Archive for Aventura Animal

Cães e Bebês – Dicas de Convivência

Há muitas pessoas que acham extremamente inadequado que cães e bebês dividam o mesmo lar, em principal por causa de bactérias e possíveis doenças, acham mais apropriado ter um cãozinho quando o filho for um pouco maior, já estiver andando, mas é possível sim ter cães e bebês em casa.

Cães e Bêbes

Prós e Contras desta convivência

Alguns acham que devido ao fato do bebê ser extremamente vulnerável a qualquer tipo de germe e bactéria, pois seu sistema imunológico está ainda se formando, deixar o bebê exposto ao contato físico com um cão pode ser muito perigoso. Está errado, saiba que é exatamente o oposto disso.

Um estudo feito pelo Hospital Universitário Kuopio, da Finlândia, constatou que os bebês que conviviam com cães em casa amadurecem o sistema imunológico mais rápido, exatamente porque o cão leva na sua pelagem germes e bactérias, mas ao contrário do que se pensa, isso ajuda o sistema de defesa do bebê a se desenvolver mais rápido. Bebês que convivem com cães tem 44% menos chances de ter infecções de ouvido e 29% menos chances de precisarem tomar antibióticos.

Cães também precisam de adaptação

O cão também precisa ser preparado para a chegada do bebê. Não se pode passar a prender o cão num canto para que ele não chegue perto do bebê e proibir a entrada na casa. Se o seu cão está acostumado a ter acesso aos cômodos da casa e ter sua atenção diária, você não vai poder mudar isso.

Meses antes da chegada do bebê é necessário fazer as mudanças. Se você vai proibir a entrada dele no quarto do bebê, deve restringir seu acesso meses antes para ele se acostumar e entender. As mudanças e adaptações na rotina do cão devem ser feitas aos poucos.

Você precisa prepará-lo à chegada do novo bebê da casa, pois cães e bebês podem e até devem conviver. É saudável, é indicado, é divertido e é mais amor no seu lar.

 

Fonte: cachorrogato.com.br

 

As 10 Melhores Raças de Cachorro Para Sua Família

Muitas pessoas escolhem o seu cão de estimação apenas pela aparência ou até mesmo pelo seu tamanho. Entretanto, é preciso saber que a personalidade do animal é um ponto importante, o qual não pode ser descartado. Exitem algumas raças – por exemplo –  que não são indicadas para ambientes familiares, principalmente por não serem tão dóceis, pacientes ou adaptáveis a ambientes movimentados.

1. Golden Retriever

Apesar de ser uma raça de grande porte, o Golden Retriever é a escolha mais acertada para famílias que buscam cães pacientes, brincalhões e companheiros. São dóceis e adoram uma brincadeira, permanecendo sempre à disposição de seus donos. Geralmente, tornam-se grandes amigos de seus donos, sejam estes adultos, crianças ou idosos.

As 10 melhores raças de cachorro para a família

2. Beagle

As 10 melhores raças de cachorro para a família

O Beagle é um cão de porte pequeno à médio, porém, cheio de energia e disposição. É o preferido de famílias com crianças e que gostam de passear ao ar livre: a raça adora brincar em parques e quintais, principalmente quando podem farejar sem limites!

3. Border Collie

As 10 melhores raças de cachorro para a família

O Border Collie, assim como o Golden Retriever, é uma raça de porte grande. Por serem cães alegres, amáveis e com uma alta facilidade para adestramento, são bem populares entre as famílias com crianças. São ainda cachorros amorosos, dóceis e exímios companheiros.

4. Buldogue Inglês

As 10 melhores raças de cachorro para a família

A cara de mal do Buldogue Inglês, em um primeiro momento, pode assustar. Porém, em poucos minutos a raça deixa transparecer sua doçura, fidelidade e tranquilidade. È um bom companheiro para crianças, já que adora participar das brincadeiras e atividades domésticas. È um companheiro para toda a vida!

5. Labrador

As 10 melhores raças de cachorro para a família

O olhar do Labrador já diz tudo: é um cão suave, tranquilo e amoroso. Ama passar horas a fio ao lado de seus companheiros, desde crianças a idosos. Por serem afetuosos e despreocupados, adpatam-se facilmente à nova família. Gostam muito de brincar, seja qual for o momento.

6. Goldendoodle

As 10 melhores raças de cachorro para a família

A mistura entre o Golden Retriever e o Poodle não poderia resultar em outros adjetivos, a não ser muito amor, alegria, doçura e inteligência. Oriundo de duas das raça smais populares entre os brasileiros, o Goldendoodle pode ser adestrado com facilidade, além de conviver em perfeita harmonia com as crianças da casa.

7. Pastor Australiano

As 10 melhores raças de cachorro para a família

Famílias ativas precisam ter em casa raças de cães igualmente ativas. E o Pastor Australiano é uma boa escolha: gostam de receber amor e atenção, tanto dos donos como dos visitantes, amam brincar, são inteligentes e bastante ativos. A convivência com as crianças é tranquila, regada à brincadeiras.

8. Pug

As 10 melhores raças de cachorro para a família

Com uma aparência bem característica, o Pug é outra raça indicada para famílias. Tranquilo, relaxado e despreocupado, brincam durante todo o tempo e curtem integralmente a atenção de seus donos. Certamente a raça é uma das que encanta qualquer tipo de família!

9. Schonoodle

As 10 melhores raças de cachorro para a família

Mais uma raça mestiça, o Schonoodle é o resultado do cruzamento entre o Schnauzer e o Poodle. Além de conviverem perfeitamente com crianças e outros animais de estimação, a raça não apresenta muita queda de pelo, característica principal, inclusive, para famílias que residem em apartamentos.

10. Pastor Alemão

O grande porte do Pastor Alemão não engana: apesar de robusto, o cão é protetor e fiel à sua família. Muito inteligente, a raça convive amorosamente com os moradores da casa, bem como crianças e visitas estranhas.

As 10 melhores raças de cachorro para a família

Fonte:webcachorros.com.br

Porque Fazer Carinho em Animais é Prazeroso?

Uma recente pesquisa, publicada na revista Nature, busca entender por que os animais gostam de receber carinho. Nela, cientistas utilizaram ratos, estimulando-os em vários pontos de seus corpos enquanto monitoravam as atividades de seus neurônios. Assim, utilizaram um pincel, entre outros métodos, para cutucar e acariciar os ratinhos.

A pesquisa revelou a descoberta de grupos de neurônios sensoriais que eram desconhecidos pela ciência. Tais neurônios “enervam os folículos capilares”, ou seja, são responsáveis por sensações semelhantes a massagem em uma carícia, o que é prazeroso. Isso significa que eles não são acionados por nenhum outro modo senão o carinho.

Os pesquisadores suspeitam que tais sensores, ou versões similares a eles, existam nos seres humanos e na maioria dos animais peludos. E isso faz bastante sentido, já que animais com muitos pelos, como gatos e cachorros, parecem gostar bastante de carinho. Até existe uma pesquisa anterior, feita com humanos, que revela que um braço com mais pelos é mais sensível a uma carícia que um sem pelos ou com menos folículos capilares.

ENTÃO PELOS SÃO ESSENCIAIS?

Os cientistas ainda não sabem se a sensação de carícia seria perdida se os cabelos ou pelos caíssem. Uma vez que os neurônios estão conectados aos folículos, é possível que os pelos em si sejam desnecessários, assim como uma pessoa careca é capaz de desfrutar de uma massagem na cabeça tanto quanto alguém com muitos cabelos.

Também não se sabe com certeza o porquê de animais peludos possuírem tais neurônios especializados, mas os cientistas suspeitam que isso evoluiu de modo a promover a higiene e cuidados uns com os outros.

Mais pesquisas são necessárias para confirmar a presença de tais neurônios especializados em humanos. Entretanto, o prazer que sentimos ao acariciarmos bichinhos já dá uma boa ideia de qual será o resultado desses estudos.

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Fonte: www.bolsademulher.com

Ter um Animal de Estimação Traz Alegria, Qualidade de Vida e Saúde

Um casamento pode se desfazer em pouco tempo. Já a relação entre um humano e seu bicho de estimação, quase sempre, cumpre o “até que a morte os separe”.  É assim há pelo menos 10 mil anos, desde que o homem domesticou cão e gato.  Aos poucos, tornaram-se companheiros inseparáveis e essa relação foi evoluindo ao longo do tempo.

Filmes como “Marley e Eu” e “Para sempre ao seu lado”, que mostram o relacionamento entre os humanos e seus animais de estimação, não só foram sucesso de bilheteria como levaram plateias às lágrimas.

Hoje, pesquisas e estudos em todo o mundo demonstram que a convivência com os animais traz tranquilidade e bem-estar às pessoas.  Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal e atualmente com o programa “Missão Pet” no canal a cabo Nat Geo, vivencia de perto essa interação benéfica.

“Quando levamos cães em locais com pessoas doentes, em especial crianças, e  idosos, constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas humanos nas visitas”, relata Rossi.

O zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. “Era muito interessante, porque ele sempre dava carinho e atenção à criança que mais parecia triste. Ficava do lado e, aos poucos, ela começava a brincar.”

Uma extensão de si mesmo

Rossi explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem leveza ao ambiente.  “Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos de muita descontração.”

Para quem perdeu a capacidade de se locomover, por acidente ou até mesmo pela idade avançada, estar perto de um animal é se realizar através dele. “Quando essa pessoa vê um cachorro brincando e correndo como louco, é como se fosse uma extensão dele”, analisa Rossi.

Além disso, para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente pedida. Isso porque é necessário fazer passeios diários, assim, sem perceber, a pessoa está se exercitando. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo gente nova.

VOCÊ É GATEIRO OU CACHORREIRO?

Que conviver com animais desde cedo faz bem à saúde, proporcionando o aparecimento de anticorpos e, deste modo, evitando futuras alergias, já está comprovado cientificamente.

Agora, estudos já demonstraram que o contato com os animais aumenta a produção de endorfina no organismo, o hormônio que causa prazer e sensação de bem-estar. Além disso, o convívio com um cão ou gato diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e do estresse e também reduz o risco de problemas cardiovasculares.

Nos Estados Unidos, cachorros e gatos têm sido usados em prisões como forma de melhorar o clima interno. Em uma penitenciária feminina de Bedford Hills, as detentas ajudam a adestrar filhotes de labradores e golden retrievers. Após um ano, eles são doados a pessoas com deficiência físicas ou com estresse pós-traumático, como ex-veteranos de guerra.

Em prisões de vários Estados, graças a parcerias com abrigos de animais, gatos que estavam prestes a serem sacrificados são enviados para que os prisioneiros cuidem deles. Muitos destes, no corredor da morte. Para as autoridades locais, os gatos trazem o lado sensível daqueles homens, como se fossem crianças. Além disso, a presença dos felinos alivia a raiva e tira o estresse e a agressividade destes condenados.

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Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/09/17/ter-um-animal-de-estimacao-traz-alegria-qualidade-de-vida-e-saude.htm

Saiba Como Planejar a Sua Viagem de Avião com Cachorro ou Gato

Muita atenção nessa hora: não é simples despachar um animal no avião e existem vários riscos! Fique atento ao seu pet: veja as restrições das companhias aéreas em relação ao transporte de animais. Cães e gatos de pequeno porte podem ser transportados na cabine dentro da caixa de transporte, mas cuidado com extravios, perdas e fugas!

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Check-in e check-out: despachando animais de avião

Veja as regras para transportar animais de estimação de avião

A prática é tão frequente hoje em dia que companhias aéreas de países mais desenvolvidos têm até programas de milhagem para animais de estimação.

Todas as companhias exigem caixas de transporte de tamanho específico. ecomenda-se, ainda, que os animais estejam devidamente identificados (coleira com contatos) e que a caixa tenha suas portas reforçadas para evitar que abram e os pets se percam.

A caixa deve ser de tamanho suficiente para que o animal fique em pé dentro dela e consiga dar uma volta em torno do corpo. Essa regra não se aplica a, que contam com regime especial de transporte: soltos, ao pé do dono.

Consulte as tarifas adicionais e disponibilidade de voos com antecedência para não ser surpreendido.  Em geral, são limitados a dois animais por voo e você deve checar alguns dias antes do embarque se está tudo ok com sua solicitação.

Recomenda-se um jejum alimentar de seis a oito horas antes do voo. Água pode ser oferecida até 3 horas antes da viagem. Essa é uma forma de evitar vômitos e enjoos durante o transporte.

A Azul e a Avianca permite que cães e gatos com até 5 kg viagem junto com o tutor, na cabine. Na TAM, são aceitos cães e gatos com até 10 kg. Esse peso corresponde ao total do peso do animal e da caixa de transporte, que pode pesar até 500 gramas.

Se o animal for acompanhar você na cabine, debaixo da sua cadeira, pode ser uma experiência desconfortável em voos longos. Viajar na classe executiva nem sempre é uma opção se for considerar os custos.

A GOL não permite o embarque na cabine: os animais viajam em um compartimento pressurizado.

Existem ainda algumas restrições: a GOL, por exemplo, não transporta espécies de focinho curto, como cães da raça Pug, Shih Tzu e Buldogue, ou gatos de raças como o Persa ou Himalaio. Trata-se de um cuidado por parte da companhia devido a dificuldades com animais dessas raças que são predispostos a problemas respiratórios. Com o confinamento e o estresse dentro da caixinha durante a viagem, podem passar mal e até morrer.

Em 2011, houve um caso envolvendo a morte de um cão da raça Pug que ficou 10 horas preso em um porão de um avião da companhia GOL por conta de um atraso. Outro caso foi de um cão que sumiu entre uma conexão de um voo da TAM entre Campo Grande e São Paulo.

Os riscos para a saúde e segurança dos animais nas viagens de avião

O problema das viagens de avião são os atrasos, variações na pressão atmosférica e na temperatura que podem colocar em risco a  saúde do animal. Jamais devem ser embarcados animais com qualquer evidência de problema de saúde. O estresse pode colaborar para a piora de qualquer quadro pré-existente.

Cães que já tenham problemas respiratórios ou que sejam de raças com tendência a esse tipo de problema podem morrer devido ao estresse, por ficarem presos por muito tempo em um mesmo local. Ainda podem ter crises de hipertermia: quando a temperatura corporal aumenta excessivamente, condição que pode ser fatal.

Animais, após a viagem, podem ter diarreia e falta de apetite até a adaptação às novas condições. Se você pretende viajar com seu cãozinho ou gato, dê preferência aos voos curtos e diretos. Escolher um voo noturno pode ser uma boa opção, pois os aeroportos ficam menos cheios nesses horários. Evite os voos com muitas conexões, que podem aumentar o risco de perdas, principalmente se o animal estiver viajando  em outro compartimento.

Em relação aos felinos, a atenção deve ser redobrada. Gatos normalmente são muito ariscos e, com o estresse, podem querer escapar das caixas de transporte. Nesses casos, dê preferência às companhias aéreas que permitam o transporte do animal na cabine para sua própria segurança.  Se possível, coloque um pano em volta da caixinha para o gato não ficar tão estressado e cuidado para não fechar a saída de ar!

Quais são os requisitos para um pet viajar de avião?

Cães com menos de 8 semanas de vida não podem ser transportados

As exigências em relação aos atestados zoosanitários estão de acordo com o Decreto Federal nº 24548, de 1934. Em qualquer voo, será exigido o certificado de vacinação antirrábica. Essa exigência é para os animais com mais de três meses de idade. Essa vacina precisa ser aplicada entre 30 dias a um ano antes do embarque.

Filhotes que tenham menos de três meses de vida e que, portanto, não tenham tomado a primeira vacina, serão embarcados somente com autorização expressa do veterinário.

Ainda é necessário o atestado de saúde emitido pelo veterinário com antecedência (não espere fazê-lo no mesmo dia). A validade do atestado é de 10 dias a partir da data da emissão. E ainda no embarque, será necessário o preenchimento de formulário de responsabilidade pelo transporte do animal e o comparecimento do passageiro responsável pelo animal no check-in com maior antecedência.

Em casos de voos internacionais, consulte sempre a Unidade de Vigilância Agropecuária (UVAGO) do aeroporto onde o animal irá embarcar sobre outras exigências, que variam conforme o país de origem e destino.

Conforme for seu país de destino, verifique no Ministério da Agricultura sobre os pré-requisitos para entrada de animais domésticos. Por exemplo, a União Europeia e o Japão exigem microchip de identificação nos cães.

A quarentena pode ser exigida para o ingresso do animal em determinados países. Procure sempre informações nos consulados e no Ministério da Agricultura sobre as exigências para ingresso de animais: essas regras podem variar conforme ostatus sanitário do país de destino.

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Lembre-se: viajar de avião pode ser extremamente cansativo e estressante ao cão ou gato. Considere os riscos antes. Vale lembrar, também, que é menos cansativo e traumatizante para o animal um voo de uma hora do que uma viagem de oito horas de carro. Atrasos com aviões ocorrem. Acidentes de carro também.

Fonte: http://www.bolsademulher.com/pet/vai-viajar-de-aviao-com-cachorro-ou-gato-saiba-que-precisa-de-muito-planejamento-e-cuidado

7 Cuidados Essenciais para um Cão Feliz

Ter a companhia de um animal de estimação é mesmo uma delícia. Fiéis e companheiros, eles não poupam alegria para nos receber, brincar e oferecer carinho. Mas, para fazer tudo isso, precisam estar saudáveis e limpinhos. A veterinária Ivana Carvalho, de São Paulo, selecionou 7 cuidados muito simples que você deve ter com seu amigo, para livrá-lo de pequenos desconfortos e até de grandes encrencas. Confira:

1. Limpe bem as orelhas
Para prevenir a otite – uma inflamação no canal auditivo –, você deve remover os pêlos do ouvido pelo menos uma vez por mês. Além disso, deve fazer a limpeza do excesso de cera semanalmente, com soluções vendidas em pet shops, e colocar um protetor auricular ou uma bolinha de algodão bem firme na hora do banho.

2. Mantenha o bumbum cheiroso
As fezes que ficam grudadas na região do rabo podem disseminar verminoses, doenças de pele, pulgas, carrapatos, que podem causar até anemia. Capriche na limpeza dessa região e faça a tosa higiênica uma vez por mês para diminuir os pêlos do bumbum e da barriga.

3. Fique de olho no pet shop
. Na tosa, a tesoura e a lâmina devem estar limpas e em bom estado.

. A escova não deve ter pêlo nenhum. Fungos escondidos ali causam micoses.

. A temperatura do secador deve ser morna. Fria pode causar gripe e quente, queimadura.

. O secador não deve apontar para os olhos do bicho. O vento forte pode causar o ressecamento da córnea. Além disso, o secador deve ficar a 30 cm de distância.

4. Corte as unhas das patinhas
Se tem habilidade, pode bancar a manicure. Para isso, é preciso ter alicate canino e gel hemostático (encontrado em pet shops). Caso sangre, passe o gel na hora. Tome cuidado com cortes muito rentes. Se não sentir segurança, peça a um especialista.

5. Alimente-o com ração e lave bem a tigela
Hoje em dia, as rações estão cada vez mais elaboradas e nutritivas. Por isso, você pode confiar! Depois da refeição, lave e seque bem o pratinho. A umidade é um prato cheio para fungos e bactérias, que causam uma dor de barriga infernal.

6. Deixe a casinha em ordem
Além de acabar com odores desagradáveis, caprichar na limpeza da casinha do seu amigão evita pulgas. A sugestão é lavar a casinha semanalmente com água e sabão.

7. Mande-o já para o banho
Cada bicho tem a sua necessidade. Aqueles que vivem em apartamento não se sujam tanto quanto os que ficam no quintal. Em geral, a média é lavá-los com intervalos de sete a quinze dias.

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Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/ana-maria/7-cuidados-essenciais-para-um-cao-feliz

Viagem com Animais – Dicas Importantes

Uma viagem com animais é sempre mais cercada de preocupações, principalmente quando se trata de hospedagem e passeios. Se o paradeiro é um hotel, é indispensável se certificar que o hotel aceita animais antes mesmo de fazer a reserva. Não deixe para perguntar se há permissão para ficar com seu bichinho quando for fazer o check-in, pois se isso não puder acontecer, vai acarretar muito estresse já no início da viagem.

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Levar brinquedos de casa é uma boa opção, para que ele sinta cheiros que conhece e se sinta mais confortável no novo lugar. Se ele dorme em algum cesto ou colchão, leve-o também para que ele descanse em seu lugar de costume.

Confira algumas dicas de viagem:

Manter o ambiente agradável para seu pet é essencial

Se o clima do lugar onde vai viajar com seu pet for muito diferente do habitual, tenha cuidado para manter a saúde do animalzinho perfeita. Lugares mais quentes exigem maior hidratação e ventilação para o bichinho, assim como lugares mais frios pedem roupas confortáveis e cobertores para ele poder se aconchegar.

Animais domésticos costumam ter uma rotina e acostumam-se ao seu ambiente, tirá-los dessa zona de conforto pode ser estressante para o animalzinho. É normal que o pet estranhe o lugar, mesmo sendo uma casa, e tente explorar o ambiente ou até fugir. Então, sempre tente mantê-lo por perto e dentro de casa, para que ele não corra o risco de sair para lugares estranhos e se perca ou sofra um acidente.

Pense em tudo antes da viagem com um animal de estimação

Dependendo do destino e do meio de transporte, algumas coisas podem ser preparadas antes da viagem para deixar a viagem do seu pet mais agradável. Nunca esqueça de sempre ter o número de um veterinário ou de clínicas no lugar onde vai, caso precise de alguma emergência. Certifique-se de endereços de locais importantes, como hospitais e atendimento 24 horas, eles podem ser necessários.

Pesquisar sobre o lugar da viagem é sempre bom

Vamos supor que o dono queira levar seu pet para tomar banho ou passear com o cão em um parque onde ele possa socializar com novos cães, saber como chegar a esses lugares com antecedência é muito interessante, principalmente para quem gosta de planejar a viagem inteira.

É importante não tirar os animais da sua própria rotina quando levá-los para viajar, por isso, se a viagem é longa, tentar manter os banhos com a mesma regularidade que eram e os momentos de lazer nos mesmos horários que de costume ajudam seu pet a se manter calmo e feliz durante a viagem.

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fonte:http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/viagem-com-animais/ 

Sophia chegou…

A nova integrante do Roteiro Animal…

Ela tem energia total.. muito linda.. amável e bagunceira…..

Seja bem-vinda Sophia…

 

  1. Sophia

Os amigos da Frida

Bem, conforme combinado, hoje vamos apresentar os 3 amigos da Frida, se bem que, a nossa fofa anda bastante anti social ultimamente. Não sei se por conta da idade, ou se por ciúme desta que vos escreve..rsrs!

Marie e Maya – duas dachshunds lindas e cheias de personalidade. Marie tem nome de cientista(Marie Curie), mas é a típica salsicha. Pretinha e gorducha, mais parece uma cachorrinha de desenho animado. Maya é filha de Marie e como não poderia ser diferente, também tem nome de cientista (Mayana Zatz), é bravinha e adora uma soneca em cima do sofá.

O 3º amigo da Frida tem uma história bastante peculiar. Nosso amigo Tonico é um cachorro sem raça definida, o famoso vira lata. Foi adotado por toda a rua onde mora. Lá todos cuidam dele e por onde passa faz amizade. Tonico é um cachorro feliz!

Amanhã…o retorno da Frida pra casa e a história de Pretão, um cachorro de rua.

Marie e Maya

Marie e Maya

Tonico

Tonico

Tonico e Pedro

Tonico e Pedro

Missão – a busca dos móveis

 

No dia seguinte a aventura continua…  Saímos de Minas às sete da manhã com destino ao Rio. Nosso amigo Adilson, grande conhecedor da cidade, foi o nosso guia. A viagem seguiu tranquila, porém com chuva. A Serra dos Órgãos, em Teresópolis, linda como sempre, porém sem chance de avistarmos o Dedo de Deus, devido a tanta neblina. E enquanto isso… onde estava a Frida? Dormindo o seu soninho tranquilo no meu pé.

Ao chegarmos na marcenaria, hora de acordar a Frida para esticar o corpo, mas oh tarefa difícil, porque a bonita é a preguiça em forma de cão.

Enquanto a caminhonete era carregada, a Frida encontrou uma amiga pet. Se bem que não sei se posso dizer amiga, pois ela era a “gatinha da marcenaria”- cheia de charme embaixo de sua sombrinha.

Móveis na carroceria, hora de retornar. Frida à bordo, pronta para retornar ao seu cochilo que durou a viagem inteira.  O Rio de Janeiro continua lindo, mas linda mesmo vai ficar a agência com os belos móveis que finalmente irão para o seu lugar.

No próximo post, vocês irão conhecer os 3 novos amigos que a Frida conheceu em Minas. Até lá.

Descendo a Serra.

Descendo a Serra.

Muita neblina

Muita neblina

Farejando a amiga pet

Farejando a amiga pet

Se protegendo da chuva.

Se protegendo da chuva.

De volta para Minas

De volta para Minas

Linda!

Linda!