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Estudos Revelam Que Cães Adoram Viajar

Bem como nós, os cães adoram mudar de ambientes. Foi o que revelou uma pesquisa feita por cientistas britânicos.

Os cientistas avaliaram indicadores de estresse de 29 cães.

Tanto no ambiente de casa ou num canil e quando os animais saíram para viajar, os pesquisadores mediram os níveis dos hormônios de estresse (corticosteroides) e epinefrina (adrenalina), o comportamento deles (agitação, inquietação, bocejos, etc), e a saúde física (pele, temperatura do corpo e nariz, alimentação).

De acordo com o estudo, os cães apresentam alguns sinais de excitação mais fortes fora de casa. Com isso os níveis de cortisol aumentam, é verdade, mas não quer dizer que estejam estressados.

É uma consequência da empolgação e dos exercícios físicos (eles se movimentam mais nos canis). E só. Os outros dados (saúde e comportamento) não indicaram estresse maior longe de casa.

Pois é, não é só você que curte aproveitar o feriadão e as férias para fugir da rotina em um lugar diferente. Seu cachorro também gosta. E de preferência num espaço aberto para correr, cheio de outros cães.

Fonte: primopet.com.br

Feriado: Dicas Para Viajar de Carro Com Seu Pet

Kasia/Creative Commons

Kasia/Creative Commons

“Feriado a vista! Eba! Vamos viajar!”

Pelos no banco, vômito no chão, cachorro andando para lá e para cá dentro do carro. Esse cenário não é divertido. Para alguns animais, a viagem pode ser uma tortura.

Katherine McAdoo/Creative Commons

Katherine McAdoo/Creative Commons

Você sabe como evitar enjoos?

A cinetose (enjoo do movimento) atinge grande parte dos animais em passeios de carro. “O problema é causado pelo conflito dos órgãos sensoriais e o sistema vestibular (labirinto). Isso ativa a produção dos neurotransmissores, que por usa vez, atuam em diversos receptores do sistema nervoso, causando náuseas e vômito”, explica o médico veterinário Ricardo Duarte, professor da FMU e gastroenterologista da clínica All Care Vet. “A cinetose é um reforço negativo, semelhante à dor. É um sofrimento para o animal”, afirma.

Falou em enjoo, já pensamos naquele medicamento humano próprio para quem sofre nas viagens. Porém, quando o assunto é bicho, devemos dar preferência por remédios desenvolvidos especificamente para eles. “Além disso, [medicações humanas] podem causar efeitos colaterais indesejáveis”, esclarece Dr. Duarte “O único princípio ativo capaz de bloquear o sistema sensorial responsável pelo enjoo do movimento é o citrato de marapitant. A substância pode ser administrada com segurança mediante orientação do veterinário, de acordo com o peso do animal”, recomenda.

Existe um comprimido chamado Cerenia, que é fácil fácil de dar aos animais, pois tem sabor agradável (palatável), não causa sedação e age rapidamente, em até duas horas.

Há vários outros produtos no mercado que podem lhe ajudar a transportar seu peludo com segurança e sem sujar seu carro. Veja alguns:

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

- capa protetora de acento. Há vários modelos no mercado. A mais recente foi lançada pela Mopar, criada especialmente para pets chiques que andam de SUV. O produto é feito em parceria com a Cooperárvore, programa de responsabilidade social da Fiat Chrysler Automobiles (FCA). Todas as capas evitam que os animais transitem pelo carro, que caia pelo nos bancos.Mas o que garante a segurança do cão é o uso do cinto de segurança canino.

Foto: www.worldtravelguide.com

Foto: www.worldtravelguide.com

- caixa ou bolsa de transporte. A mais aconselhável é a de material rígido. Nela, o pet deve conseguir se movimentar, ao ponto de dar uma volta em torno do próprio corpo.

- cadeirinha ou assento para transporte. Se seu pet é pequeno, você pode optar pela cadeirinha. Ela é fixada no encosto do banco traseiro. Não se esqueça: o que dará a segurança é o uso do cinto de segurança que deve ser conectado na própria cadeirinha.

Neil Bird/Creative Commons

Neil Bird/Creative Commons

- cinto de segurança. Há dois tipos de cinto de segurança, o que prende no próprio cinto do carro e o que prende no engate do cinto. Em ambos os casos, sugere-se que o cinto para pets seja conectado a uma coleira peitoral, para aumentar o conforto e evitar estrangulamento do animal.

Código de Trânsito para transporte de animais

Timo/Creative Commons

Timo/Creative Commons

Não existe regulamentação federal específica determinando como o transporte de animais deve ser feito. Por outro lado, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece o que não pode.

O artigo 252 proíbe transportar animais à esquerda do motorista ou acomodado entre seus braços ou pernas. Nada de levar cachorro no colo, ou na janelinha do motorista.Essa infração média dará quatro pontos na habilitação e multa no valor de R$ 85,13. Já o artigo 235 do CTB define que o transporte de animais não pode ser feito na parte externa do veículo, mesmo que dentro de caixas de transporte. Essa infração é grave e o condutor autuado receberá cinco pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69.

Na falta de legislação específica, o ideal é escolher o produto que melhor se adapta a seu pet e colocá-lo no banco de trás, para garantir mais segurança a todos que estão no carro. Não é recomendado que o animal seja transportado solto, circulando livremente pelo veículo, pois isso pode tirar a visibilidade e atenção do condutor. Para isso tem o artigo 169: dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança pode configurar infração leve, com três pontos na habilitação e multa de R$ 53,20.

Mesmo com todas essas orientações, seu bichinho não gosta de andar de carro?

É importante associar o passeio de carro com algo positivo. Cães que andam de carro somente para ir ao veterinário, passam a ter medo do veículo. Por isso, acostume levá-lo a locais legais e divertidos.

bulldog1/Creative Commons

bulldog1/Creative Commons

Antes de sair de casa, faça um treinamento para seu pequeno andar de carro. Comece o treino com o veículo parado. Dê um brinquedo que ele goste muito. Quando ele estiver mais calmo, ligue o carro, aguarde uns 5 minutos e então saia para dar uma pequena volta. Quanto mais passeios curtos ele fizer, melhor. Leve-o para comprar pão, ir ao supermercado ou mesmo ir à farmácia. Sempre que chegar em casa, dê um petisco ou brinque de algo que ele goste muito. Isso fará com que ele associe o carro a algo legal.

Mas se o problema do seu pequeno for ansiedade e agitação dentro do carro, só inicie o passeio quando ele estiver bem calmo. Enquanto ele estiver agitado e andando no carro, ignore-o e não saia com o carro. O mesmo vale para aqueles que choram. Nada de broncas, ignorar ainda é a melhor opção.

Você também pode treinar seu pet na caixinha ou bolsa de transporte, para se sentir bem e seguro . Para isso, dentro de casa, deixe a caixa aberta, com um cobertor e um brinquedo dentro. Não force a entrada. Deixe-o cheirar e se sentir a vontade para explorar a nova caverninha. Quando ele entrar, dê um petisco ou algo que ele goste muito de comer. Quando ele já estiver bem adaptado, treine fechar a portinha, dar um petisco pela grade e abrir a portinha. Aumente, aos poucos, o tempo que a portinha ficará fechada. Quando for transportá-lo no carro, deixe sempre esse cobertor e um brinquedinho para que ele se sinta mais confortável.

Chris Goldberg/Creative Commons

Chris Goldberg/Creative Commons

Se a viagem for longa, faça pequenas paradas para dar água e levar seu pequeno para fazer xixi, ou trocar a fraldinha da caixinha de transporte. Agora você já pode passear tranquilo com seu pet, seja para visitar aqueles parentes no interior ou ir até um parque para passear.

Fonte: vida-estilo.estadao.com.br

Dobermann – Um Companheiro Leal e Aventureiro

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O Dobermann é um dos cães mais inteligentes e alertas que existem. É uma raça muito boa para treinamentos, pois é atento e obediente. Ele pode ser um pouco desconfiado com estranhos, porém não é, por natureza, um cão agressivo. Seu comportamento com crianças e visitas dependerá de sua criação.

A história da raça consta desde meados de 1900. Na época, Loius Dobermann, um cobrador de impostos alemão, realizou o cruzamento de algumas raças a fim de obter um cão companheiro e atento para acompanhá-lo em suas viagens de cobrança. Há registros de que ele cruzou o Pastor Alemão e o Pinscher Alemão. Também houve cruzamentos com o Manchester Terrier, o Greyhound e o Weimaraner.
Porte físico e características do Dobermann

Os cães desta raça são grandes e fortes. O corpo é musculoso, forte e capaz de estabelecer movimentos amplos e rápidos. Os machos medem, em média, de 65 a 71 cm de altura e as fêmeas, um pouco menores, de 60 a 66 cm. Seu peso varia de 30 a 40 quilos, dependendo das condições físicas.

Seu crânio é achatado e o focinho, alongado. Sua cor mais comum é o preto com manchas marrons, mas há tipos avermelhados e azulados. Sua pelagem possui manchas, geralmente acastanhadas, sobre olhos, focinho, pescoço, peitoral, pernas e sob o rabo. Seu pelo é curto e brilhante.

É uma raça recomendável para pessoas que gostam de esportes ao ar livre, tenham espaço para criação e gostem de cachorros espertos e treinados. Apesar de aventureiros e fieis, não são a melhor opção para crianças pequenas, que não saberão contribuir com seu treinamento, nem para idosos, pois, devido ao seu grande porte, pode ser difícil para um idoso, conduzi-lo à um passeio, por exemplo.
Comportamento: Dobermanns podem ser dóceis e obedientes segundo a criação

Muitas pessoas temem cães desta raça por serem grandes e por terem ouvido relatos de casos de agressividade. Porém, como acontece em praticamente todas as raças, a tendência de atacar pessoas dos cães é proveniente de sua criação.

O Dobermann é um cão altamente treinável. Sua personalidade é atenta e seu nível de inteligência é alto, respondendo rapidamente a treinamento e comandos do dono. Este cão gosta de praticar atividades, portanto é importante que seu dono tenha tempo e interesse em realizar brincadeiras “educativas”, para que o animal sinta-se útil e ativo. Entre uma brincadeira e outra, não se esqueça de oferecer um petiscopara estimula-lo.

Desde jovem, o cão deve ser sociabilizado em todos os ambientes possíveis: ao receber visitantes ou ao realizar passeios. O que ocorre com todas as raças é que, se for feita a criação com os devidos cuidados e muito amor, o cão certamente terá o temperamento esperado.
Cuidados e dicas para criar o Dobermann

Os cães desta raça são indicados para pessoas que possam mantê-lo em uma vida ativa, pois gostam e precisam de exercícios e estímulos. Dobermanns podem ficar agressivos ou entristecidos se passarem muito tempo presos ou em locais sem espaço.

Pessoas que decidem ter um cão desta raça devem ter disponibilidade para se preocupar com treinamento e disciplina do animal. Sendo assim, o cão será obediente, leal e extremamente companheiro do dono e dos outros moradores da casa, além de ser dócil com visitantes.

Para que o Dobermann cresça obediente e com temperamento agradável, o caminho é cria-lo com disciplina firme: dando bronca quando necessário desde pequeno e ele, por ser muito inteligente, entenderá o que é proibido.

É recomendável inventar brincadeiras que exijam esforço físico e movimentos para estimular o desenvolvimento deste amigão, principalmente na fase de crescimento. Ele precisa gastar energia, caso contrário  se tornará um bagunceiro.

Quanto aos cuidados físicos, a maior preocupação é com a atividade física diária e o oferecimento de espaço para que o mesmo se movimente. Os cuidados com o pelo são mínimos e a saúde deste grandão costuma ser muito boa, pois se trata de uma raça resistente.

Por causa de todas estas características, o Dobermann se tornou um cão muito popular também no continente americano e ganhou muitos admiradores.

Fonte: adimaxpet.com.br

Cães Ajudam Pacientes em Tratamentos Complexos

Domitila e Nina têm quatro anos de idade e há três fazem trabalho voluntário. Elas são colegas de trabalho e visitam duas instituições. Não, elas não são meninas prodígios. São duas cadelas. Uma da raça poodle e uma SRD (sem raça definida).

As duas “trabalham” para a ONG Cão Terapeuta, criada em 2008 pelo zootecnista Alexandre Rossi, que conta com 42 cães terapeutas e 55 voluntários e tem como objetivo ajudar na melhora de crianças, idosos e pessoas debilitadas ou com necessidades especiais.

Crianças fazem carinho no cachorro Gaudi. O animal integra a equipe da ONG Cão Terapeuta. Criada em 2008 pelo zootecnista Alexandre Rossi, a ONG conta com 42 cães terapeutas e 55 voluntários e tem como objetivo ajudar na melhora de crianças, idosos e pessoas debilitadas ou com necessidades especiais Divulgação

A parceria da ONG com o Instituto da Criança, em conjunto com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do HC (CCIH), começou em outubro de 2013 e já apresenta resultados.

Segundo Jaqueline Lara, coordenadora de Humanização do Instituto, é notável a maior socialização e integração das crianças com familiares e funcionários. “Eles [pacientes] ficam muito tempo isolados, internados, por ser um hospital de doenças crônicas. Então para eles é uma novidade, quebra a rotina do ambiente hospitalar (…). Eles se alimentam melhor, ficam mais felizes e aceitam melhor as medicações”, explica.

No dia da visita da reportagem, muitas crianças receberam a visita dos animais nos próprios quartos, já que não tinham condições de ir até a brinquedoteca do hospital.

As que saíram, puderam fazer carinho, jogar bolinha e aprender truques com os cachorros, que, apesar de calmos, não pararam um minuto de abanar o rabinho e distribuir lambidas a quem pedia.

Ana Maria Ferreira, avó da paciente Caroline Agnelli Ferreira, conta que a neta, de apenas quatro anos, tinha muito medo de cachorro, e ali, no primeiro contato com os animais da ONG, havia superado este trauma.

A pequena Carol, como se apresenta, revelou à reportagem que agora “ama” os animais.

 

Como se tornar um voluntário

Para ter um cachorro terapeuta, voluntário na ONG Cão Terapeuta, é necessário passar por uma avaliação física, clínica e comportamental. Isto é, são animais, tanto macho, quanto fêmea, castrados, vermifugados, vacinados, dóceis, confiantes, que gostem de dar e receber carinho e que tenham mais de dois anos de idade.

Nina e Nara se enfeitaram com lacinhos para a foto. Elas prestam trabalho voluntário à ONG Cão Terapeuta. Criada em 2008 pelo zootecnista Alexandre Rossi, a ONG conta com 42 cães terapeutas e 55 voluntários e tem como objetivo ajudar na melhora de crianças, idosos e pessoas debilitadas ou com necessidades especiais Divulgação

Alguns animais também passam pelo processo de adestramento, onde aprendem diversos truques e respondem mais facilmente a comandos.

A voluntária Annelisa Faccin conta que para os animais é uma oportunidade de interação, socialização, trabalho e de gastar energia. “A gente sempre está preocupado com o bem-estar do animal. Se a gente percebe que o animal está estressado, não está indo bem nas visitas, fica tenso, a gente afasta. (…) A gente pensa no bem-estar de todos”, diz.

Faccin conta que alguns animais também participam sem os donos, acompanhados de outros voluntários.

As visitas variam de acordo com a instituição que participa do projeto, atualmente são seis.

Fonte: noticias.uol.com.br

Aeroporto dos EUA Cria Banheiro Para Cães Viajantes

Pensam que só os humanos têm área VIP em aeroportos?  Aeroporto Metropolitano de Detroit, nos EUA, acaba de instalar uma sala  de estar para os cachorros, com banheiro e tudo.

Lá, os cães viajantes têm à escolha de dois metros de grama, parte real e outra artificial .

Também foram colocados falsos hidrantes para ajudar a deixar a bicharada à vontade.

No aeroporto de San Diego, essa área já existe há um ano.

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Fonte: petcamp.com.br

Para Cães Aventureiros: Como Prevenir Acidentes

Todo mundo gosta de estar sempre perto do fiel amigo. Já pensou em compartilhar com seu animal de estimação momentos de caminhada por trilhas, passeios de bicicleta, ou para os mais radicais, escalada em rochas?

Para que toda essa movimentação seja possível, a edição de maio da revista Go Outside preparou um manual completo com dicas de como prevenir acidentes, manter seu animal saudável, quais primeiros socorros em caso de necessidade e quais as raças mais indicadas para cada tipo de aventura. O portal Viagem Brasil vai abordar hoje o primeiro deles!

Assim como os humanos, os animais precisam se exercitar constantemente. Isso, além de deixá-los com a mente mais calma, possibilita maior interação entre cão e dono. É justamente nessa hora do dia que estão recebendo atenção exclusiva. Porém, vale ressaltar que proteger seu cão e deixá-lo em segurança deve ser sua prioridade em qualquer tipo de atividade, mesmo em uma inocente caminhada.

Confira abaixo algumas medidas que podem ser adotadas para evitar acidentes com seu animalzinho durante a prática de esportes:

 

Moutain Bike - O cão deve possuir características de corredor e estar em boa forma física, uma vez que o esporte exige muito dos ossos e articulações. O ideal é que durante o treinamento o animal aprenda a ficar a mais ou menos um metro da roda traseira da bicicleta. Trilhas pesadas, com descidas íngremes, não são recomendadas.

 

Corrida em trilha - Neste caso, o cão deve ser extremamente obediente. O treinamento deve ser na base do chamado e resposta, uma vez que ele dê atenção aos seus comandos e esteja sempre concentrado. Outro ponto importante é ele estar acostumado a outros animais e pessoas.

 

Trekking e caminhada - A principal regra é sempre mantê-lo à vista, ainda mais se for em matas fechadas. Isso evita situações como picadas de cobra ou superaquecimento. Sempre examine seu animal após o exercício!

 

Canoagem - O cão deve gostar de água e saber nadar em correntezas. O uso de salva vidas e um lugar fixo para ele na embarcação são itens imprescindíveis neste tipo de esporte. Um treinamento indicado é jogar uma bola da beira de um rio e pedir para pegá-la.

Fonte: viagembrasil.tur.br

Caixa de Transporte Para Cachorros – O Que Você Precisa Saber

Caixa de transporte é muito comum para gatos, principalmente para transportá-lo em viagens longas ou para levá-lo ao veterinário sem acidentes no percurso. Mas também há caixa de transporte para cachorros e em alguns casos ela é até mesmo obrigatória.

Alguns pensam que o uso da caixa de transporte para cachorros é algo ruim, que aprisiona o bichinho em um espaço pequeno e o assusta, mas a verdade é bem o extremo oposto, o cão quando se habitua a utilizar a caixa de transporte, passa a se sentir seguro ao estar nela e vai ter menos medo de passear de carro, por exemplo.

Pense na caixa de transporte com um acessório fundamental para garantir a proteção e segurança do seu cão. Se o cão estiver em uma caixa, por mais leve que seja qualquer batida de carro, o cão terá chances mínimas de se machucar, ao contrário do que aconteceria se estivesse solto no banco, pois é impossível prendê-lo ao cinto de segurança.

 

 

 

Caixa de transporte de animais para viagens de avião

 

No caso de viagens de avião, as companhias obrigam o dono a usar a caixa para transporte de cães. Algumas companhias permitem, como exceção, que o animal faça a viagem na cabine, junto ao donos, mas mesmo nestes casos, a empresa exige o uso da caixinha.

Na maioria das companhias aéreas, o cão vai dentro da caixa de transporte, que fica no compartimento de bagagem. Se o cão já estiver acostumado a utilizá-la, desde filhote, a viagem será muito mais tranquila. Imagine o incômodo se o seu cão ficar com medo de estar preso na caixa e começar a latir, provavelmente isso fará outros animais latirem também e vai gerar um caos. E, além disso, é importante: não deixar seu cão passar por uma situação de estresse, nem medo.

Uma dica boa é manter o brinquedo de morder favorito do seu cachorro dentro da caixa para transporte canino, assim ele terá com o que se ocupar ao longo da viagem. O tédio pode levá-lo a tentar roer as grades da caixa para sair e com isso pode acabar se machucando.

 

O que é necessário numa boa caixa de transporte para cães?

 

Os fatores aos quais você deve estar atento ao comprar uma caixa de transporte são: medidas, material e acessórios. É importante que a caixa seja feita de um bom material, que tenha espaço suficiente para o cão ficar confortável e que tenha acessórios para água, comida e um revestimento apropriado para que ele possa fazer suas necessidades.

No caso de viagens de avião, já vimos que os cães podem ir na cabine ou no compartimento de cargas. A caixa de transporte para cachorros é diferente nas duas situações.

Se o cão for viajar na cabine, o recomendado é que a caixa de transporte seja de um material flexível e que tenha o fundo revestido com material impermeável, caso o cão urine. Também precisa ser bem ventilada.

Se o cão for viajar no compartimento de cargas, o ideal é que a caixa de transporte para cães seja feita de plástico, mas de ótima qualidade, precisa ser rígido, pois o cão sozinho pode tentar sair e se o plástico for maleável, pode dobrar a caixa e causar um incidente. O fundo deve ser revestido com material impermeável também. Você pode até colocar uma caixinha num canto, caso ele esteja acostumado a fazer as suas necessidades em um local específico.

No que se refere às medidas, o cálculo deve ser feito para garantir que o cão fique confortável dentro da caixa. O comprimento é o equivalente ao comprimento do cão, de cauda ao focinho, somado a mais uns centímetros, esses centímetros são equivalentes aos da altura das patas do cão. Nesse caso, se o cão mede 80cm e suas patas são de altura de 15cm, a caixa deverá ter 95cm de comprimento.

A largura da caixa para transporte de cachorros deve ser de tamanho duplicado a largura das costas do cão. Precisaria caber dois cachorros, um ao lado do outro, se for este o espaço, está confortável. E a altura, por fim, deve ser 2cm mais alta que a altura do cão. Mede-se a altura da cabeça às patas frontais.

Em resumo as orientações para se certificar que a caixa seja adequada é de que, dentro dela, o cão possa ficar em pé sem ter que abaixar a cabeça, que consiga dar uma volta em torno de si mesmo no espaço de largura e que ele consiga deitar-se sem tocar o focinho nas grades. Essas regras também se aplicam na hora de pensar na casinha ideal para seu companheiro de quatro patas.

A caixa não deve ter rodinhas, é perigoso. A portinha deve ter tranca e ser feita de grades. Para não ocupar espaço interno, o que tiraria o conforto do qual foi calculado para o cão, o comedouro e o bebedouro devem ser presos à grade, existe estes produtos especiais à venda no mercado. E por último, a caixa para transporte de cachorros deve ser bem ventilada.

 

 

A caixa de transportes em passeios e viagens

Certificando-se de que a caixa de transportes para cachorros escolhida se encaixe nas especificações descritas acima – de acordo com o porte do seu cão – é preciso lembrar que, mesmo em viagens pequenas (feitas no carro da família ou de ônibus) os animais precisam desta proteção, tanto para evitar acidentes quanto para que a sua viagen seja feita de acordo com a lei.

No Brasil, viajar com cães soltos dentro do carro é uma infração grave e que pode lhe render uma multa, além de causar problemas que podem prejudicar tanto o animal quando os seus donos. Um dos hábitos adorados por boa parte dos cães que viajam soltos em carros, por exemplo, é o de aproveitar o trajeto com a cabeça para fora do carro; e isso pode trazer complicações para o pet – principalmente na região dos ouvidos, que ficam expostos durante o passeio e podem desenvolver problemas como o da otite canina.

Junto com isso, ter um animal solto dentro de um automóvel pode ser descrito como um convite aos acidentes, já que os pets podem se tornar um tanto impresivíveis quando confinados em locais diferentes por algum tempo e, para quem está dirigindo, os movimentos bruscos ou brincadeiras inocentes de um cão podem causar o desvio da atenção e, consequentemente, ocorrências indesejadas.

Assim como no caso das companhias de aviões, as empresas responsáveis pelas viagens de ônibus também podem contar com regras específicas para o embarque e a viagem de animais e; por isso, ao planejar um passeio com o seu pet, é importante que todos os detalhes sejam devidamente checados com a companhia de viagem, evitando surpresas ou, até mesmo, o cancelamento do passeio por não estar de acordo com as regras estabelecidas pela empresa.

Conforme citado anteriormente, é importante que o animal fique confortável dentro da caixa de transportes, e para que isso ocorra, acostumar o pet com aquele espaço é essencial – sendo que, quanto mais novo for o cão ao usar a caixa, mais rápida serpa a sua adaptação.

caixa-transporte-cachorro

Para que o seu pet possa viajar sem maiores problemas, além da caixa de transportes para cachorros (que garante a segurança do animal e evita acidentes de percurso) é uma boa pedida ter água e alguns petiscos que o pet goste – garantindo a hidratação e alimentação do cão durante o trajeto.

Além disso, fazer pausas a cada duas horas (nos casos em que for possível) é outra boa dica, já que os animais tendem a se desgastar muito em trajetos um pouco mais longos, e dar algum tempo para que descansem e possam ‘esticar as pernas’ é sempre válido.

Fonte: CachorroGato 

Creche Para Cães – Praticidade para Donos de Pets

Os cuidados que os donos devem ter com seus cãezinhos são muito parecidos com os cuidados que se deve ter com crianças dentro de casa e, além desses cuidados, cada vez mais, os donos pensam no conforto e na diversão do cachorro como algo muito importante. A creche para cães ou dog care surgiu exatamente para este tipo de cuidado.

As pessoas passam muito tempo fora de casa e, muitas vezes, vivem também em um espaço muito restrito, tendo pouca área interna e menos ainda área externa. A creche para cães se mostra uma alternativa muito interessante para quem se encaixa nesse perfil e, mesmo assim, gostaria de ter um pet ou já o tem e quer dar mais conforto a ele.

Creche para cães

Mas o que é uma creche para cachorros?

Ela funciona em um sistema muito parecido com as creches para crianças, os donos do pet pagam uma quantia mensal (que varia de acordo com quantas vezes por semana o cão frequentará a creche) e deixam o seu cachorro na creche no período em que não estiverem em casa ou não puderem cuidar do cãozinho.

As creches de cães costumam ter bastante espaço livre e diversas atividades que estimulem o cachorro a se exercitar. Algumas vezes também fornecem o serviço de hotel para cães, mas não são todas.

mercado de creches para cães tem se expandido muito, pois, como dissemos, os donos tem cada vez menos tempo em casa, e também querem cuidar muito bem dos seus pets e buscam um local de confiança para deixá-los. A creche de cachorros cumpre com os requisitos que o dono procura, além de também proporcionar a socialização do cachorro e contribuir para a posse responsável de animais.

Fonte: CachorroGato 

Saiba Como Transportar seu Pet com Conforto

Quem gosta de viajar e possui um animal de estimação geralmente considera a possibilidade de levar o pet a alguns de seus passeios, especialmente os que envolvem trajetos mais curtos e que podem ser feitos de carro. Alguns desistem por medo de deixar o bichinho muito cansado ou até mesmo de colocar a segurança do pet em risco. Porém, desde que sejam adotados alguns cuidados, viajar na companhia do melhor amigo é, sim, uma opção viável. E que pode se tornar agradável para ambos.

 

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Para começar, é preciso evitar ao máximo que a saída da rotina estresse o bichinho, especialmente se ele não estiver acostumado a andar de carro. Para isso, vale prepará-lo para o passeio algumas semanas antes. “Sugiro que o dono dê voltinhas mais curtas pela cidade com o pet, para que ele se acostume. Ao final, também é uma boa pedida premiá-lo com petiscos ou carinho. Assim, ele vai acabar associando as voltinhas de carro a algo prazeroso”, explica a veterinária Valéria Nobre Leal, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho).

O Código de Trânsito Brasileiro não contém nenhuma especificação sobre a utilização de cintos no transporte de animais de estimação. Porém, para garantir a segurança do pet e do motorista, que precisa estar concentrado no trajeto para não causar acidentes, os veterinários recomendam que os bichinhos sempre passeiem devidamente acomodados, de modo que fiquem protegidos em caso de colisão.

Cães de porte pequeno podem viajar em caixas transportadoras adequadas ao tamanho ou, ainda, em cadeiras de transporte com cinto de segurança específico. “Gatos se sentem mais seguros em caixas de transporte”, diz a veterinária Tânia Parra, professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Metodista de São Paulo. Nesse caso, vale deixar a caixa aberta em casa dias antes da viagem, em local acessível ao bichano, para que ele se familiarize com o objeto e até sinta vontade de experimentá-lo.

Já os cães de porte médio e grande ficam melhor acomodados em porta-malas abertos, como os de veículos SUV, peruas e vans. O dono pode escolher entre usar o cinto de segurança especial ou adquirir uma caixa de transporte de tamanho adequado. Vale saber que carregar animais nas partes externas do veículo, como caçambas, ou ainda com a cabeça para fora da janela, é considerado infração, além de ser prejudicial à saúde, já que vento em excesso no rosto do cão pode causar inflamação nos ouvidos e ressecar a córnea. Da mesma forma, o motorista que dirigir com o bichinho à sua esquerda ou entre os braços e as pernas poderá ser multado.

Durante o trajeto, o dono também deverá se preocupar em garantir que a temperatura dentro do carro seja agradável, que o pet não receba luz direta do sol e conte com boa ventilação. Em dias de muito calor, o ideal é ligar o ar-condicionado do carro. “Os animais que estiverem dentro de caixas devem ser supervisionados periodicamente, na tentativa de identificar qualquer alteração de comportamento, que pode sinalizar uma condição desfavorável”, diz Tânia. Sempre que possível, programe-se para viajar com os animais nas horas mais frescas do dia e fora dos momentos de maior congestionamento no trânsito, principalmente se o veículo não tiver ar-condicionado.

Paradas para você e para o bichinho
Trajetos longos pedem pausas a cada duas ou três horas, para que os cachorros possam se movimentar, esticar as patinhas, e também fazer suas necessidades fisiológicas. Porém, uma vez que o animal estará num ambiente estranho, o recomendado é que seja mantido com coleira e guia, para evitar fugas.

Durante a parada, é essencial oferecer água ao animal. “Só é preciso cuidar para que ele não beba uma quantidade muito grande de água de uma só vez, o que aumenta a incidência de náuseas e vômitos”, alerta Valéria.

Os gatos já não aceitam tão bem as coleiras e se assustam facilmente com ruídos e movimentos. Por isso, se a viagem for curta, mantê-los na caixa de transporte não é má ideia. “Não aconselho viagens longas de carro com gatos. O animal se estressa menos ficando em hospedagem especializada ou sob os cuidados de um cat sitter em sua própria residência”, orienta a veterinária da Universidade Metodista de São Paulo.

Em viagens de até 12 horas, os pets não devem ser alimentados nas três horas que antecedem a partida nem durante o trajeto, para evitar enjoos. E ainda que o bichinho esteja acostumado com a estrada e não sofra de náuseas e vômitos, a recomendação é oferecer uma quantidade menor do que o habitual de alimento, antes da viagem, até para não estimular a defecação. Então, quando chegarem ao destino, o pet poderá ser convidado a terminar a sua refeição, já devidamente instalado.

 

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Veterinário antes, férias depois
Donos que levam seus bichinhos ao veterinário frequentemente não precisam marcar consulta antes de uma viagem curta. Mas, no caso de viagens longas, para áreas distantes, vale a pena conferir as orientações do médico. Ele não só checará o estado de saúde do animal, como também poderá transmitir ao dono informações importantes sobre como manter o bichinho protegido, por exemplo, de pulgas e carrapatos, que são transmissores de doenças. As orientações do médico serão diferentes dependendo do destino. “Alguns locais são considerados áreas endêmicas de determinadas doenças, como a dirofilariose canina, doença que causa insuficiência cardíaca em cães, e a leishmaniose. Por isso, se já estiver decidido que o animal irá a um desses locais, é importante reforçar as formas de prevenção”, explica Tânia Parra.

A carteira de vacinação do animal também deverá ser atualizada, caso ainda esteja faltando fazer alguma imunização importante. Isso porque, como explica a veterinária da Unesp, em um novo ambiente, haverá a possibilidade de contato com outros animais e áreas com vírus e bactérias diferentes dos que o animal está acostumado. “A vacinação contra raiva animal é exigida tanto para cães quanto para gatos”, diz Valéria.

Além disso, vale lembrar que o animal também vai precisar de uma mala, onde estejam todos os objetos que costuma usar na rotina, como comedouro, bebedouro, caminha, caixinha com areia, cobertor, coleira, guia, comida, petiscos, toalha e brinquedos. Carteira de vacinação e medicamentos de uso contínuo também não podem ser esquecidos.

Outras espécies
Animais roedores, como porquinho-da-índia e hamster, e aves são espécies ainda mais sensíveis a ambientes estranhos e ao calor. Por isso, garantir condições adequadas de ventilação, temperatura e umidade é imprescindível para transportá-los em segurança. “O recomendado é utilizar as próprias gaiolas para levá-los de um local a outro. Elas devem estar abastecidas com água, alimento e forradas, para que os bichinhos possam fazer suas necessidades como de costume”, afirma a veterinária Aline Gisele de Arenare, da franquia Pet Center Marginal. Como cuidado adicional, é importante verificar se não há objetos soltos dentro da gaiola, que podem ferir o pet enquanto o carro se movimenta.

Fonte: viagem.uol.com.br

A Importância de se Passear com Cães

Responda rápido: quanto tempo você gasta por dia passeando com seu cão? Não é preciso muito para perceber que a rotina estressante e a falta de tempo fazem com que a maioria dos donos de cachorros não passeie com seus cães na rua por tempo suficiente ou pense que o espaço que oferece em casa já é o bastante para que o animal se exercite. Porém, o passeio diário é tão fundamental para o cão quanto a boa alimentação, os hábitos de higiene e a ida ao veterinário.

Caminhar diariamente é extremamente positivo para a saúde dos cachorros, sendo um dos fatores de grande influência sobre a expectativa de vida do animal. O passeio permite controlar o peso, aumentar a massa muscular, prevenir problemas nas articulações, controlar o índice glicêmico, ter um bom preparo físico e cardiopulmonar, além de estimular e apurar a audição e do olfato.

Como o cachorro é resistente a variações climáticas, não há porque deixar de fazer a atividade porque está muito frio ou calor. A quantidade de horas de caminhada varia de acordo com raça,idadetamanho e condições de saúde, devendo ser avaliada por um veterinário.

A necessidade do animal circular fora de casa não é apenas física, o cão precisa de estímulos sensoriais que o tornem psicologicamente estável, mantendo-o sociável e com nível de energia controlado de modo a conseguir respeitar limites.

Os cães que não saem com frequência de casa se sentem ameaçados quando precisam sair, o que pode gerar um comportamento tenso ou agressivo. Quando estão em casa, os animais criados desta maneira podem expressar distúrbios comportamentais, sendo hiperativos, destruidores de objetos, recebendo mal as visitas ou vivendo em depressão contínua.

O que fazer para proporcionar um bom passeio para seu cachorro e deixa-lo feliz e saudável:

  • Leve um saco plástico para recolher a sujeira do seu cão;
  • Não passeie com seu cachorro sem a coleira – ele pode sair de maneira imprevisível de perto de você e se acidentar com um carro ou em uma briga com outro animal;
  • Não dê muita água ou comida antes do passeio para evitar congestões;
  • Dê preferência aos horários de manhã ou o final da tarde e procure caminhar pela sombra, pois o chão pode estar muito quente e machucar as patas;
  • Cães de pelos claros precisam de filtro solar;
  • Dê água durante o passeio;
  • Mantenha gentilmente a coleira firme, estimulando seu cachorro a andar ao seu lado;
  • Quando for contar o tempo de caminhada indicado pelo veterinário, desconte os minutos das pausas;
  • Observe o estado das patas quando chegar em casa e leve ao veterinário caso haja algum problema.

Para quem não tem tempo para passear com o cachorro, existem pessoas e empresas que oferecem este serviço, porém é importante reconhecer que há um vínculo especial quando o animal sabe que vai passear com seu dono e sente que será uma atividade agradável compartilhada. Aproveite a companhia de seu melhor amigo e expresse seu carinho saindo para caminhar com ele!

Fonte: petmag.com.br