde ele vive

Interação com pessoas

· Garanta o passeio de cada dia: um enriquecimento fundamental são as caminhadas com o dono ou com outra pessoa, feitas diariamente. Além de queimar energia, permitem que o cão tenha contato com novas situações, gente, animais e tudo o que há nos arredores. O programa é importante inclusive para cães que vivem no jardim. Procure alternar os percursos. É melhor que o cão saia com o dono ou com alguém da casa, mas quando não for possível, um passeador poderá conduzi-lo;

· Leve o cão com você nos pequenos afazeres: ao sair para deixar as crianças na escola ou buscar pão, vá com o cão. Lembre-se de não deixá-lo no carro se o calor estiver forte, pois isso poderá ser fatal para ele;

· Brinque com ele: brincadeiras regulares são uma das formas mais efetivas de estabelecer e manter um forte elo entre o dono e o cachorro. Pequenas sessões no decorrer do dia são preferíveis a uma única sessão longa;

· Convide o cão para pegar bolinha ou outra coisa: os objetos usados para serem arremessados nessa brincadeira devem ficar em poder do dono e tornar-se disponíveis somente durante o jogo. Isso ajuda a evitar que o cão corra com o brinquedo em vez de entregá-lo. Alterne objetos de um jogo para outro, para tornar as brincadeiras mais interessantes;

· Desafie-o num esconde-esconde: o escondido pode ser você, um biscoito, um osso ou um brinquedo. Se o cão for ansioso, chame-o para ajudá-lo a achar logo; se for tranquilo, deixe-o procurar por mais tempo. Nunca brinque de pega-pega com o cão. Não se deve estimulá-lo a fugir; é preciso estimulá-lo sempre a vir em nossa direção;

· Dispute um cabo de guerra: no final da brincadeira, derrote o cão para deixar evidente que você é o líder;

· Pratique uma atividade alternativa em dupla: as atividades em dupla com o cão desenvolvem a afinidade com ele, fazem-no consumir bastante energia, colocam-no em ambientes variados, proporcionam contato com outros cães e pessoas e aumentam a obediência. Há diversas possibilidades: corrida, agility, frisbee, flyball, rally de obediência, bicicleta, provas de pastoreio, provas de obediência, etc. Ao escolher, leve em conta também as condições físicas do cão.

Interações com outros animais

· Promova encontros semanais do cão com alguns amigos dele: ele vai adorar!

· Tenha um segundo cão ou gato: a presença de outro animal proporciona companhia 24 horas ao seu cão. Estude antes a possibilidade de adaptação dos dois, verifique se não há eventual incompatibilidade com relação a cão do mesmo sexo, etc. O ideal é que o segundo animal chegue filhote. O cão veterano deve ser tratado como líder – ser o primeiro a receber carinho e comida. Um gato pode ser um companheiro interessante para o cão quando os dois se aceitam, pois interagirão sem disputa por carinho, espaço e alimento.

Enriquecimento sensorial: O faro e a audição são aguçados no cão, mas todos os sentidos merecem ser estimulados

Estímulos visuais

· Ligue a televisão: se os donos têm hábito de assistir televisão, deixá-la ligada num canal normalmente assistido pode amenizar a sensação de solidão nos momentos em que não há pessoas em casa. O aparelho pode ser acionado e desligado com um timer;

· Instale um espelho para o cão se ver: muitos cães se entretêm com a própria imagem refletida (alguns latem para ela, outros a olham curiosos);

Estímulos auditivos

· Ofereça brinquedos sonoros: os guinchos, apitos e outros sons de alguns brinquedos são um entretenimento para alguns cães. Atenção para que as peças estejam bem fixadas – o cão não deve engolir nenhuma;

· Ligue o rádio: se você tem o hábito de ouvir rádio, deixá-lo funcionando ajuda a tranqüilizar o cão quando você sai. O aparelho pode ser ligado e desligado regularmente com um timer;

· Toque sons de animais: esse é um recurso que costuma aguçar o interesse dos cães. Se você não tem um CD desses, pode gravá-lo sem sair de casa, pela internet. Centenas de arquivos contendo sons de animais, para download gratuito, são encontrados em tinyurl.com/sonsdeanimais;

· Toque CD com música: cada cão têm suas preferências musicais, mas em geral adoram óperas e músicas clássicas como Beethoven e Mozart. Observe do que seu cão gosta e faça-o curtir sessões de música. Existe também um CD com músicas para acalmar os cães (pode ser adquirido em http://tinyurl.com/cdcanino).

Estímulos olfativos

· Crie pistas para farejar: espalhe petiscos ou a própria ração do cachorro formando uma trilha no jardim ou dentro de casa. Aumente o grau de dificuldade à medida que o cão completa rapidamente a trilha certa;

· Estimule o cão a usar o nariz: antes da caminhada diária e depois de 30 minutos andando sem parar, deixe o cão farejar a vontade;

· Esconda petiscos cheirosos: esconda-os pelo quintal ou local em que o cão costuma ficar quando está sozinho;

· Estimule o cão a cheirar outros animais: sempre que houver oportunidade, deixe o cão se aproximar de outro cão ou animal para cheirá-lo. Como as referências dos cães estão no odor anal, é imprescindível que eles se cheirem nessa região. Isso deve ser feito sem intervenção humana, caso contrário pode resultar em briga;

· Introduza aromas diferentes: de vez em quando, você pode introduzir uma fragrância incomum no ambiente. Para tanto, alterne pequenas quantidades de substâncias aromáticas, como especiarias, condimentos, ervas, etc. Outra possibilidade é deixar ao alcance do cão uma ou mais cordas impregnadas com aromas. Alterne aleatoriamente cheiros de animais, de pessoas, de alimentos, etc. Faça tudo com higiene;

· Nebulize feromônio tranqüilizador: apesar de não ter odor, o feromônio Dog Appeasing Pheromone tranquiliza o cão ansioso, com elevado grau de eficiência. É vendido no Brasil na forma de difusor elétrico e de refil (pode ser adquirido em tinyurl.com/feromonio);

Estímulos gustativos

· Proporcione variedade de sabores: alterne petiscos de sabores e texturas diferentes, como biscoitos para cães e mastigáveis com sabor (sirva pequena quantidade, para não desbalancear a alimentação e tenha cautela com corantes – podem causar alergia em alguns cães).

· Picolé surpresa: dentro de potinhos de diferentes tamanhos e formatos, ponha fragmentos de comida, como cenoura crua, arroz cozido, orelha de porco, pescoço de galinha cru, ração, etc., e complete com água ou caldo de carne, de peixe ou de vegetais. Congele e sirva esse divertido picolé canino. Detalhe: no lugar do palito, ponha uma corda com nós.

Cuidado com alimentos tóxicos: não sirva chocolate, uva ou uva passa – são tóxicos para os cães.

Estímulos táteis

· Faça carinhos e massagens: de vez em quando, faça um carinho no cão. Massagear é uma ótima opção – ele vai se deliciar e você pode obter mudanças comportamentais extremamente benéficas e maior facilidade no manuseio ao dar remédio, cortar as unhas, etc. Massageie pelo menos três vezes por semana todo o corpo do cão, inclusive orelhas e patas;

· Escove regularmente: a maioria dos cães aprecia ser escovada. Torne a escovação um momento especial. Cuidado: escova errada pode causar sofrimento em vez de prazer;

· Facilite o cão rolar e se esfregar: o cão ama rolar e massagear as costas. Um capacho de sisal ou equivalente áspero pode substituir a grama e a terra quando se quer evitar que o cão se suje (mas ele pode também resolver destruir esse material alternativo);

· Varie nos materiais e formatos dos brinquedos: monte uma “brinquedoteca”. Numa caixa, ponha brinquedos variados, de materiais e formas diferentes (qualquer coisa atóxica e que não se despedace ou cause dano ao cachorro pode ser um brinquedo). Acrescente também ossinhos e deixe a caixa em local acessível. Alterne os brinquedos semanalmente. Isso estimula o cão a brincar.

Enriquecimento alimentar: Acrescentar desafios à refeição é proporcionar mais diversão ao cão. Esse é um enriquecimento muito eficiente e prático.

Sabor de conquista

· Esconda a comida: em vez de servir ração num único comedouro, distribua-a em diversos potes menores e esconda-os em diferentes pontos da casa. Deixe o cão encontrá-los para comer;

· Ofereça alimentos “empacotados”: sirva a ração pondo-a alternadamente dentro de uma caixa de cartão vazia – pode ser de leite, de cereais matinais ou de pizza – e deixe o cão se divertir destruindo-a e comendo o conteúdo (lembre-se que haverá pedaços de caixa para recolher). Supervisione no começo. A brincadeira não é adequada para cães que engolem o cartão;

· Espalhe a ração: faça o cão pegar a ração grão por grão. Espalhe-a na grama, no quintal ou no chão de casa. Distrai e estimula o faro.

Enriquecimento ocupacional: Ter o que fazer é tudo o que o cão precisa para não se tornar incômodo

· Dê objetos para roer: mastigar e roer exercita os músculos da mandíbula, alivia tensões e distrai o cão. Ofereça objetos para esse fim, como ossos de nylon ou naturais, casca de coco verde, etc. Há cães que se divertem abocanhando um pneu velho deixado no chão. Uma simples caixa de papelão pode proporcionar bastante diversão (retire eventuais grampos e demais itens de metal). O interesse pode ser aumentado com recompensas postas nas partes ocas desses objetos. Por exemplo, ração pastosa no oco de um osso, deixando a mistura no congelador por 24 horas; pedacinhos de petisco nas frestas de um osso de couro; guloseimas na parte interna do pneu. Objetos para roer e destruir não são recomendados para cães que vivem em grupo – podem causar disputas e agressividade;

· Pendure um objeto para ser agarrado: pendure uma corda presa com elástico resistente de modo que faça um efeito vai-e-vem quando o cão a puxa e solta. O brinquedo da foto, o Home Alone (tinyurl.com/puxador), desempenha esse papel. Ou pendure um pneu velho para o cão agarrar e se pendurar (certifique-se de que aguenta o peso do cão);

· Instale uma portinhola: permita ao cão, que tem acesso ao exterior e interior da casa, variar de ambiente sempre que quiser;

· Providencie uma área livre para cavar: se o cão gosta de cavar, faça uma caixa de areia ou encha uma piscina infantil rasa com areia. Para tornar a escavação mais divertida, enterre vegetais ou frutas, como melão, maçã, alface, abóbora, melancia, cenouras e salsão;

· Ofereça um local para o cão se molhar: se ele gosta de água, encha uma piscina infantil. Para tornar mais atraente, ponha algo flutuante como brinquedos, petiscos, pedaços de cenoura ou uma maçã inteira. Supervisione enquanto o cão se diverte. Instale a piscina em local não acessível livremente pelo cão, para evitar acidentes. Se o cão gostar de água e de cavar, alterne semanalmente água e areia. Uma opção para oferecer atrações flutuantes é usar um balde.

· Dê-lhe um bicho de pelúcia: ter um objeto como uma bola ou um bichinho de pelúcia ajuda muito os cães em diversas situações, como por exemplo quando não estão entendendo a comunicação com seus donos ou quando sentem-se amedrontados ou ansiosos. Cuidado com cães dominantes e possessivos – eles podem usar esses objetos para reforçar a dominância perante os donos. E atenção com pequenas peças, como olhos e ponta do nariz. Devem estar firmemente fixadas. Depois de o objeto ficar “velhinho” ou sujinho, substitua-o gradativamente por outro semelhante.

Enriquecimento cognitivo: Aqui você estimula a mente do cão

· Treine comandos e truques com o cão: o cão interage, se diverte e ganha prêmios. Um canal de comunicação é aberto com o animal, ele se torna melhor adaptado ao convívio humano, cumpre tarefas e sua memória é trabalhada. Nas aulas, ele ainda tem contato com outros cães e pessoas e aprende que você está no comando. Para os comandos não serem esquecidos, incorpore-os nas atividades diárias. Por exemplo: só sirva a comida depois de ele obedecer o “senta” ou “deita”, comande “fica” antes de ir pegar a coleira para passear, etc. O treinamento por reforços positivos é considerado um excelente enriquecimento ambiental.

· Desafie-o com brinquedos contendo petiscos: essa é uma maneira divertida de alimentar o cão, inclusive de oferecer a ele toda a porção de ração que come durante o dia. Pode-se usar uma garrafa pet (remova antes eventuais anéis de plástico) ou brinquedos especiais para esse fim. Para experimentar a garrafa, comece fazendo oito buracos nas laterais, com faca ou objeto quente (evita que pontas cortem a boca ou língua do cão). Estude o tamanho dos buracos. Se forem grandes demais, sairá ração em excesso (o cão rapidamente acabará com a brincadeira), se pequenos demais, os grãos de ração não sairão (a frustração levará o cão a desistir). Quanto aos brinquedos, há modelos em forma de pêra (Kong), oval (Pulga, da Buddy Toys), de cubo (Buster Cube) e de bola (Roll-A-Treat). Existem ainda outros modelos em tinyurl.com/cognitivos. No caso do Kong <<Natasha: e de quais outros destes citados??>>) pode-se misturar ração seca com comida pastosa ou em lata (úmida), para o cão retirar alimento de dentro do brinquedo com a língua. Quando ele fizer isso facilmente, deixe o brinquedo já recheado no freezer por uma noite, para aumentar a dificuldade. No início, é bom facilitar o uso de todos esses brinquedos. Pode-se, ainda, estimular o cão colocando manteiga de amendoim ou queijo cremoso próximo ao local de onde sai a comida. Depois, aos poucos, aumenta-se o grau de dificuldade, para entreter o cão por mais tempo.

Alternativas para quem está sem tempo

Contrate um passeador: é importante que o cão saia para caminhar no mínimo uma vez por dia. Nos dias em que ninguém da família pode levá-lo, um passeador profissional resolve. Peça a ele que alterne os percursos.

Ponha o cão num day care: bem melhor que deixar o cão sozinho é deixá-lo num local especializado, aonde receba cuidados. Lá ele poderá brincar com outros cães e com pessoas ou, se for do tipo que só quer conforto, poderá receber atenção instalado em um sofá.

Problemas por falta de estímulos: A vida pobre em estímulos é responsável por diversos possíveis desvios comportamentais

· Agressividade;

· Ansiedade: agitação, destrutividade (roer móveis, objetos ou estragar o jardim), urinar ou defecar fora do lugar habitual;

· Apatia ou depressão;

· Automutilação: lambedura excessiva de uma ou mais patas, principalmente as dianteiras, ocasionando feridas, e mordedura das patas ou da cauda;

· Busca exagerada por atenção: cães que andam o tempo todo atrás do dono, pedindo carinho ou trazendo brinquedos;

· Desordens alimentares;

· Desordens compulsivas: perseguir sombras, aves, moscas, brilhos, etc.;

· Excesso de energia acumulada;

· Fobias.

Para detectar gostos e afinidades do seu cão

Por meio da observação e de interações sociais e de brincadeiras controladas por um adulto supervisor, é possível conhecer as preferências do cão. Pode-se também fazê-lo “escolher” seus lugares preferidos, como o que ele mais gosta para descansar.

Fonte: comportamentocanino.com

Brincadeiras de Cães Também Divertem Seus Donos!

Cachorros são amigos, leais e sempre divertidos. Ter um cão como animal de estimação é a garantia de sempre poder contar com um companheiro animado, às vezes sonolento, que você poderá interagir com bastante frequência. Brincadeira de cães costuma ser uma atividade agradável para o animal e para o seu dono, independente da faixa de idade de ambos.

Brincadeira de cães, além de gastar a energia do animal, é ótima para melhorar a qualidade da saúde do seu bichinho de estimação. Um cachorro que costuma brincar e praticar diversas atividades permanece saudável física e emocionalmente. Normalmente um cão que não faz esse tipo de coisa se transforma em um animal solitário, deprimido e até violento, destruindo o seu jardim, sofá e, na pior das hipóteses, acaba atacando alguém. As atividades físicas são de suma importância para o bem estar do animal.

Tipos de atividades e brincadeiras

Uma boa caminhada sempre é uma atividade saudável para o cão e para o seu dono. Entretanto, por que se limitar a um simples passeio quando você pode brincar com o animal? Escolha um bom lugar de passeio, amplo e com bastante espaço, e, simplesmente, corra com o cachorro! Dependendo da personalidade do animal, você pode fazer isso segurando a guia ou deixando ele solto e livre para correr sozinho.

As brincadeiras com cachorros feitas com objetos e brinquedos em geral também são uma boa pedida. As vantagens de praticar uma atividade com um brinquedo, uma bola ou semelhante, é o fato de não necessitar de muito espaço para poder brincar. Isso é muito bom para quem mora em apartamento. Basta escolher um corredor, ou encostar-se à extremidade da sala, e jogar o brinquedo para o animal ir buscar. No mesmo quesito ainda existe o cabo de guerra, onde o dono puxa o brinquedo para um lado e o animal para o outro.

Todo o dono passa por um momento ao qual ele não pode brincar com animal devido a um compromisso ou trabalho. Nessa situação, para não deixar o animal solitário, procure deixar com o bichinho algum brinquedo ao qual ele possa interagir sozinho. Brincadeira de cães não se limita a atividades feitas com o dono. Uma bola, por exemplo, vai rolar toda vez que o animal morder ou jogar para o alto. Dessa forma é possível manter o cão ocupado gastando suas energias.


Fonte: cachorrogato.com.br