Archive for Mundo Animal

Um pouquinho do Sul do Brasil

Um roteiro muito bacana que fizemos foi pelo Sul do Brasil. Vamos contar um pouquinho pra vocês e pra começar…. Gramado-RS!

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Imagem Divulgação

A cidade é conhecida principalmente por seu festival de cinema e seu famoso chocolate.Nossa primeira parada foi o Lago Negro, chamado assim pelas árvores importadas da Floresta Negra na Alemanha. Após um passeio pelos arredores do lago seguimos para a casa dos colonos, onde é possível comprar produtos das quinze colônias alemãs e italianas espalhadas pela cidade, como geléias, vinhos, queijos, cachaças, embutidos entre outros. Não se pode falar de Gramado sem citar as lojas de chocolate espalhadas pelo centro. A cidade figura como uma das melhores produtoras do Brasil. Ao cair da noite o friozinho da Serra Gaúcha torna a Rua Coberta, também no centro da cidade, um local perfeito para se aquecer e desfrutar dos vários cafés e restaurantes que a cercam.

Lá ficamos hospedados num hotel muito legal e que adora receber os nossos pets. Fica a dica de um ótimo lugar para se hospedar em Gramado, quando forem por lá.

Hotel Canto Verde: para saber todas as informações sobre o Canto Verde é só acessar o nosso site. Segue o link pra ficar bem fácil: http://roteiroanimal.com.br/hoteis-e-pousadas/rio-grande-do-sul/gramado/hotel-canto-verde

Boa viagem e bom passeio!

 

Como você transporta seus cães quando sai pra passear de carro?

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Imagem Divulgação

Quem nunca saiu para passear de carro com o seu pet? Esse é um costume muito comum, principalmente para os amantes de viagem ao lado do seu melhor amigo. Até aí está tudo certo, mas não podemos esquecer a segurança e o conforto do nosso amiguinho. Hoje existem no mercado várias opções destinadas ao transporte dos seus cães com segurança, assim como acessórios para proteger o estofado do seu carro. Vamos conhecer?

CINTOS DE SEGURANÇA: esse é um item obrigatório de segurança. Eles são compatíveis com o plug do cinto do carro e mantém o animal seguro durante os passeios.

CADEIRINHA PET: ela é indicada para cães de até 10 quilos e deve ser usada junto com o cinto de segurança. Além de proteger o seu cãozinho, evita o contato direto com o banco do carro.

TELA DE PROTEÇÃO: perfeita para aqueles que têm um cãozinho que adora ir para o banco da frente. Isso é muito bom pois pode evitar acidentes indesejáveis.

CAPA PARA BANCO: para quem quer evitar que o banco do seu carro fique cheio de pelos, a capa protetora resolve muito bem. Ela é impermeável e ajuda a manter o estofado sempre limpo.

Agora é só procurar a opção que melhor te atende, arrumar as malas e pegar a estrada na companhia de quem sempre está ao seu lado.

Seu estilo de vida afeta o bem-estar do pet. Como melhorar a rotina dele?

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Patrícia Guimarães - Colaboração para o UOL, em São Paulo

 

Todo dia é aquela correria. Acordar cedo, enfrentar o trânsito, cumprir muitos compromissos, voltar para casa exausto e ainda ajeitar tudo para o dia seguinte. Não bastasse tudo isso, soma-se o fato de que 45,9% da população brasileira é sedentária, segundo dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2016. Resultado: animais de estimação cada vez mais privados do contato com o mundo externo e, muitas vezes, confinados em casas ou apartamentos.

Entre os problemas que o sedentarismo pode provocar nos animais está a obesidade, que pode levar a uma série de outras complicações. Entre elas estão doenças hormonais; possibilidade de desenvolvimento de diabetes; doenças respiratórias; doenças articulares e ósseas. “Um cachorro muito pesado, por exemplo, tem dificuldade de se posicionar para fazer xixi. Um animal que passa muito tempo deitado pode ter problema de densidade óssea ou problema dermatológico”, explica o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, Rodrigo Mainardi.

Mas, apesar de bastante grave e comum, a obesidade está bem longe de ser o único problema. “Você pode ter um animal que consome a quantidade calórica compatível com o tanto de energia que ele gasta; então ele pode ser até esguio. Mas ele pode ser um animal que se lambe muito; que faz de tudo para chamar a atenção; late muito dentro de casa; exige carinho de uma forma insistente. São sinais de um desconforto psicológico que indicam a necessidade de que haja uma atividade física maior”, explica Mainardi.

Sua vida é entediante? Imagine a do seu cão

É cada vez mais comum que cães passem, em média, de 8 a 12 horas em casa, sozinhos. Quando um cão deixa de ir à rua, ele não é privado apenas dos benefícios ligados aos aspectos físicos que uma caminhada pode trazer. Ele é impedido também de se favorecer do bem-estar psicológico de ver outros animais, de sentir outros cheiros e de conhecer novos espaços. Tudo isso pode fazer com que o cão adoeça.

Assim como ocorre com os humanos, os animais precisam de estímulos diferentes, como explica a veterinária comportamentalista e pós-doutorada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e fundadora da Psicovet Daniela Ramos. “Uma pessoa sedentária vai ao trabalho, vê os amigos…mas um animal sedentário fica em casa 24 horas; então, do ponto de vista emocional, o impacto é muito grande porque o ambiente dele fica extremamente monótono”, afirma.

Segundo a especialista, essa monotonia pode levar ao tédio, que é um dos gatilhos para o estresse crônico nos animais.

Para a médica veterinária especializada em comportamento canino Karine Drummond Pedrosa, o tédio pode levar a atitudes até mesmo como a automutilação ou agressividade. “É comum acontecer a mutilação quando o animal não tem atividade. Ele se lambe até formar uma lesão. É uma forma que ele encontra de gastar energia “, explica.

Dar uma voltinha nem sempre é o bastante

Os especialistas explicam que na natureza os caninos desenvolveram a capacidade de fazer grandes caminhadas para que pudessem sobreviver e que, mesmo domesticados, eles conservam essa natureza. Por essa razão, aquela voltinha do xixi e do cocô ali na esquina nem sempre é suficiente.

Obviamente cada cão tem sua particularidade e, por isso, animais de menor porte podem gastar bastante energia, por exemplo, em uma brincadeira de bolinha em que interagem com seus tutores. Isso significa que sair todos os dias não precisa ser uma regra absoluta para eles. Já os animais maiores precisam de passeios mais longos para queimar calorias e gastar a energia acumulada depois de um dia inteiro em casa.

Nos dias de chuva, ou quando é impossível sair com o animal, alguns truques podem ajudar. “Ao invés de dar a ração para o cão em um potinho, coloque-a dentro de um brinquedinho ou amarre-a em um pano de modo que ele vai ter trabalho para comer. Assim, no lugar de comer aquela porção de ração do pote em menos de cinco minutos e se deitar, ele vai comer aquela mesma ração em 10 ou 15 minutos”, ensina Mainardi.

“A pessoa pode ensinar truques como sentar, dar a pata, rolar. Pedir que o cão se acalme e se sente antes de ser recompensado. Isso tudo ajuda na questão da ansiedade e é importante fazer um trabalho cognitivo com o animal”, orienta Pedrosa.

Dicas para um passeio ideal

Ramos e Pedrosa deram algumas dicas:
-  o tutor deve escolher um equipamento que não machuque o animal. Existem peitorais de diferentes tipos e eles são mais indicados do que enforcadores;
-  fique atento aos horários de passeio, principalmente nos dias muito quentes para evitar que o animal tenha as patas queimadas;
-  animais albinos (e raças com pré-disposição a problemas de pele, como o boxer) precisam de protetor solar, converse com o veterinário;
-  é recomendado levar uma garrafa de água para o animal;
-  o passeio deve ter, no mínimo, entre 20 e 30 minutos;
- deve haver comunicação entre o tutor e o cão durante a caminhada. Essa comunicação vai contribuir para que o passeio seja controlado e prazeroso para os dois;
-  é importante socializar o cão e deixar que ele cheire também outros animais ou chegue perto de pessoas. Mas antes sempre pergunte se o outro animal reagiria mal ou se a pessoa se incomodaria.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/16/seu-estilo-de-vida-pode-afetar-a-vida-do-seu-bichinho-ja-pensou-nisso.htm

Por que você não deve deixar seu animal de estimação no carro?

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Não é raro que as pessoas deixem seus cães dentro do carro, e isso ocorre em vários países. Isso é comum de acontecer em qualquer situação: dias frios, dias quentes, com tempo chuvoso ou ensolarado. Os cães ficam presos em automóveis parados na rua, em estacionamentos abertos e até de grandes estabelecimentos, como shoppings.

Um hábito especialmente frequente, e ainda mais perigoso, é deixar cachorros presos nos carros durante paradas de viagem. Pense: quantas vezes, numa lanchonete ou posto de gasolina na estrada, você não viu um cachorro latindo ou dormindo, sozinho, dentro de um carro?

Embora possa parecer tranquilo prender seu cachorro por apenas alguns minutos, enquanto vai ao banheiro e toma um café, na realidade isso é muito perigoso. Os cachorros funcionam de forma muito diferente da nossa com relação ao suor e à temperatura corporal. Eles suam e se refrescam por meio das patas e da língua para fora, ofegantes, com a respiração curta. Se houver apenas ar quente disponível, levará apenas alguns minutos para seu cão sofrer um colapso ou mesmo morrer. Isso pode acontecer em 15 minutos.

Os carros chegam a temperaturas elevadíssimas, independentemente do clima externo. Por exemplo, em dias muito frios os carros podem ficar muito quentes por conta do sol; já no verão, mesmo à sombra, o carro fica quente – especialmente no Brasil em países tropicais.

Deixar o ar condicionado ligado parecer resolver o problema, mas também pode ser perigoso. Além de poder não ser suficiente em certos casos, o ar condicionado pode ter alguns problemas. Ele pode desligar sozinho, ou ainda pior – pode passar por problemas que o levam a trocar a temperatura baixa do ar pela alta. Isso já ocorreu antes, e cães morreram ao permanecerem por menos de 30 minutos dentro de um carro cujo ar condicionado passou por essa falha.

Você pode estar aliviado, lembrando das vezes que deixou seu animal de estimação no carro. Você deixou frestas das janelas abertas, então tudo bem.

Mas deixar as janelas do carro abertas também não funciona. Afinal, se você não abrir muito, provavelmente não fará diferença e o animal correrá os mesmos riscos. Se abrir o bastante, seu cão pode fugir, dependendo do seu tamanho, ou mesmo morder pessoas que passem na rua. Você será responsável e poderá sofrer um processo, além de colocar em risco a integridade de outras pessoas.

Você nunca deve, em hipótese nenhuma, deixar seu cachorro preso num carro. Porém, em alguns casos, isso deve ser ainda mais enfatizado. É o caso de todos os cães braquicefálicos, como o buldogue francês.

Os cães braquicefálicos têm uma porção de problemas. Eles têm essa denominação pelo fato de sua mandíbula superior não ser proporcional ao resto da cabeça e corpo, trazendo problemas na traqueia, palato mole, narinas e ofego. Esses problemas geram uma obstrução na respiração e, portanto, um problema de calor – a hipertermia. Basicamente, eles não conseguem abaixar a temperatura corporal.

Como a respiração dos cães de raças como o buldogue francês não respiram bem, eles também não ofegam adequadamente. Ao ofegar os cães se refrescam e regulam a temperatura corporal, mesmo em tempos quentes. Com todas essas funções comprometidas, deixar um cão braquicefálico preso no carro é ainda mais perigoso, e as chances de morte são grandes.

Por Animais Amigos - http://www.animaisamigos.com/

7 DICAS PARA PLANEJAR UMA VIAGEM COM SEU PET

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Com a chegada das férias de fim de ano as viagens ficam mais presentes na rotina dos brasileiros, mas aqueles que têm seu pet não precisam deixar o animalzinho para trás. Com as dicas abaixo do Renato Costa, veterinário parceiro da Zoetis, companhia global de saúde animal, o passeio será tranquilo e inesquecível.

Confira:

1- Verifique a carteira de vacinação do seu animal

Foto via Istock/ AnatoliYakovenko

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“As vacinas são muito importantes e precisam estar em dia”, explica o veterinário. Não apenas pela obrigatoriedade da vacinação contra raiva para viagens interestaduais ou internacionais, mas, sobretudo, pois seu destino pode, eventualmente, ser uma área de alta incidência de algumas doenças virais de fácil contágio como a parvovirose e a cinomose em cães ou a rinotraqueíte em gatos. A vacinação contra estas e outras doenças devem estar sempre atualizadas e ao planejar uma viagem devemos nos certificar de que nossos amigos estejam protegidos para poderem aproveitar.

2- Cuidado se for à praia ou campo

Foto via Istock/ arekmalang

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A dirofilariose ou verme do coração como é conhecida, requer atenção especial principalmente em viagens nestas regiões onde é mais frequente. A doença é transmitida por um mosquito e pode levar a óbito, caso não seja tratada. Para evitar este mal, de acordo com Renato Costa, existem remédios de uso mensal, que podem ser aplicados pelo próprio dono como o Revolution da Zoetis, “além do verme do coração, o Revolution também combate pulgas, carrapatos e vermes intestinais”.

3- Viagem sem vômitos e enjoos

Foto via Istock/ nata789

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“não são todos os animais que vomitam na viagem, mas a maioria, mesmo sem expelir nada sente o chamado enjoo do movimento. Para estes casos indicamos o Cerenia, ele ajuda o animalzinho a não ter desconfortos com o enjoo e previne o vômito. O Cerenia tem duração de 12 horas, então é necessário se programar se a viagem for longa”.

4- Faça paradas para água e outras necessidades do animal

Foto via Istock/ damedeeso

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De acordo com Renato Costa, água é indispensável, principalmente em dias quentes de verão. “É importante fazer paradas regulares para que o animal beba água faça suas necessidades. Assim, a viagem se torna tranquila para o animal e ele vai poder aproveitar melhor com seu tutor”.

3- Leve objetos que ele goste

Foto via Istock/ Eriklam pet

Foto via Istock/ Eriklam

“Brinquedos, cobertores, o que dê para levar que seja familiar é sempre válido.Isso diminuirá o estresse de mudança de ambiente”.

4- Não se esqueça de ver documentos necessários para viagens de avião fora e dentro do país

Foto via Istock/ humonia

Foto via Istock/ humonia

“Para ambas as viagens é necessário a carteira de vacinação em dia e atestado de saúde que deve ser solicitado para o veterinário no máximo três dias antes da viagem”.

5- Se a viagem for de carro, não deixe o animal solto no veículo

Foto via Istock/ Dirima pet

Foto via Istock/ Dirima

“Além de provocar acidentes e poder lhe render uma multa, também é perigoso para o animal. Deixe-o dentro de caixas de transporte próprias para estes fins ou preso ao banco pela coleira própria para viagens. Existem várias opções no mercado para levar o cão ou gato dentro do carro em segurança”, orienta Renato Costa, veterinário parceiro da Zoetis.

 

Texto por: Agência com edição Eliria Buso

Foto destaque via Istock/ AnatoliYakovenko

Hidratação Para Os Gatos

O gato precisa de água para manter o balanço hídrico, o que é essencial para o bom funcionamento do organismo. A água ajuda a manter a saúde do trato urinário, diminuindo significativamente o risco de formação de cálculos urinários.

Mas…

Os gatos tendem a beber pouca água.

E agora?????
Aqui vão três dicas para ajudar nesse problema!

1. Você sabia que gatos gostam de beber água em vasilhas bem grandes? O motivo é que não gostam de encostar seus bigodes nas bordas das vasilhas. Disponibilizar vasilhas com diâmetro grande é uma ótima solução.

2. As fontes são ideais para os felinos mais exigentes e colaboraram para o aumento da ingestão hídrica, evita possíveis problemas renais no futuro e são funcionais para os donos, já que mantêm o frescor do líquido por mais tempo. O movimento constante também entretém o animal e fornece mais praticidade ao dia a dia.

3. Alimentos úmidos possuem 80% de água, sendo uma ótima alternativa para gatinhos mais exigentes. A linha úmida da Royal Canin respeita os mesmos princípios nutricionais da ração seca, podendo ser oferecida como única fonte de alimentação ou junto com a ração seca.

Cinomose Canina

Cinomose canina

É uma doença infecciosa viral causada por um Morbillivirus da família Paramyxoviridae.

Esta doença é causada pelo vírus da cinomose canina que afeta principalmente os cães domésticos podendo contaminar outros animais selvagens.

A principal forma de transmissão do vírus é através de contato direto entre animais infectados por suas secreções nasais, orais, urina e também por meio de partículas disseminadas no ar causando o aparecimento dos sintomas clínicos da doença.

Após a infecção, os animais excretam o vírus nos fluidos corporais por períodos prolongados

Essa doença altamente infecciosa costuma ser aguda e febril, acometendo o sistema gastrintestinal, o sistema nervoso central (SNC), o sistema respiratório e a pele do animal.

Quando acometido o sistema gastrintestinal o aparelho digestivo é predominantemente afetado, ocorrendo inflamação na mucosa do estômago e do intestino, determinando o aparecimento de gastrite e enterite. O animal também apresenta quadros de vômito e diarreia que no início apresenta aspecto seroso tornando-se hemorrágica e purulenta no final.

Se a doença afetar o SNC causará inflamação das meninges ocorrendo meningite virótica, além dos sintomas de encefalite como: convulsão, contração muscular localizada, andar em círculos, micção e defecação involuntárias, somando-se como sinais típicos da doença.

O animal afetado também pode apresentar problemas no sistema respiratório, onde sobre a ação do vírus ocorre inflamação dos pulmões determinando o aparecimento de pneumonia, além da inflamação também diagnosticada na faringe e na laringe provocando tosse.

A forma mais benigna da doença é apresentada no modo cutâneo onde aparecem na pele do animal vesículas, pústulas e mucosas. Já nos olhos do animal desenvolve-se conjuntivite serosa.

O vírus da Cinomose é um patógeno com altos índices de mortalidade, sua letalidade é inferior apenas à raiva canina.

Embora não haja nenhuma terapia específica para a doença, que na maioria das vezes leva o animal à morte, métodos de detecção rápidos e confiáveis são extremamente críticos e essenciais para detectar a presença do vírus em níveis muito baixos, não apenas para salvar vidas, mas também para poupar tempo de análise e custo.

A vacinação como método preventivo, é a melhor forma de proteger nossos amigos contra o vírus letal da Cinomose.

Mantenha a vacinação do seu cãozinho sempre em dia!

Você conhece a FIV ou AIDS Felina?

A doença é causada por um vírus que diminuí a capacidade do organismo de combater doenças, ou seja, diminui a imunidade.

A FIV é transmitida pelo sangue, principalmente por brigas e mordidas.

A única maneira de descobrir se o seu gatinho é portador da doença, é fazendo o exame de sangue específico para diagnosticar a FIV. O exame de sangue comum não detecta o vírus e não pode ser usado para excluir a possibilidade de o gato ser portador.

Confira sempre o peso, a pele, a boca, as orelhas, a disposição e apetite do seu gato. Qualquer alteração pode ser um sinal!

Peça orientação ao Médico Veterinário, ele poderá apontar formas de fortalecer o sistema imunológico que podem ajudar o gatinho a se manter saudável.

Fonte: Dra. Thaysa Mativi

Como Fazer o Cachorro Parar de Morder Sofá

Para muitos de vocês, donos de cães, acredito que já passaram ou estão ainda a passar por este problema com os seus cães, especialmente quando eles ainda são filhotes. E sempre acabam por fazer a mesma pergunta. Como fazer o cachorro parar de morder?

A verdade é que é um problema comum, que muitas vezes surge na altura da mudança de dentição, na qual o seu cachorro esta com comichão na gengiva e tenta coçar de qualquer maneira, neste caso, mordendo o que não deve.

E se ainda se pergunta se é algo que você deve ter atenção e corrigir ou não, saiba que há relatos de cães a roerem de tudo, desde moveis e cadeiras até à carteira dos seus donos com dinheiro e documentos dentro.

Não quer que algo assim acabe por poder acontecer pois não? Então tome uma atitude para corrigir este comportamento.

como fazer o cachorro parar de morder

Porquê que isto acontece?

Os cães desde filhotes que usam a sua boca para aliviar a sua tensão e ansiedade, usando no inicio para beber o leite da sua mãe. Cada vez que têm fome e ficam ansiosos lá vão eles. E isto é muito pacifico até à altura em que o deixam de fazer.

A partir dessa altura você é que lhe deve ensinar como libertar essa tensão e ansiedade, isto através dos métodos que vai ver mais adiante.

Esta é mais uma das coisas que os cães são muito parecidos com humanos. Nós também usamos muito a boca para aliviar a tensão e ansiedade (comendo, bebendo, fumando, roendo as unhas, etc..)

cão mordendo

Cão Sofa

 

Cuidados para corrigir o morder e roer tudo

– Deve dar passeios com ele. Sim, isso mesmo. A maioria das vezes isto acontece porque os seus donos não dão passeios com os seus cães ou não brincar quase nada com eles e eles acabam por ficar com demasiada energia acumulada e arranjam maneira de a gastar.

– Compre vários brinquedos que ele possa usar, desde ossos de borracha que ele possa morder e assim libertar tudo o que tem a libertar. Também recomendo comprar uma daquelas bolas que vão largando comida enquanto ele brinca com elas. Pode até se gastar depressa a comida mas eles vão ter feito já um bom exercício.

– Quando o apanhar a roer e a morder algo que não deve, você deve dizer um “NÃO!” firme e depois dar-lhe um dos brinquedos que ele possa brincar e roer. Se ele for roer de novo a seguir, você pega-o pela pele da nuca e brinque um pouco com ele e o brinquedo.

– Existem produtos em petshops que são sprays que você pode borrifar nas coisas, como por exemplo moveis, pernas de cadeiras, etc (aquelas que ele costuma ir lá meter a boca) e esse spray deixa um sabor amargo nessas coisas evitando assim que ele lá vá. Deve ir reforçando todos os dias esses sítios.

– Não deixe os brinquedos que mencionamos anteriormente espalhados pelo chão para ele porque os cães perdem rapidamente o interesse pelas coisas e pode acontecer o mesmo com eles. Tenha num sitio fora de alcance e dê só quando acha necessário ou quer que ele brinque com eles.

Conclusão

Depois de fazer estas coisas a grande maioria dos cães vão deixar de ter este comportamento ou vão melhorando com o tempo.

Fonte: Como Adestrar Cão e Gato

4 Dicas Para Comprar Brinquedos Para Cachorro

Para comprar brinquedos para cachorro, você primeiro precisa considerar as características específicas do seu cachorro, levando em consideração os instintos e a personalidade dele.

Para o brinquedo ser perfeito, quem tem que amá-lo é o seu cachorro, e não você.  Porém, varias vezes, escolhemos formatos, texturas e cores que nos agradam muito mais do que agrada os nossos cães. Por esse motivo, a personalidade e os gostos do seu cachorro devem vir em primeiro lugar na hora de escolher o brinquedo.

Abaixo seguem as dicas para comprar brinquedos para cachorro que realmente agradam o seu cão.

1. Escolha uma cor facilmente vista pelo seu cão

Diversos brinquedos para cachorros são feitos em cores que, embora sejam vibrante para nós, não são facilmente vistas pelos cães.  Cachorros enxergam somente alguns tons de cores e seus brinquedos devem ser de cores que chamem mais a atenção do cão do que seu proprietário.

Considere também a cor do chão e dos espaços aonde o cão brinca, de forma não escolher uma cor que se camufla nos ambientes aonde ele habita.  Esscolher uma bola verde e jogá-la na grama, por exemplo, pode dificultar a brincadeira na hora que você joga a bola para ele pegar.

2. Incentive o seu cachorro a cheirar

O olfato é o sentido mais forte e, consequentemente, um dos mais utilizados pelo cão.  Por isso, um bom brinquedo deve levar em consideração olfato do cachorro, não tendo cheiros muitos forte e, quando possível, promovendo os instintos de farejar do cão.  Brinquedos inteligentes que permitem que donos insiram petiscos, nesse sentido, podem ser uma boa opção para o seu animal.  Para os petiscos, como no caso dos brinquedos, o cheiro é mais importante do que a coloração ou formato.

3. Compre brinquedos com o tamanho adequado para o seu cachorro

Alguns brinquedos pequenos podem ser facilmente ingeridos ou até entalados na garganta do cachorro. Esse foi o caso do Golden Retriever da Oprah que, ao brincar com uma bolinha que pertencia a um cachorro menor, engasgou.  O brinquedo, e todas as suas partes, deve ser grande suficiente de forma não apresentar um risco de ser ingerido pelo cachorro.

Ao mesmo tempo, o brinquedo não poder ser muito grande.  Uma bolinha que o cachorro não consegue pegar com a boca, por exemplo, pode deixar de ser um brinquedo interessante para ele.

4. Potenciais perigos de cada brinquedo

Muitos brinquedos, quando desmontados, apresentam um risco de ser ingeridos pelo cachorro. Esse é o caso, por exemplo, de brinquedos com cordas, linhas e laços.  Outros com pilhas também podem ter consequências fatais quando as pilhas são ingeridas pelo cão.

A interação entre cachorro e brinquedo sempre deve ser supervisionada, de forma a não colocar o animal em uma situação de risco.  Similarmente, é necessário contatar um veterinário antes de apresentar o cão a brinquedos que envolvem petiscos ou qualquer tipo de comida. Essa é a única maneira de verificar se a saúde do animal permite que ele ingira determinadas substâncias.

Fonte: linkanimal