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Convivência Entre Cães e Crianças

As crianças pequenas, normalmente, não tem ideia de que o cão é um ser vivo e algumas podem agir de forma inadequada apertando, acariciando de forma rude ou até mesmo batendo nos animais, podendo provocar reações de defesa por parte destes. Os animais podem rosnar ou até mesmo morder algumas crianças. Os filhotes de cães, por sua vez, podem eventualmente sofrer lesões graves, decorrentes de brincadeiras com crianças.

Alguns cães suportam melhor a convivência com crianças e até mesmo os abusos por parte destas.

A partir dos 10 anos de idade é que as crianças terão real noção das necessidades de um animal e dos cuidados que precisam dispensar a um outro ser vivo.

Alguns cães, principalmente os de maior porte podem eventualmente, mesmo que sem intenção, machucar crianças com brincadeiras excessivamente brutas.

Certamente são as raças mais pacientes, que suportam as investidas insistentes dos pequenos. São os cães que suportam “sofrer” sem reagir. Algumas raças são mais tolerantes.

Surpreendentemente, as raças de maior porte são, geralmente, muito mais tolerantes, dóceis e tranqüilas e aceitam melhor a convivência com crianças. Os cães de menor porte, em geral, são mais reativos e de comportamento mais instável. Entretanto, até os 2 anos de idade, os cães de maior porte são também imaturos e inquietos e podem ser bastante trapalhões, chegando, às vezes, a machucar algumas crianças inadvertidamente.

Quais as raças mais indicadas para a convivência com crianças?

American Staffordshire terrier

American Staffordshire Terrier – Apesar da reputação que tem (considerado potencialmente perigoso), estes cães tendem a ser agressivos apenas com outros cães, sendo muito leais com a família e extremamente tolerantes e dóceis com crianças. Gostam de ser o único cão da família.

Antigo Cão de Pastor Inglês (Bobtail) – Conhecido por cuidas das crianças, são muito tolerantes e calmos. Exigem escovagens diárias.

Beagle e outros cães de levante e corso (hounds), tais como o Bloodhound, o Harrier, Irish Wolfhound e o American Foxhound – São brincalhões e tolerantes, mas bastante enérgicos. Não são indicados paa serem criados em apartamento.

Boxer – Um cão de guarda, que protege a família e lida muito bem com os mais novos.

Poodle Grande – Os poodles de porte menor são nervosos e reativos, o que não acontece com a variedade grande. O poodle de porte grande é

uma ótima opção para famílias com crianças.
Cão de Água Português – Activo e elegante, é um cão tolerante com as crianças.

Cão de Água Português

Collie de pêlo comprido ou curto e Bearded Collie – São bastante pacientes com crianças, mas exigem     muita manutenção com o pêlo.

Golden Retriever, Retriever do Labrador e Retriever de Pêlo Liso – A docilidade destes cães precede-os. São tolerantes e pacientes. O Labrador Retriever é contudo bastante trapalhão e excitável enquanto não atingir a idade adulta e pode ser necessário mais algum cuidado na vigilância das brincadeiras.

 

Bichon Havanês

Bichon Havanês – É um cão de colo, pequeno e de apartamento, mas aceita bem crianças na família.

Hovawart, Terra Nova e São Bernardo – São cães muito calmos e sossegados. Aturam as maiores travessuras, mas são bastante trapalhões enquanto pequenos e pode ser um desafio tentar fazer com que tenham cuidado com os movimentos.

Mastiff – Um poderoso guarda, mas um gentil gigante com a família. Necessita ,contudo, de uma forte socialização por ter temperamento forte e liderança e não deve ser cão para donos inexperientes.

Pug – Pequeno e cão de apartamento, o Pug foge ao estereótipo dos cães pequenos e nervosos. É paciente, mas pode ser demasiado frágil para as crianças mais brutas.

Outras raças indicadas
Estas raças são também indicadas para conviverem com crianças, pois têm ainda uma elevada tolerância a abusos, mas não mostram um comportamento tão paciente ou consistente. Contudo, adequam-se perfeitamente num ambiente familiar, especialmente se lidarem com crianças mais crescidas.

  • Basset Hound
  • Bichon Frise
  • Boston Terrier
  • Boulldog Francês
  • Bulldog
  • Bull Terrier
  • Cão da Serra de Aires
  • Cocker Spaniel Inglês e Americano
  • Dálmata
  • Lulu da Pomerânia
  • Pastor Alemão
  • Podengo Português Médio
  • Schnauzer Grande
  • Setter Inglês
  • Shar Pei
  • Cocker Spaniel Inglês e Americano

Algumas raças não indicadas para crianças
Estes cães são ótimas companhias, mas não gostam de ser tratados de forma bruta ou de serem constantemente assediados pelas crianças. Não são tão pacientes às insistentes “investidas” das crianças. Como em todos os casos, existem exceções e a capacidade de uma criança e de um cão de uma destas raças conviverem depende muito da educação que tanto a criança como o cão recebem. São, contudo, cães mais indicados para adultos ou adolescentes e muitos estão entre as melhores opções para idosos.

  • Alaskan Malamute
  • Poodle Médio, Anão ou Toy
  • Chihuahua
  • Chinese Crested Dog
  • Chow Chow
  • Jack Russell Terrier
  • Llhasa Apso
  • Pequinês
  • Pinscher Miniatura
  • Saluki
  • Schnauzer Miniatura
  • Tibetan Terrier
  • Weimaraner
  • Yorkshire Terrier

Ao escolher o cão, tenha em atenção todas as outras características e as necessidades da família e do animal. Apesar da convivência com uma criança ser muito importante, as outras características do cão também o são. Se escolher, por exemplo, um Labrador Retriever, tenha em atenção a sua necessidade de exercício, isto porque manter qualquer cão fechado no interior ou constantemente preso acaba por afetar o temperamento do mesmo, tornando-o frustrado e destrutivo, e podendo tornar-se um cão mais instável. Os pais devem ter também a noção de que crianças e cães não devem conviver sem supervisão, independentemente da raça. Por mais responsável que seja uma criança, criar um cão é uma tarefa de adultos, por isso cai sobre os pais e não sobre a criança a responsabilidade que ter um cão acarreta.

Se tem um filho pequeno e deseja ter um cão, o casal deve ponderar a sua decisão até que a criança cresça e possa ter noção sobre a responsabilidade que a posse de um animal acarreta. Em termos de trabalho, um cão é quase tão exigente como uma criança e pode duplicar o número de tarefas de uma família diariamente. Talvez seja vantajoso esperar mais alguns anos até que a criança possa ser ensinada sobre a forma correta de se tratar um animal.

Contudo, as crianças que crescem com cães vêm neles os melhores amigos (e vice-versa), confidentes e um apoio emocional. Perceber que lidar com outros exige educação e limites, torna as crianças mais responsáveis, equilibradas e menos egocêntricas. Crescer com um amigo fiel é uma das melhores experiências que se pode proporcionar a um filho.

Fonte: GrandesAmigosPetShopSalvador

11 Raças de Cachorros Independentes

Quando citamos cachorros independentes, muitos podem pensar que é uma coisa boa. Mas a independência em cães nem sempre é o ideal.

Inclusive, esse tipo de cão pode ter personalidade forte, ser teimoso e difícil de treinar.

Muitas raças foram criadas para realizarem trabalhos que exigem que sejam independentes. Esses cachorros tendem a ser espertos, mas para  viverem como bichinhos de estimação, eles exigem uma liderança maior por parte de seus tutores e um treinamento melhor.

Mas, no final das contas, todo cachorro é um grande companheiro e merece nosso amor incondicional.

 

Conheça 11 raças de cachorros que costumam ter personalidades independentes:

 

Akita

 

Akita (Foto: Reprodução / Google)

Akita (Foto: Reprodução / Google)

 

Shar Pei

 

Shar Pei (Foto: Reprodução / Bicho Online)

Shar Pei (Foto: Reprodução / Google)

 

Jack Russell Terrier

 

Jack Russell Terrier (Foto: Reprodução / Vestreet)

Jack Russell Terrier (Foto: Reprodução / Vestreet)

 

Chihuahua

 

Chihuahua (Foto: Reprodução / Google)

Chihuahua (Foto: Reprodução / Google)

 

Pinscher miniatura

 

Pinscher miniatura (Foto: Reprodução / Google)

Pinscher miniatura (Foto: Reprodução / Vestreet)

 

Pastor Polonês da Planície

 

Pastor Polonês da Planície (Foto: Reprodução / Google)

Pastor Polonês da Planície (Foto: Reprodução / Google)

 

Mastim Tibetano

 

Mastim Tibetano (Foto: Reprodução / Google)

Mastim Tibetano (Foto: Reprodução / Google)

 

Collie

 

Collie (Foto: Reprodução / Google)

Collie (Foto: Reprodução / Google)

 

Retriever da Nova Escócia

 

Nova Escócia Duck Tolling Retriever (Foto: Reprodução / Google)

Retriever da Nova Escócia (Foto: Reprodução / Google)

 

Beagle

 

Beagle (Foto: Reprodução / Google)

Beagle (Foto: Reprodução / Google)

 

Lhasa Apso

 

Lhasa Apso (Foto: Reprodução / Vetstreet)

Lhasa Apso (Foto: Reprodução / Vetstreet)

Fonte: portaldog

Cuidados Na Hora De Viajar

Famílias que têm cachorros costumam ser mais felizes. Disso todo mundo sabe. No entanto, há uma séria dificuldade quando a família decide viajar ou sair de férias. Deixar o cão ou levá-lo junto? A decisão exige muitos cuidados, além de alguns gastos, mas nada que impeça de levá-los.

O número de pessoas que decidem levar seus cães nas férias tem aumentado notavelmente. Alguns hotéis chegam a oferecer serviço de hospedagem para o cão, possibilitando que o dono visite o melhor amigo no próprio local onde está hospedado.

Algumas providências devem ser tomadas ao decidir levar o melhor amigo para passar as férias com a família sem sustos. A primeira delas é verificar as condições de saúde do cão antes de cair na estrada. Viajar não é recomendável para animais idosos e enfermos.

Outra decisão importante é sobre o meio de transporte. Viajar de avião, carro ou ônibus com o cachorro demandam cuidados diferentes. A bagagem do cão, no entanto, é a mesma. Alguns itens básicos não podem faltar: guia e coleira, ração em quantidade adequada para o período de estadia, documentos do cachorro, potes para água e comida, utensílios básicos como brinquedos, toalhas e cama, além de medicamentos básicos recomendados pelo veterinário para casos de emergência. Importante não contar com a possibilidade de encontrar a ração do seu cão na cidade de destino. Não arrisque!

Antes de embarcar, consulte o seu veterinário para que as vacinas e vermífugos estejam em dia. Viagens para o litoral exigem ainda um cuidado maior, já que o cão deve estar protegido contra doenças como dirofilariose.

Se o passeio for para uma fazenda ou localidade rural onde o cachorro poderá ter contato com outros animais, deve-se ficar atento para evitar pulgas e, principalmente, carrapatos. O ideal, segundo veterinários, é aplicar uma dose extra dos medicamentos antipulgas e carrapaticida. Lembre-se que o carrapato pode transmitir doenças graves ao seu animal. Picadas de insetos também podem gerar coceira e irritação, além de berne, principalmente se o cão for alérgico. Informe-se com seu veterinário sobre quais medidas tomar nestes casos.

Dê atenção especial à distância dos percursos. Viagens muito longas são estressantes para o animal. Caso o destino seja muito longe, prefira viajar de avião. Já falamos aqui no Tudo sobre Cachorros sobre o que é preciso fazer antes de levar o cão junto no transporte aéreo, mas não custa lembrar: a maioria das empresas aéreas aceitam levar bichos de estimação, inclusive na cabine. No entanto, fique atento às regras que as companhias impõem para realizar o transporte. Informe com antecedência que você levará seu cão durante o voo e passe para a empresa as dimensões e o tipo de caixa de transporte que será utilizado. Verifique a necessidade de sedação, a reserva e o número de animais por voo, que é limitado.

Para viagens internacionais o processo é mais complicado. O cachorro deve obter um Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), que pode ser emitido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura. Antes de embarcar, confira as políticas de quarentena do país de destino. Os países com restrições mais severas são a Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Nesses locais, o cão pode ficar confinado por meses no aeroporto devido à quarentena.

Já nas viagens de carro, o animal deve ser transportado sempre na parte traseira. Dependendo da característica de cada cão, ele pode viajar solto ou numa caixa como as utilizadas nos aviões e que costumam ser confortáveis. Mantenha o ambiente dentro do automóvel fresco e fique atento ao calor que o animal está sentindo. O calor pode estressá-lo ainda mais. Evite alimentá-lo antes de iniciar a viagem e leve um suporte com água especialmente para ele.

As empresas de ônibus solicitam basicamente a mesma documentação exigida pelas empresas aéreas. Verifique tudo corretamente antes de embarcar, inclusive sobre a necessidade de sedação do animal. Nessa situação, o tamanho do cão pode ser decisivo para a empresa aceitar ou não o transporte. A preferência, claro, é para os animais de pequeno porte.

Vale a pena também pesquisar locais na região de destino que são apropriados para realizar passeios com o cachorro. Não deixe de levar em conta o gosto e a energia do seu bicho.

Fonte: tudosobrecachorros

Cães e Gatos Estão Vivendo Mais Tempo

Os cães e gatos hoje em dia fazem parte da família de milhões de pessoas no Brasil. São pessoas que adotam ou compram um ou mais pets para ser companhia de adultos e crianças, ajudar na guarda de um determinado local, dentre outros motivos. E com o crescimento da economia as pessoas passaram a investir em mas cuidados com os bichos, principalmente nos quesitos alimentação e medicamento.

O resultado disso é que os pets estão vivendo mais e com uma melhor qualidade de vida do que era observado há 10 anos atrás. Segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), atualmente existem no Brasil 31 milhões de cães e 15 milhões de gatos domésticos. E isso coloca o Brasil como o segundo maior país do mundo em termos de população de animais domésticos.

E com base nestes números um grupo de hospital e clinicas veterinárias fez um estudo que demonstrou o aumento da expectativa de vida dos dois principais animais domésticos. Nos últimos 10 anos, a expectativa de vida destes dois animas dobrou.

Expectativa dobrada

De acordo com as informações que constam neste relatório, há 10 anos atrás a expectativa média de vida de um cachorro não passava dos 9 anos, e hoje a grande maioria dos cães domésticos chegam aos 18 anos facilmente, com uma boa parcela conseguindo ultrapassar esta marca.

Segundo a análise de especialistas, muito deste aumento da expectativa de vida dos animais está relacionado justamente pelo fato dos maiores cuidados que os donos estão tendo com os pets. Os cães foram os que acabaram mais mudando em termos de cuidados. Se antigamente a grande maioria dos cachorros eram tratados e criados apenas no pátio, nas ruas, hoje uma boa parcela já passa grande parte do dia dentro de casas e apartamentos.

Um outro ponto que ajudou muito a aumentar a expectativa de vida foram a chegada de novas pesquisas e novos tratamentos veterinários no Brasil, especialmente os que são relacionados as cirurgias.

Fonte: fofuxo.com.br

12 Dicas Para Viver Com Um Cachorro Cego

Conviver com um cão cego pode ser um grande desafio, mas é também uma experiência muito recompensadora. Alguns donos acreditam que, assim que seu cão fica cego, ele fica muito dependente e precisa de ajuda constante. Isso está muito longe da verdade! Na verdade, muitos cães cegos podem facilmente se locomover pela casa normalmente e viver uma vida feliz apesar da cegueira. Se seu cachorro é cego ou está desenvolvendo a cegueira devido a uma catarata, por exemplo, você pode ajudá-lo a ser feliz e a viver uma vida confortável com essas super dicas abaixo.

1. Pode parecer óbvio, mas não custa reforçar. Não mude seus móveis de lugar. Mudando, será mais difícil para seu cachorro cego “decorar” os caminhos da casa e se locomover normalmente. Se ele bater nos móveis com muita frequência, além de poder se machucar, isso irá deixá-lo assustado e desorientado. Portanto, deixe seus móveis sempre no mesmo lugar.

2. Proteja as quinas dos móveis, como armários, portas, mesas de cabeceira e quaisquer móveis que possam machucar seu cão.

3. Use tapetes anti-derrapantes para ajudar seu cão a se movimentar de cômodo para cômodo.

4. Mantenha os potes de ração e água sempre no mesmo lugar, para que seu cão saiba onde estão.

5. Se você tem escadas, coloque um portão no topo para prevenir que seu cão caia sem querer.

6. Se você tem outros animais em casa, coloque sinos em suas coleitas para que seu cão cego saiba da presença deles. Você também pode colocar sinos no seu pulso ou sapatos para seu cão saber que você está perto.

7. Não esqueça de avisar às visitas que seu cão é cego e não deixe que eles passem a mão em seu cão antes que ele os cheire antes.

8. Ajude seu cão cego a ficar mais confiante conversando com ele. Se você o encorajar sempre, ele vai sentir que pode fazer as coisas sozinho.

9. Quando for passear com o seu cão cego, use uma guia curta. Assim você terá mais controle sobre ele e ele se sentirá mais seguro porque saberá onde você está.

10. Quando estiver em público, coloque uma roupinha ou um lenço com os dizeres “SOU CEGO”, para que as pessoas saibam e tomem os devidos cuidados. Fora que ele ficará uma graça!

11. Nunca aborde seu cachorro cego por trás porque isso pode deixá-lo apavorado. Você também nunca deve abordá-lo quando ele estiver dormindo.

12. Se seu cachorro cego vive do lado de fora da casa (no jardim ou no quintal), mantenha o ambiente mais “clean” possível. E só deixe seu cão do lado de fora da casa se a casa for cercada!

Fonte: tudosobrecachorros.com.br

Dicas Para Viajar Com Seu Cão Em Segurança

Considerados verdadeiros membros da família, os cães comumente acompanham os seus donos durante as férias e em outras viagens recreacionais.  Sendo assim, torna-se cada vez mais importante para o proprietário entender como viajar com o seu cachorro buscando que os passeios sejam o mais proveitoso e o menos estressante possível para o animal.

De acordo com uma pesquisa feita pela empresa Trip Advisor, nos Estados Unidos, 44% dos donos de animais de estimação planejam viajar com o seu animal nos próximos 12 meses, enquanto 77% afirmaram já ter viajado acompanhado de seus pets no mínimo uma vez no ano passado.  A previsão para as próximas viagens entre donos e animais de estimação é de que 97% viajarão de carro, 12% de avião e 5% de barco.

Considerando que muitos querem viajar com seus cães, é importante entender os riscos que o animal corre em uma viagem, desde se perder dos donos até ser agressivo com uma pessoa na rua em outro país. Assim, preparar-se corretamente para viajar com o seus animais é crucial para não ter dor de cabeça na hora de relaxar e se divertir.

Como planejar a viagem com o cachorro

Incluir o cachorro na viagem agrega desafios e, ao mesmo tempo, divertimento à viagem. Dentre os preparativos para evitar dores de cabeça e reduzir os riscos de que algo saia errado, destacam-se:

Ligue para o hotel e verifique se o local aceita cães.  Todos os interessados em levar o cão na viagem devem fazer isso, mas esse ponto é especialmente importante para donos de cães de grande porte, pois alguns hotéis que dizem que aceitam cães, na verdade, só permitem a entrada de raças de pequeno porte.

Leve o cachorro ao veterinário.  O cão deve ser levado ao veterinário antes da viagem para verificar se todas as suas vacinas estão em dia e se ele está bem para encarar a jornada que está por vir. Os trajetos e a viagem em si podem ser estressantes para os animais e não se pode correr o risco de debilitar a saúde de quem já não está muito bem. Se o veterinário considerar adequado e dependendo do lugar de destino, pode valer a pena que sejam ministrados vermífugo e anti-pulgas.

Coloque plaquinha de identificação no cão com endereço e telefone do hotel.  Considerando que você não estará em casa, a pessoa que achar o seu cachorro em caso de perda deve conseguir entrar em contato com o dono facilmente. Algumas delas são feitas de forma a permitir que o dono escreva os novos dados de contato na plaquinha.

Verifique o ar condicionado do carro.  Principalmente em dias quentes, é necessário verificar se o carro está com o ar condicionado funcionando adequadamente. Dependendo da temperatura do dia e da raça do cachorro, é necessário que o ar condicionado fique funcionando durante a viagem toda. Caso não esteja, garanta que o seu cachorro esteja em um local com boa ventilação, particularmente as raças braquicefálicas, tais como buldogue francês e pug.

Peça referências de petshops e clínicas veterinárias no destino. Converse com o seu veterinário e com amigos e familiares para, em casos de emergência, você precise entrar em contato rapidamente com alguém de confiança no seu local de viagem. Busque recomendações de pessoas e profissionais da área de confiança pode ser uma boa solução.

Estude quais passeios na região são apropriados para o cachorro.  Passeios recreacionais devem levar em consideração a personalidade e o nível de energia do cachorro.  Sendo assim, é necessário equilibrar passeios que são interessantes somente para pessoas –  por exemplo, comer em um restaurante – com passeios que também agradem os cães, como uma trilha ou um nado em uma boa lagoa.

Verifique se a empresa de transporte aceita cães. Algumas empresas de transporte, seja ele aéreo ou terrestre, não aceitam cães. Outras somente aceitam cães de algumas raças ou a partir de alguma idade, ou ainda aceitam algumas raças somente no compartimento de carga, cobram uma tarifa e exigem que eles tomem um sedativo para dormir durante o trajeto. Se você estiver indo de ônibus ligue diretamente para a empresa responsável e verifique se você pode levá-lo, não deixe para a última hora.

Verifique se aceitam cães no local de destino e qual a documentação exigida. A documentação exigida por cada país varia bastante, sendo que alguns lugares exigem inclusive quarentena. No caso da Espanha, por exemplo, algumas raças como American Staffordshire Terrier e Dogo Argentino não podem entrar. Alguns dos mais rígidos são a Finlândia, Inglaterra, Irlanda, Malta e a Suécia.

Dicas do que levar para viajar com o cachorro

Objetos que já são familiares ao cão devem ser levados na viagem, de forma a trazer conforto para ele.  Ao mesmo tempo, brinquedos e novos objetos devem ser levados com a intenção de distrair e entreter o cachorro.  Dentre as diversas coisas que você pode levar em uma viagem, as mais importantes são:

  1. Potes de comida e de água.
  2. Ração e container para transporte da ração
  3. Caixa de transporte
  4. Protetor solar, principalmente para cães com pêlo claro, pouco pêlo ou que terão bastante exposição ao sol
  5. Cobertor ou cama que podem ser facilmente lavados
  6. Shampoo e toalha, para dar banho no cachorro se for necessário
  7. Brinquedos e petiscos para distrair o cachorro durante a viagem, principalmente em momentos em que ele ficará sozinho
  8. Remédios.  Converse com o seu veterinário para ver se é necessário dar antes da viagem ou levar algum medicamento para o cachorro.  Isso é comum em casos em que o animal enjoa durante a viagem ou é alérgico à pulgas ou carrapatos
  9. Papel toalha, pano de chão e produto de limpeza.  Acidentes, como fazer xixi no lugar errado ou passar mal, acontecem e é sempre bom ter alguns produtos para limpar a sujeira.
  10. Documento do cachorro e carteira de vacinação
  11. Saquinhos para recolher cocô

Como treinar o cachorro para ficar tranquilo na viagem

Na hora da viagem, o cachorro já deve se sentir confortável com os cheiros, com os sons do motor, com a sensação do movimento, e também com a sensação de estar dentro de sua caixa de transporte.  Para essa experiência ser a mais tranquila possível, o cão já deve associar todos esses fatores presentes em uma viagem com coisas legais e positivas para ele.

Cachorros que têm pouca experiência com carros e aqueles que somente entram no carro para ir ao veterinário ou ao petshop, provavelmente, não se sentirão confortáveis com viagens desse tipo. Isso ocorre pois eles geralmente associam o carro a experiências negativas e estressantes, como, por exemplo, o banho em um petshop ou um exame clínico forçado que fizeram uma vez. Para esses casos, o trabalho inicial será de quebrar essa percepção negativa que o cão tem do carro e fazê-lo começar a associar o veículo com experiências positivas, tais como um passeio ao parque.

Para acostumar o cachorro com a caixa de transportes é importante colocá-la em um lugar onde o cachorro gosta de ficar, em um lugar fresco e ao abrigo do sol e da chuva.  Se a caixa de transportes for substituir a cama durante a viagem, coloque a caixa perto da cama do cachorro e, quando ele se sentir confortável, insira a cama dentro da caixa.  Todos os dias, o cachorro deve ser incentivado a entrar na caixa.  Quando ele entrar, recompense-o com petiscos e elogios, criando, assim, uma associação positiva com a caixa de transporte.

Em alguns casos, você pode considerar substituir a cama pela caixa, para incentivar o cão a associá-la com um lugar aonde ele pode relaxar e ficar tranquilo.

Para acostumar o cachorro com o carro, os donos precisam inicialmente abrir a porta do carro e deixar o cachorro sentir o cheiro, permitindo que ele entre no carro, explore texturas, novos cheiros e objetos que ficam no veículo.  Quando o cão se sentir confortável, coloque a caixa de transporte dentro do carro e peça que o cão entre nela.

Durante essa experiência, é importante não fechar a porta da caixa de transportes sem que o cachorro relaxe antes. Caso o animal seja preso quando estiver tenso, é possível que ele se recuse a entrar novamente.

Em um segundo momento, ligue o carro para que o cachorro se sinta confortável com os sons do veículo.  Nessa hora, peça ao cachorro para entrar dentro da caixa.  Quando o cão relaxar, será possível fechar as portas do carro e, se ele estiver calmo, dirigir por um período curto de tempo.  Fazendo isso pelo menos uma vez ao dia em diversas ocasiões antes da viagem, você ajudará o seu cão a entrar no carro e viajar tranquilamente.  Quando possível, o cachorro deve ser levado para algum lugar divertido no carro.  Desta forma, ele associará entrar no carro com chegar em um destino que ele gosta.

Cada cachorro tem o seu próprio ritmo para se acostumar com novas pessoas, sons e objetos.  Leve isso em consideração quando você for planejar uma viagem com o seu cachorro.

Para manter o cachorro calmo durante a viagem é importante ter por perto objetos familiares a eles.  Ou seja, se comprar algo de novo, como uma caixa de transportes ou um cobertor, é importante apresentar isso ao cachorro antes da viagem, quando ele está em um ambiente onde ele se sente bem, por que durante a viagem, tudo será novo.  Sendo assim, as coisas conhecidas, como a caixa, os brinquedos e um cobertor, devem ser utilizadas para trazer familiaridade e conforto ao cachorro.

Os cães que não usam a caixa de transporte devem viajar com cinto de segurança e peitoral, pois além de proteger você ao evitar que o cão te distraia, também protege o animal de paradas repentinas e curvas bruscas. Privilegia peitorais à coleiras tradicionais em situações desse tipo. Jamais use enforcadores com o cinto de segurança.

Dicas para lembrar durante a viagem com o cachorro

Durante a viagem, páre frequentemente para permitir que o cachorro saia do carro, estique as suas pernas, dê uma caminhada e faça as suas necessidades.  Esses momentos servem também para o animal explorar o ambiente e se distrair um pouco antes de entrar no carro novamente.  Nesses períodos, ofereça água ao cachorro.

Vale notar que o cachorro não deve ser alimentado algumas horas antes e nem durante a viagem, de forma reduzir as chances de ele ficar enjoado durante o trajeto.  Ao longo da viagem, converse com o seu cachorro pois em vários casos, a voz humana traz conforto em momentos de estresse e pode acalmar cães que se sentem desconfortáveis na hora de viajar.

ATENÇÃO: O carro não deve ser estacionado com um cachorro sozinho dentro jamais, principalmente em lugares muito quentes.  Cães, especialmente, os braquicefálicos, morrem facilmente de insolação e dificuldades de respiração dentro de lugares que não tem muito ventilação. Sendo assim, ao parar o veículo, saia com o cachorro e deixe-o na sombra.

Fonte: linkanimal.com.br

Cães que Ajudam Deficientes Físicos

Quando falamos em cão guia já pensamos naqueles lindos cachorros guiando pessoas com deficiência visual, não é mesmo?
Porém, poucos sabem, mas existem também os cães ajudantes das pessoas com mobilidades reduzidas, assim como eu que sou cadeirante desde que nasci, devido à uma doença congenita nos ossos.
Os cães das raças  Labrador Retriever e Golden Retriever são escolhidos pela sua calma e capacidade de aprender comandos muito rápidos.
Pesquisando na internet encontrei a história de Byron, um labrador inglês, que ajuda uma cadeirante a ter o máximo de mobilidade possível no seu dia a dia.
Byron foi treinado pela organização especializada em treinamento para essa finalidade, chamada Canine Partners. 
Sua dona, Kate, possui uma doença degenerativa eByron a auxilia a todo tempo.
Kate acrescenta: “Byron sabe mais do que 100 comandos diferentes e pode fazer praticamente qualquer coisa que eu pedir. No supermercado, eu paro minha cadeira perto do item que eu quero, e ele segue a minha linha dos olhos que leva ao item na prateleira e na maioria das vezes nas prateleiras baixas é possível alcançar”.
“É como uma ajuda nas pequenas coisas como curvar e agarrar as coisas que são realmente difíceis para mim. Byron descarrega minhas compras na esteira até a minha carteira entrega à assistentes de caixa. Ele pode fazer coisas incríveis. Eu pego o meu cartão do banco e ele até o coloca no caixa eletrônico, pega o dinheiro quando ele sai e passa para mim – tudo o que tenho a fazer é colocar o meu número de senha”.
 ”Ele pode alcançar e pressionar os botões de passagem de pedestres com seu nariz e pega qualquer coisa que cair no chão”.
Enfim são muitas coisas que Byron ajuda Kate em seu dia a dia, na casa, na sua organização e afazeres da vida, incluindo chamar socorro se necessário.

10 Maneiras de Fazer Seu Cachorro Mais Feliz

Sabemos que existem inúmeras maneiras para agradar o seu cãozinho e fazer da vida dele ainda melhor, mas aqui estão as dez maneiras para alegrar o seu animal e fazê-lo viver ainda mais!

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  1. Brinque todos os dias

Os cachorros precisam de atenção diária, se não ficam estressados e tristes, separe um espaço de seu dia para ele, não tem como ele saber que teve um dia ruim ou está cansado, faça um esforço para deixa-lo feliz, assim você fica também!

  1. Tenha uma lista de telefones importantes

Nunca se esqueça de guardar o número do seu veterinário de confiança, um amigo que possa socorrer e um hospital 24h caso precise.

  1. Castre o seu animal

Quando castrado o cãozinho vive mais e com mais saúde, os tumores nas fêmeas quando chegam a uma idade mais avançada não vão existir e você só tem a ganhar.

  1. Corte as unhas do cão

Quando as unhas de um cachorro encostam no chão, isso gera dor nas patas, infecções e até problemas na coluna.

  1. Mantenha as orelhas limpas

Limpar as orelhas uma vez por semana previne problemas e ajuda a identificar possíveis infecções.

  1. Fique juntinho com seu animal

Os cachorros amam quando você passam um tempo juntinho com eles, em um lugar bem confortável o fazendo carinho. Um momento que ele tem toda a sua atenção.

  1. Não dê a sua comida pra ele

Comer comida humana pode causar muitos problemas aos cães, incluindo obesidade.

  1. Leve um cobertor do animal100_1897

Se você for viajar ou deixar seu cão na casa de amigos, não esqueça de levar o cobertor que ele mais gosta. O cheiro familiar irá fazer com que se sinta melhor e lembrará da família.

  1. Seja o seu filho, seu melhor amigo

Sempre que for conveniente, não pense duas vezes, leve seu animal! Ele faz parte de sua vida e ama ainda mais quando ele percebe que você se importa.

  1. Prepare a sua casa para um animal

Observe se sua casa tem fios que o cão possa morder, tomadas abertas, quinas pontiagudas onde ele pode raspar os olhos sem querer.

Fonte: vira-latas.com

Cães Podem Ajudar em Tratamentos Médicos

Já pensou em utilizar cachorros para participar de tratamentos e terapias de pessoas com doenças como Alzheimer, depressão e Pessoas com Deficiência (PCD)? Um curso de extensão foi realizado na Feevale e objetivava justamente isso: capacitar seres humanos a treinar cães para que eles pudessem fazer parte de tratamentos, estimulando o paciente. Marcelo Santos e André Fröhlich ministraram a atividade que desenvolveu um cronograma onde os alunos pudessem selecionar o animal, aprender a teoria e desenvolver a prática de comandos e exercícios, não esquecendo a saúde do cão. As raças mais utilizadas são golden retriever e labradores, mas Fröhlich afirma que o importante no tratamento não é a raça, mas o indivíduo. “Tudo está relacionado ao temperamento adequado, associado a um treinamento específico”, diz.

“A terapia torna o trabalho mais eficaz e muito mais prazeroso, tanto para o paciente, como para o cão”. Marcelo Santos.
 “A reabilitação em clínicas busca recolocar o indivíduo o mais rápido possível em suas atividades diárias, já com cães, é feito um trabalho específico, trabalhando a parte psicológica e o bem estar do paciente”. André Fröhlich
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Como funciona
A terapia é dividida em três atividades. Todas podem ser utilizadas na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e na Geriatria.
Atividade Assistida por Animais (AAA) – é realizada por voluntários onde o cão é integrante de maneira aleatória, trabalhando de forma passiva (sociabilização do homem com o animal).
Terapia Assistida por Animais (TAA) – profissionais da saúde realizam a terapia, onde o cão faz parte do tratamento direcionado a exercícios específicos, conforme a necessidade do paciente. Os ambientes de maior utilização são em reabilitações de pacientes neurológicos, cardíacos, pediátricos e pneumopatas.
Educação Assistida por Animais (EAA) – são feitos por profissionais da Pedagogia e Psicologia, utilizando o cão como parte do trabalho em escolas, atendendo alunos com hiperatividade e depressão. Na área da geriatria, principalmente com o Alzheimer, este procedimento é bastante utilizado.
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Vantagens da Terapia Assistida por Cães
Potencializa:
- A memória, concentração, atenção e estimulação dos processos cognitivos;
- A afetividade e elevação da autoestima;
- O processo de reabilitação com exercícios específicos com mais motivação e interesse.
Pesquisas comprovam que o contato entre o homem e o cachorro reduz:
- Índices de pressão arterial e frequência cardíaca;
- A depressão
- Auxilia e diminui o uso de medicações psicotrópicas e analgésicas
- O estresse, isolamento e solidão

Fonte: feevale.br

Salão de Beleza em SP deixa Cliente Levar Cão, movimento sobe 50%

Ir ao salão de beleza e encontrar cães no colo ou deitados ao lado de suas donas é uma cena comum no Maria Joaquina Beauty Club, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Há um ano, o estabelecimento passou a admitir a presença de animais. De lá para cá, o número médio de clientes atendidas por dia subiu de 60 para 90, alta de 50%, segundo a empresa.

Permitir a presença de animais foi uma exigência das próprias clientes, segundo Andréa Costa, 37, sócia do salão. Ela diz que, quando as primeiras clientes apareciam acompanhadas dos cachorros, ela pedia para que os bichos fossem deixados em uma área separada. No entanto, as clientes não queriam ficar longe de seus pets.

“Elas ficavam bravas porque queriam ficar com o cachorro no colo enquanto faziam as unhas. Começamos a permitir a presença dos animais para não perder a cliente”, afirma. “Quando vimos que as demais clientes não se incomodavam, passamos a aceitar de vez.”

Segundo a empresária, todos os dias pelo menos duas ou três clientes levam seus bichinhos ao salão, especialmente no final da tarde ou no sábado. “Muitas aproveitam para passar no salão enquanto levam o cachorro para passear”, diz. “A maior parte dos cães é de pequeno porte, mas já veio uma dona de um labrador.”

Para a empresária, ser um estabelecimento que aceita animais tem sido positivo para o negócio. “Se proibíssemos os cachorros, nosso salão não seria visto com tanto carinho pela clientela. É uma forma de humanizar nosso serviço”, declara. A medida, segundo ela, exige um cuidado maior com limpeza, mas não houve aumento de custos. O faturamento não foi divulgado.

Era um ‘nail bar’, virou salão e agora é franquia

O negócio foi aberto no início de 2014 como um “nail bar”, modelo que junta o serviço de manicure com a possibilidade de consumir bebidas. O investimento inicial foi de R$ 100 mil. A empresa surgiu na onda de negócios semelhantes, mas logo começou a dar sinais de que não se manteria por muito tempo.

Para salvar o negócio, três meses após a abertura, foram investidos mais R$ 30 mil e a oferta de serviços foi ampliada. Além de manicure e pedicure, o salão passou a oferecer depilação, design de sobrancelhas, massagem e limpeza de pele. “Muitos concorrentes fecharam porque não se diferenciaram”, diz a empresária. Os preços variam de R$ 26 a R$ 170, dependendo do serviço.

Em agosto do ano passado, pouco depois de permitir a presença de animais no salão, a empresa começou a receber pedidos para franquear o negócio. Foram abertas quatro unidades franqueadas ainda em 2014, que faturaram juntas R$ 250 mil (sem considerar a loja própria). Esse ano, mais dois pontos foram inaugurados.

O custo de abertura de uma unidade é a partir de R$ 109 mil (inclusos taxa de franquia, instalação e capital de giro), segundo a empresa. O faturamento médio mensal é de R$ 30 mil, com lucro líquido de R$ 6.000 e retorno do investimento em até 36 meses. Todas as lojas admitem animais, mas o movimento maior é na matriz, em Pinheiros, zona oeste da capital paulista.

Fonte: economia.uol.com.br